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Policial Civil do Acre preso com mais de 57kg de drogas passa a ser réu

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A Justiça de Rondônia tornou réu o agente de polícia civil do Acre Renato Cavalcante Figueiredo, de 46 anos. A decisão foi da 1ª Vara Criminal de Jí-Paraná Eliezer Nunes Barros, que recebeu a denúncia oferecida pelo Ministério Público de Rondônia.

Além de Renato, Alexandre Braga Trindade, também vai responder ação penal, produção de provas no âmbito da justiça, por tráfico de drogas. Renato e Alexandre foram presos pela Polícia Rodoviária Federal. A ação ocorreu no dia 17 de janeiro deste ano, no km 352 da BR-364, na cidade de Jí-Paraná, interior de Rondônia. Em um compartimento falso da caminhonete do investigador da Polícia Civil do Acre foram encontrados mais de 57 quilos de drogas.

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Na mesma decisão o magistrado marcou para o dia quatro de maio próximo, a instrução do processo. A sessão será realizada por meio de videoconferência. No último dia 17, Renato Cavalcante teve o pedido de revogação da prisão preventiva negado.

Entenda o caso:

O policial civil do Acre, Renato Cavalcante de Figueiredo, foi preso em uma abordagem a um veículo em Ji-Paraná, Rondônia, em janeiro de 2023. No carro, estavam quase 58 quilos de entorpecentes. A abordagem foi feita por patrulheiros da Polícia Rodoviária Federal. Além de Renato, foi preso Alexandre Braga Trindade.

Os dois indivíduos demonstraram nervosismo, o que causou estranheza. Renato foi questionado pelos patrulheiros que notaram várias inconsistências nas informações prestadas.

Diante dos fatos, a equipe decidiu verificar melhor a situação do veículo e pessoas, quando foi localizado um “mocó” na parte da carroceria do veículo e dentro tinha vários tabletes de entorpecente análogo à cocaína (posteriormente, identificado como pasta base). Com isso, foi dado voz de prisão a ambos abordados, a princípio pelo crime de tráfico de drogas.

Os detidos foram informados do seu direito de manter-se em silêncio. Foi apurado inicialmente que Renato pegou a droga em Rio Branco e tinha como destino final Curitiba, no Paraná. Segundo ele, estava fazendo o transporte do ilícito para poder pagar a dívida com o tráfico.

Alexandre Trindade preferiu manter em silêncio, mas adiantou aos PRF que “não sabia de nada”, mas que estava de carona para Contagem, em Minas Gerais. Entretanto, a versão dele foi contradita por Renato, que afirmou que Alexandre sabia do transporte da droga.

Além da droga, foi apreendido quase R$ 2 mil em espécie na carteira de Renato, bem como cartões e documentos pessoais, além de dois telefones celulares, seis relógios, uma pistola PT840 cal.40 com brasão de n. SHP37978 e 1 carregador com 15 munições.

Com Alexandre foi apreendido um iphone, um relógio e documentos pessoais.

Por O Alto Acre.

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