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Corregedor da PM no Acre proíbe participação de militares em manifestos políticos-partidários

A proibição vale para policiais militares da ativa, em serviço ou até mesmo durante a folga

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Após inúmeros manifestos realizados depois do resultado da eleição presidencial no estado do Acre, o Corregedor Geral da Polícia Militar do Estado, Major José Jamisson de Paiva Neri, emitiu uma recomendação na última semana exigindo que o Diretor Operacional da instituição, coronel Emílio de Oliveira, oriente os militares sobre a participação em manifestações.

A corregedoria afirma que os policiais militares de todo o Acre são “expressamente proibidos de participar manifestações públicas de cunho político-partidário ou de caráter reivindicatório”.

A proibição vale para policiais militares da ativa, em serviço ou até mesmo durante a folga. “Em caso de descumprimento da ordem emanada, seja encaminhada à Corregedoria Geral a documentação para que seja instaurado o respectivo procedimento apuratorio, nos termos da lei”, informou o Corregedor.

A Corregedoria da Polícia Militar do Acre já investiga o caso de um policial militar que aparece em vídeo interagindo e sinalizando apoio aos manifestantes bolsonaristas, que desaprovam a eleição do candidato Lula ao cargo de presidente. A cena aconteceu durante um bloqueio ilegal da BR-317, entre os municípios de Brasileia e Assis Brasil. O policial aparece balançando a bandeira do Brasil enquanto é aplaudido pelos manifestantes.

Cotidiano

Ministro de Lula beneficiou fazenda própria com orçamento secreto

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Juscelino Filho, ministro das Comunicações do governo Lula, usou R$ 5 milhões do orçamento secreto para benefício próprio. Conforme levantamento do jornal O Estado de S. Paulo, o ministro direcionou o montante para asfaltar uma estrada de terra que passa em frente à sua fazenda, em Vitorino Freire (MA). A propriedade também tem uma pista de pouso para um avião particular e um heliponto.

De acordo com as informações do jornal, a obra tem 19 km e corta propriedades de, no mínimo, oito pessoas ligadas ao ministro. A empresa responsável pela obra foi a Construservice, em fevereiro de 2022. Os serviços foram contratados pela irmã do ministro, Luanna Rezende, prefeita de Vitorino Freire.

A Construservice disputou a licitação sozinha e o dono da empresa, Eduardo Imperador, amigo de longa da família, é suspeito de pagar propina a servidores federais para obter obras da cidade, cinco meses após a assinatura do contrato para a pavimentação do local.

Julimar Alves da Silva Filho, engenheiro da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), que assinou a autorização do valor orçado para a obra, foi afastado, sob suspeita de receber R$ 250 mil em propina de Eduardo Imperador.

Ao todo, o orçamento da obra ficou em R$ 7,5 milhões. Destes, R$ 5 milhões foram destinados ao trecho de 19km em frente às propriedades do ministro e de seus familiares, e o restante destinado a 11 ruas da cidade.

O ministro indicou a verba em 2020, quando era deputado federal.

‘Compromisso com a região’
Em nota, a assessoria do ministro disse que considerar que a obra é um benefício apenas para Juscelino e familiares é “no mínimo leviano”, “uma vez que a estrada liga os povoados de Estirão e Jatobá”.

“É natural e previsível que, na qualidade de parlamentar, Juscelino Filho tenha o compromisso de levar recursos para a região, sua base política”. O ministro das Comunicações afirma que as propriedades rurais da família “são frutos de investimentos realizados ao longo de décadas” e passam “de pai para filhos”.

Codevasf

A empresa Codevasf disse que não tinha conhecimento que a estrada passa pela fazenda do ministro e familiares. Eles disseram que o responsável por escolher a empresa e a indicação das estradas é da prefeitura.

Conforme a companhia, Julimar Alves da Silva Filho foi afastado após as acusações de receber propina, mas continua recebendo salário de R$ 20 mil por mês.

Prefeitura

O secretário de Administração de Vitorino Freire, Josué Lima de Alencar, alegou que a escolha das estradas para receber o asfalto foi feita pelo município e que a empresa foi selecionada de acordo com os pré-requisitos da licitação.

A prefeita de Vitorino Freire, Luanna Rezende, não se pronunciou sobre o caso.

