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Além de bombeiros e doações, Acre envia cães farejadores ao Rio Grande do Sul

Binômio é o termo utilizado para identificar cada bombeiro militar cinotécnico condutor e seu cão de resgate. Foto: Neto Lucena/Secom
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Legenda: Binômio é o termo utilizado para identificar cada bombeiro militar cinotécnico condutor e seu cão de resgate. Foto: Neto Lucena/Secom

Com o objetivo de integrar os esforços na busca e resgate dos desaparecidos nas tempestades e inundações que castigam o estado do Rio Grande do Sul, o governo do Acre, por meio do Corpo de Bombeiros Militar (CBMAC), colocou à disposição do governo gaúcho dois binômios credenciados pelo Comitê de Busca, Resgate e Salvamento de Cães (Conabresc).

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Binômio é o termo utilizado para identificar cada bombeiro militar cinotécnico condutor e seu cão de resgate. Estes binômios são testados em provas de busca de pessoas desaparecidas em matas, provas de busca em desastre de estruturas colapsadas e de habilidades fundamentais.

O CBMAC disponibilizou ao posto de comando do Rio Grande do Sul um destacamento físico, que consiste em materiais, viaturas; de pessoal: efetivos especializados em busca e salvamento em áreas específicas, como região de deslizamento e inundações; e também disponibilizou dois binômios cujos cães de resgate são certificados pelo Conabresc na modalidade de odor específico.

Atualmente, o CBMAC conta também com outros três cães em processo de formação para busca urbana e rural, especializados na detecção de resíduos biológicos humanos. Além disso, em abril de 2024, ocorreu a inauguração do Canil de Trânsito, referente a um investimento que soma R$ 5,1 milhões.

Os cães certificados que estão à disposição do governo gaúcho são: Hunter, um rastreador-brasileiro, cujo condutor é o segundo-tenente Eduardo Santos; e Zoe, pastor-belga malinois, conduzido pelo terceiro-sargento Kennedy Pereira.

“Diante de um cenário de bastante dificuldade, sabemos a importância de disponibilizar uma tropa especializada, pois enfrentamos de forma rotineira esse tipo de ocorrência. Quando disponibilizamos um efetivo que a qualquer momento pode ser acionado, o posto de comando gaúcho fica mais tranquilo, porque sabe que tem efetivo especializado que pode ser empregado a qualquer momento”, destaca o segundo-tenente Eduardo Santos.

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