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Bens apreendidos em operação contra jogos de azar superam os R$ 400 mil

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A segunda fase da operação Jackpot, desencadeada pela Polícia Civil do Acre, nesta terça-feira, 23, na capital acreana, com o objetivo de combater a prática de jogos de azar e rifas ilegais cumpriu três mandados de busca e apreensão e sequestro de bens relacionados às atividades ilícitas.

Quatro pessoas foram alvos da operação foram Dâmaris Nepomuceno, Davi de Alencar Elias, Yngredy Santos de Almeida e Gleyna Natacha Martins da Silva.
Um levantamento preliminar feito pela reportagem revelam que os bens apreendidos apenas neste etapa da operação somam mais de R$ 400 mil reais. São iPhones de última geração, smartphones, notebooks, tabletes e veículos, sendo um deles, um Creta Nova Geração, que custa cerca de R$ 150 mil.

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Conforme a Polícia Civil, além do sequestro de bens, há ainda, o sequestro de valores que podem chegar a até R$ 1 milhão para cada influenciador envolvido nas atividades ilícitas, medida esta expedida pelo Judiciário como forma de coibir a continuidade dessas práticas.

“A Polícia Civil reitera seu compromisso com a legalidade e a ordem pública, enfatizando que operações como a Jackpot visam não apenas reprimir, mas também prevenir a disseminação de atividades que ferem a legislação vigente. O combate ao jogo ilegal é uma das prioridades das autoridades, visando garantir um ambiente seguro e dentro da lei para todos os cidadãos acreanos”, enfatizou o delegado responsável pela operação policial, Igor Brito.

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