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Cotidiano

Lula gastou o dobro do que eu no cartão corporativo, diz Bolsonaro a apoiadores

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O ex-presidente Jair Bolsonaro disse a apoiadores, nos Estados Unidos, que nunca usou seu cartão corporativo para saques e afirmou que os gastos do atual presidente, Luiz Inácio Lula da Silva, em seus mandatos anteriores, foram o dobro dos seus.

“Sabe quanto eu gastei ou saquei do meu cartão particular durante quatro anos? Alguém tem ideia? Zero. Eu estou com os extratos bancários aqui”, disse Bolsonaro. O vídeo com as declarações circula em grupos de mensagens.

“Nunca paguei um picolé, nunca saquei. Podia sacar até 17 mil [reais] por mês, daria 3 mil dólares, de despesa sem prestação de conta. Nunca gastei um centavo, nunca saquei um centavo (…) O Lula, fazendo as conversões, gastou o dobro do que eu gastei.”

Nos quatro anos de seu mandato, Bolsonaro gastou R$ 27,6 milhões no cartão corporativo disponibilizado para a Presidência da República. Corrigido pela inflação do período, o valor é de R$ 32,6 milhões.

Em valores também atualizados pela inflação, Dilma Rousseff gastou R$ 42,3 milhões em um de seus mandatos e, Lula, R$ 59 milhões em seu primeiro mandato (2003-2006).

Entre os gastos de Bolsonaro com o cartão oficial, abastecido por recursos públicos, estão as motociatas promovidas pelo ex-presidente.

A informação da divulgação dos dados foi publicada, inicialmente, pela “Fiquem Sabendo”, agência de dados públicos especializada na Lei de Acesso à Informação (LAI).

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Cotidiano

Encontro de Lula com chanceler da Alemanha marca a volta do Fundo Amazônia

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebe nesta segunda-feira (30) o chanceler da Alemanha, Olaf Scholz, em Brasília, para uma reunião bilateral que marca a volta das operações do Fundo Amazônia.

O líder do governo alemão deve anunciar o envio de mais R$ 170 milhões para o fundo, um mecanismo que capta doações e investimentos internacionais para o combate ao desmatamento e promoção de ações de conservação na maior floresta tropical do mundo.

O fundo foi desativado em 2019 no primeiro ano da gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro, quando o Ministério do Meio Ambiente decidiu, unilateralmente, mudar as regras de gestão do mecanismo.

A Noruega e a Alemanha, os dois únicos países que ofereceram financiamento para o fundo, reagiram à medida.

Eles criticaram o governo de Bolsonaro por não mostrar compromisso em proteger a floresta e congelaram os recursos. Com isso, cerca de R$ 3 bilhões acabaram não sendo utilizados para conter o desmatamento.

Defesa da democracia
Scholz será o primeiro líder de uma potência ocidental a se encontrar com Lula desde a posse.

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Cotidiano

Combustíveis: ANP mostra redução de preços mesmo com reajuste da Petrobras

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Apesar do aumento que a Petrobras aplicou recentemente ao preço de revenda às distribuidoras, a tabela de combustíveis praticada nos postos do Acre apresentou redução em todos os itens comercializados, conforme se constata na atualização do Sistema de Levantamento de Preços da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

O SLP foi atualizado no último sábado, 28 de janeiro, e mostra que preço médio do litro do etanol, por exemplo, saiu de R$4,32 para R$4,37 neste fim de mês; a gasolina aditivada era R$5,37 e está em R$5,32; a gasolina comum, de R$5,26 para R$5,25; o diesel comum, de R$7,30 para R$7,17; o diesel S10 de R$7,31 para R$7,18; e o gás de cozinha (botija de 13kg) R$120,88 para R$119,61.

Apesar da variação que aparentemente favorece o consumidor, o preço médio da gasolina comum em Rio Branco segue entre os mais altos do País neste começo de 2023. A mais cara está em Fortaleza (CE) ao preço médio de R$5,59 por litro. Em seguida vem Boa Vista (RR) com R$5,45; e Salvador (BA) com R$5,38. Em 19 capitais, o preço médio desse combustível está abaixo dos R$5.

No dia 25 de janeiro a Petrobras anunciou que o preço médio de venda de gasolina A da Petrobras para as distribuidoras passaria de R$ 3,08 para R$ 3,31 por litro, aumento de R$ 0,23 por litro.

Pelo que indica a ANP, os postos do Acre ainda não repassaram o ajuste para as bombas.

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