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Custo da construção sobe e Acre tem 3º metro quadrado mais caro do País

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Divulgado nesta sexta-feira (11) pelo IBGE, o Índice Nacional da Construção Civil mostra que em julho construir no Acre ficou 0,25% mais caro em comparação ao custo do mês anterior. Com isso, o preço do metro quadrado foi R$1.866,25, valor que só perde para o de Santa Catarina (R$1.971,92) e Rio de Janeiro (R$1.890,37). Além disso, construir no Acre acumula altas de 3,68% em 2023.

Com reajuste observado nas categorias profissionais e alta na parcela dos materiais, Rio de Janeiro foi o estado que registrou a maior taxa em julho, 2,69%.

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O Ìndice Nacional da Construção Civil no Brasil foi de 0,23% em julho, portanto menor que o do Acre, caindo 0,16 ponto percentual em relação ao índice de junho (0,39%). O acumulado nos últimos 12 meses foi para 3,52%, resultado abaixo dos 4,82% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores. O índice de julho de 2022 foi de 1,48%.

O custo nacional da construção, por metro quadrado, que em junho fechou em R$ 1.706,50, passou em julho para R$ 1.710,37, sendo R$ 1.001,78 relativos aos materiais e R$ 708,59 à mão de obra.

A parcela dos materiais apresentou variação de 0,01%, muito próxima da estabilidade, ficando 0,29 ponto percentual acima da taxa do mês anterior. Em junho a parcela dos materiais tinha registrado queda de 0,28%. Considerando o índice de julho de 2022 (1,38%), em julho de 2023 houve queda de 1,37 ponto percentual.

Já a mão de obra, com menos acordos coletivos firmados este mês em relação ao anterior, teve taxa de 0,53%, uma queda de 0,83 ponto percentual em relação a junho (1,36%). Com relação a julho de 2022, houve queda de 1,09 ponto percentual (1,62%).

De janeiro a julho os acumulados foram: 0,05% (materiais) e 4,51% (mão de obra). Já os acumulados dos últimos 12 meses ficaram em 1,39% (materiais) e 6,65% (mão de obra).

A Região Sudeste, apesar das quedas observadas na parcela dos materiais em Minas Gerais e Espírito Santo, sofreu influência do acordo coletivo firmado no Rio de Janeiro e ficou com a maior variação regional em julho: 0,46%. As demais regiões apresentaram os seguintes resultados: 0,08% (Norte), 0,08% (Nordeste), 0,18% (Sul) e -0,09% (Centro-Oeste).

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