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Esposa de repórter cinematográfico faz vaquinha para custear tratamento de câncer

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Após ser diagnosticada com câncer de mama, Mellyssa Ugalde, esposa do repórter cinematográfico e fotógrafo da Secretaria de Comunicação do Acre (Secom), Pedro Devani, passa por uma nova batalha, dessa vez longe de sua cidade.

A paciente, que estava sendo tratada no Hospital do Amor, em Rio Branco, foi encaminhada para a unidade de Porto Velho, em Rondônia, onde irá realizar alguns exames e cirurgias.

O casal precisa viajar semanalmente para a capital rondoniense, para que Mellyssa possa fazer as sessões de quimioterapia e radioterapia. Por isso, iniciaram uma vaquinha na internet para ajudar a custear os gastos.

Em solidariedade e amizade aos dois, o fotojornalista do ac24horas, Sérgio Vale pede o apoio de todos que poderem ajudar Mellyssa e Pedro, neste momento que estão enfrentando.

“Peço o apoio de vocês para que possamos ajudar nossa amiga Mellyssa, que está passando por problemas difíceis de saúde. Estamos fazendo uma vaquinha virtual e lá você pode fazer sua doação. Vamos ajudar essa amiga que merece muito”, explicou.

Para saber mais e fazer sua doação, acesse o site vaquinha.com.br/mellyssa-sem-cancer.

VEJA O VÍDEO:

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Autoridades se omitem e situação de moradores de rua transforma capital do Acre no caos

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Nesta semana, o morador de rua Ivanildo Barata, conhecido como “pai me dá um real”, foi flagrado mais uma vez se masturbando em plena luz do dia no centro de Rio Branco. O flagrante é mais uma constatação de uma situação que só piora diariamente nas ruas da capital acreana.

O aumento no número de moradores de rua na região central da capital acreana é claramente perceptível ao longo dos últimos anos e preocupa comerciantes e a população, já que por conta de ser uma região comercial, de prédios públicos administrativos e onde fica o terminal urbano, é extremamente movimentada.

O que mais preocupa é que apesar do consenso do aumento crescente dos moradores de rua não se percebe nenhuma nova ação efetiva do poder público para resolver o problema. São pessoas que, em sua grande maioria, são dependentes químicos, que fazem uso de drogas e álcool, além de boa parte sofrer de transtornos mentais.

Com a falta de uma política pública eficaz que existe no papel, mas não se traduz em realidade, essas pessoas não recebem o tratamento adequado e o problema persiste e só aumenta.

O ac24horas procurou a prefeitura de Rio Branco e o governo do estado e claramente se vislumbra que, além da falta de investimentos, há um evidente problema de gestão entre os órgãos públicos que são responsáveis em resolver o problema. A rede, que deveria funcionar com a participação, principalmente das áreas de saúde e assistência social, é falha. Um especialista em assistência social, que faz parte da equipe do governo do estado, e por isso pede para não ser identificado, afirma que tanto governo, quanto prefeitura apenas “enxugam gelo”.

De acordo com a prefeitura de Rio Branco, as estratégias adotadas são atendimentos médico e social, acolhimento, vacinação, alimentação, fortalecimento de vínculos interpessoais e familiares, entre outros, que são realizados diariamente pelas equipes de abordagem social do Centro POP, vinculado a Secretaria de Assistência Social e o Consultório de Rua que é um dos serviços da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa).

Mesmo assim, os serviços não conseguem atender todos os moradores de rua. Um outro problema é a falta de condições para receber pacientes que são internados. A legislação define que uma pessoa, mesmo em comprovada condição de drogadição nas ruas, só pode ser internada de forma compulsória com decisão judicial. No caso do “pai me dá um real”, que já foi levado para os leitos de saúde mental do Pronto-Socorro por mais de uma dezena de vezes, o paciente sempre consegue fugir por conta da unidade de saúde não ter o foco específico neste tipo de atendimento.

“O estado precisa melhorar esse atendimento para que possamos avançar. Estamos nos reunindo para definir novos planejamentos e estratégias”, diz Rila Freeze, diretora de direitos humanos da prefeitura de Rio Branco.

O ac24horas também procurou a Secretaria Estadual de Saúde para saber sobre o atendimento aos moradores de rua. De acordo com Márcia Aurélia Pinto, do núcleo de saúde mental da Sesacre, há uma política pública que envolve diversas instituições governamentais, mas admite que no Acre ainda existe a falta de condições de atendimento. “Existem políticas públicas que precisam ser acessadas e que nós no Acre ainda estamos tentando porque não temos alguns outros equipamentos necessários que são de outras secretarias também. A questão do uso de drogas não é um problema que se resolve apenas com internação ou só com acolhimento. Enquanto atribuição de saúde, nossos equipamentos têm atendido essa população”, afirma.

