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Servidores administrativos da Ufac decidem deflagrar greve dia 11 de março

FOTO: REPRODUÇÃO
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Em Assembleia Geral realizada no fim da manhã desta quarta-feira, 6, dezenas de servidores técnicos administrativos em educação superior da Universidade Federal do Acre (Ufac) decidiram deflagrar greve geral na instituição a partir do próximo dia 11 de março – nos campus de Rio Branco e Cruzeiro do Sul.

De acordo com o presidente dos Servidores Técnicos Administrativos em Educação Superior (Sintest-AC), Alexsandro Braz, 46 anos, a categoria busca várias reivindicações, entre elas, recomposição salarial de mais de 28%, defasado desde 2005, reestruturação do plano de carreira e a racionalização dos cargos extintos e outras pautas da categoria.

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“A Assembleia de hoje basicamente era para aprovar a deflagração da greve que tem a previsão para início de 11 de março, tá. Além disso, tem outras pautas, mas elas envolvem diretamente esse processo de greve, por exemplo, a aprovação de 1% do fundo de greve, tá, e a aprovação de delegados que vão representar a nossa categoria aqui do Estado lá em Brasília. Essa greve é especificamente dos técnicos administrativos, os docentes, eles já sinalizaram para um movimento grevista, mas sem data definida ainda”, declarou.

Josimar Ferreira, vice-reitor da UFAC, disse que o direito à manifestação é legítimo e afirmou que a instituição está empenhada em conversar com os representantes da categoria. “Há um alinhamento dessas demandas, da defasagem salarial que hoje o servidor público de forma geral tem passado. Inclusive a reitora Guida se manifestou publicamente a partir desses atos, de apoio, de apoio entendendo que hoje as categorias de nível técnicos da educação superior, comparando outras entidades da mesma esfera governamental da esfera federal, nós somos o que menos comparado a outros segmentos do mundo. Então, é uma reivindicação justa, é algo que precisa envolver a categoria, e a universidade enquanto gestão” explicou.

Ferreira, no entanto, defendeu que, durante a greve, possa haver o mínimo exigido por lei em funcionamento na instituição, algo em torno de 30%. “A gente vai defender enquanto gestores a permanência daqueles serviços essenciais, que não pode ser descontinuado dentro da universidade, isso será pauta junto ao comitê de greve, junto ao sindicato, que a gente possa garantir essencialmente o funcionamento da universidade, entendendo que é justo e direito o movimento grevista dado por eles” encerrou.

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