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Desmate é menor, mas degradação avança 554% nas florestas do Acre em janeiro de 2023

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Em janeiro de 2023, o Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD) do Imazon detectou 198 quilômetros quadrados de desmatamento na Amazônia Legal, uma redução de 24% em relação a janeiro de 2022, quando o desmatamento somou 261 quilômetros quadrados. O desmatamento detectado em janeiro de 2023 ocorreu no Mato Grosso (43%), Roraima (21%), Pará (12%), Amazonas (10%), Rondônia (9%), Maranhão (2%), Acre (1%), Amapá (1%) e Tocantins (1%).

A baixa participação do Acre no desmatamento não consegue esconder que o Estado vem sofrendo – e muito -com a degradação florestal: segundo o SAD do Imazon entre agosto de 2021 e janeiro de 2022 a área degradada foi de 58 quilômetros quadrados, e entre agosto de 2022 e janeiro de 2023 a degradação alcançou 157 km2, crescimento de 554% na comparação dos períodos.

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O que está acontecendo?

A diferença entre a área considerada desmatada e a degradada é que, no primeiro caso, ocorre a destruição total da floresta, enquanto no segundo ela é apenas comprometida parcialmente. As causas para a degradação podem ser diversas, entre elas a exploração madeireira e a construção de novas estradas

As florestas degradadas na Amazônia Legal somaram 15 quilômetros quadrados em janeiro de 2023, a mesma área detectada em janeiro de 2022. Em janeiro de 2023 a degradação foi detectada no Pará (73%), Mato Grosso (13%), Rondônia (7%) e Roraima (7%).

Em janeiro de 2023, a maioria (75%) do desmatamento ocorreu em áreas privadas ou sob diversos estágios de posse. O restante do desmatamento foi registrado em Assentamentos (22%), Unidades de Conservação (2%) e Terras Indígenas (1%).

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