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Colecionadores de armas, atiradores e caçadores crescem 72,6% no Acre

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O número de colecionadores, atiradores e caçadores no Acre saiu de 8.520, em 2017, para 14.705, em 2022, segundo o Anuário da Segurança Pública divulgado nesta quinta-feira (21) pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública. O aumento, em termos percentuais, é de 72,6% em cinco anos. Segundo o estudo, o Acre possuía, em 2022, 34.329 armas registradas no Sistema Nacional de Armas (Sinarm).

O número de armas apreendidas pelas polícias no Acre subiu de 307, em 2021, para 499, em 2022 -crescimento de 62,5% em um ano. Essa é a maior variação do País, conforme os dados do Anuário. A posse ilegal de armas de fogo no Estado saiu de 293 ocorrências para 469 casos entre 2021 e 2022.

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“Qual balanço podemos fazer com relação ao descontrole na política de armas de fogo no Brasil a partir de 2017, mas que se intensificou sobremaneira a partir de 2019? O que podemos esperar em termos de efeitos desse descontrole da segurança pública? E quais medidas são necessárias para restabelecer e incrementar uma política responsável de controle de armas? Estas são questões fundamentais e inescapáveis para a discussão e para a construção de políticas públicas de segurança e para o debate político mais amplo no Brasil”, diz o Anuário.

Segundo a pesquisa, investigações policiais têm apontado para uma modernização de arsenais criminosos com aquisição de armas legais. Tendo em conta que um fuzil, tem preço estimado no mercado ilegal de R$ 70.000.00, e que um fuzil chegou a ser vendido no mercado legal por R$ 15.000.00, era evidente que isso atrairia o interesse de organizações criminosas.

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