O que se percebe de forma clara é que a lei que institui a política Estadual para a População em Situação de Rua (PNPR), não tem funcionado no Acre como deveria. As pessoas que precisam de um tratamento a longo prazo para a cura do alcoolismo e dos problemas mentais que estão associados em boa parte dos casos, não encontram atendimento adequado. O resultado é que o problema de saúde pública e social só tem se agravado ao longo dos últimos anos.

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Vereador ameaça “quebrar” colega vereadora na porrada e caso vai parar na delegacia

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Uma sessão extraordinária realizada nesta sexta-feira, 27, na Câmara de Vereadores de Bujari vai terminar na delegacia de polícia. É que a vereadora Eliane Rosita (Progressistas) acusa o vereador Gilvan de Souza (PCdoB) de ameaça e tentativa de agressão física.

De acordo com a parlamentar municipal, o motivo da discussão teria sido um posicionamento contrário à convocação da sessão extraordinária por não se tratar de apreciação de matérias de urgência ou de interesse público relevante.

Por conta de seu discurso, Gilvan teria passado a ofender a colega de Câmara e a ameaçado de agressão física. “Indignado, o vereador Gilvan passou a proferir palavras de baixo calão, tentei ainda por diversas vezes apresentar tecnicamente minha defesa, e como o mesmo não possui conhecimento sobre legislação , passou a me agredir verbalmente com gritos e porradas na mesa, apontando dedo, gesticulando com agressividade , e como percebeu que os demais vereadores concordaram como minha posição, me acusou de ter feito uma reunião na presença do prefeito para difamar os demais vereadores, o que não é verdade. Por fim, depois de muitos gritos e acusações infundadas , disse que se eu fosse um homem iria me quebrar toda na porrada, e só não o fez, porque o vereador Jairo interviu e não deixou.

O fato foi confirmado à reportagem por outros vereadores presentes à sessão. De acordo com Eliane, esta não é a primeira vez que recebe ameaças de Gilvan. “Na primeira vez que fui igualmente agredida pelo mesmo vereador, fiz a denúncia, mas entramos em acordo, porque na ocasião o mesmo se mostrou arrependido , e como tenho consideração pela família do mesmo, resolvi aceitar o acordo. No entanto, o mesmo já agrediu a nossa assessora jurídica, a senhora Danyelle , que também registrou um BO. Tenho testemunhas que o mesmo passou longas horas antes da sessão em um bar da cidade ingerindo bebida alcoólica. Irei tomar todas as providências necessárias que o caso requer, já conversei com o delegado e irei também na Delegacia da Mulher, isso não é sobre mim, é sobre todas as mulheres que sofrem violência, temo por minha integridade física, isso tem que parar”, afirmou.

O ac24horas conversou com o delegado Bruno Coelho do município de Bujari que confirmou ter recebido uma ligação da vereadora e que vai ouvi-la na próxima segunda-feira. “Ela conversou comigo, estava muito abalada e não quis registrar a ocorrência no momento do fato. Já está agendado na segunda-feira de manhã para colhermos a oitiva dela”, disse.

A reportagem procurou o vereador Gilvan, mas o mesmo não atendeu às ligações e não respondeu as mensagens. O espaço segue aberto, caso o parlamentar queira se manifestar.

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Mãe de Gladson diz que governador não vai apoiar Bocalom para reeleição em 2024

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A mãe do governador Gladson Cameli (PP), Linda Cameli, comentou na reportagem do ac24horas que o filho não deverá apoiar o prefeito Tião Bocalom, do mesmo partido para a reeleição a prefeitura de Rio Branco em 2024.

A declaração de Linda – internauta bastante assídua nas redes sociais, contesta a fala de Gladson que afirmou que iria abrir diálogo um apoio nas eleições municipais do próximo ano. “Não apoia”, comentou.

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Líder indígena do Acre é contratado pela Globo para estrear em novela das nove

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O cantor indígena Mapu Huni Kui, foi contratado pela Globo para estrear como ator na próxima novela das nove, escrita por Walcyr Carrasco.

O novo contratado da emissora é um dos líderes do povo Huni Kui, também conhecido como Kaxinawá. A tribo reside no Acre e no sul do Estado do Amazonas.

Na trama, que tem o nome provisório de Terra Vermelha, Mapu que se chamará Rudá Paraguaçu, fará parte de uma família que luta constantemente contra a agricultura predatória na região do Mato Grosso do Sul, local onde a produção será ambientada.

O acreano será o primeiro ator que realmente é indígena, a participar de uma novela no horário nobre na TV Globo. Como cantor, tem uma carreira consolidada e já se apresentou durante a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas, em 2022, com o DJ Alok.

Nas redes sociais, ele possui mais de 53 mil seguidores apenas no Instagram e possui diversos vídeos no YouTube, com milhares de visualizações.

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