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Bolsonaristas no Acre que prometiam resistência sequer compareceram ao acampamento

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Desde que criminosos golpistas depredaram prédios públicos e agrediram agentes de segurança em Brasília, alguns perfis ligados ao acampamento bolsonarista em frente ao 4° Batalhão de Infantaria de Selva (BIS), em Rio Branco, compartilharam uma série de vídeos glorificando o que seriam atos revolucionários e prometendo que o pior viria nesta segunda-feira (9) – o que não aconteceu.

O ac24horas acompanhou toda a movimentação no acampamento desde as primeiras horas da manhã e verificou fraca movimentação. Por volta das 10 horas, alguns integrantes do movimento faziam uma espécie de forro para apoiar uma lona que substituiria uma tenda que cobria o local, mas que foi retirada mais cedo.

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Depois, por volta do meio-dia, cerca de 20 radicais de extrema direita faziam uma reunião, da qual nada se pôde ouvir. Não havia nenhuma movimentação na parte externa da base bolsonarista, nem nas redes sociais, e o principal perfil no Instagram que divulgava as ações do grupo foi desativado.

Com o cerco das forças policiais ao acampamento, por volta das 14 horas, era visível a pouca quantidade de manifestantes no local. Além disso, apenas três das pessoas ali já haviam sido capturadas por vídeos e fotos dentre tantos os materiais que circularam neste jornal.

O comportamento de quem prometia resistir parece indicar que pessoas que puxavam a cantoria do hino nacional em frente ao 4° BIS e pediam um golpe armado no Brasil, decidiram tirar o corpo fora na hora H, a exemplo de seu principal líder, Bolsonaro.

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