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Até agosto foram identificados 38 mil hectares de cicatrizes de queimadas em todo o Acre

Foto: Sérgio Vale
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O relatório mais recente do projeto Acre Queimadas, que envolve diversos órgãos ambientais e pesquisadores, aponta que o estado acreano registrou, até agosto deste ano, 38.472 hectares de cicatrizes de queimada.

O novo levantamento mostra que no histórico de queimadas mapeados para os anos de 2005 a 2022, os anos mais críticos foram 2005, 2020, 2021 e 2022.

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2022 foi o segundo ano com maior área queimada mapeada desde 2005 (ano mais crítico já registrado). Foram 322 mil hectares (3x maior que a média anual de desmatamento do estado).

Os cinco municípios mais críticos são Feijó, Rio Branco, Tarauacá, Cruzeiro do Sul e Sena Madureira.

O estudo também aponta que o fenômeno climático El Nino já traz secas mais intensas em algumas regiões no estado do Acre em 2023.

“Registramos incêndios florestais no Leste do Acre e Juruá (Porto Walter. As previsões para setembro e outubro mostram precipitação abaixo do normal e temperatura acima do normal”, diz o relatório.

Dados de focos de calor, cicatrizes de queimadas referentes ao relatório, desmatamento e outras informações podem ser acessadas pela plataforma MAP-FIRE (http://terrama.cemaden.gov.br/griif/mapfire/monitor/)

Dados da qualidade do ar no Acre e outras regiões do Brasil podem ser acessados em http://www.acrequalidadedoar.info/.

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