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Bolsonaro se defende de acusações e diz que vai sugerir a Bocalom a criação de escolas militares

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O ex-presidente da República Jair Bolsonaro cumpriu nesta sexta-feira (22) a primeira agenda em Rio Branco como convidado de um podcast do deputado federal Coronel Ulysses (União Brasil), transmitido da residência do parlamentar no residencial Ecoville, onde Bolsonaro e a esposa estão hospedados.

Durante o programa, Bolsonaro se defendeu sobre as acusações de roubo de móveis do Palácio do Planalto e formação de milícias digitais. “Covardia em cima de covardia o tempo todo. Não é que eu pouso de coitadinho, mas me processaram por incomodar até baleia, ninguém nunca foi processado por isso no Brasil”, afirmou.

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O ex-presidente disse que Lula teve sucesso na criação de uma narrativa que impedisse a sua volta ao poder. “Tem gravação do Lula dizendo que a minha volta ao poder dependia do sucesso da narrativa que fosse criada. Eles conseguiram, ao me colocar como golpista. Não foram encontrados [na manifestação de 8 de Janeiro de 2023] nenhuma arma, nem um estilingue”, disse.

Bolsonaro disse ainda que o Brasil se tornou um verme diplomático desde que Lula assumiu o poder, citando as falas do presidente da República sobre a guerra de Israel contra o Hamas, na Faixa de Gaza: “Esse verme diplomático, um anão, tá fazendo uma desgraça. Ele fica bajulando Cuba, Venezuela, interferindo nas eleições argentinas, nos coloca numa posição difícil perante o mundo”, comentou.

Jair Bolsonaro falou também sobre outros assuntos:

Sobre a distribuição de vacinas contra a COVID-19: Bolsonaro disse que fez a compra da vacina assim que foi aprovado o uso pela Anvisa, e que não podia assumir as responsabilidades sobre os efeitos colaterais escritos em bula pela Pfizer;

Sobre urnas eletrônicas e vacinas: Bolsonaro disse que os temas no Brasil são alvos de censura, e que se alongar no tema é passível de prisão;

Em depoimento à Polícia Federal, foi perguntado sobre sua orientação sexual: “o senhor é CIS gênero?”, teria perguntado um policial federal. “Eu não faço aquilo lá”, respondeu Bolsonaro;

Bolsonaro diz que vai conversar com o prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, para a construção de escolas cívico-militares;

Cobiça de países estrangeiros sobre riquezas amazônicas, segundo o ex-presidente, é pano de fundo para investimentos de Organizações Não Governamentais. “Ninguém tem o que nós temos. Esse trabalho das ONGs vitimiza o indígena, o trabalho delas é atravancar nosso país”, disse Bolsonaro;

A partir desta sexta-feira (22), Bolsonaro cumpre agenda em Rio Branco, sendo a principal delas o ato de filiação do prefeito Tião Bocalom no Partido Liberal.

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