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Conheça a história de quatro mulheres da roça que sustentam filhos da produção de farinha e goma

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Videomaker do ac24horas Kennedy Santos, foi até a comunidade Baixa Verde, na BR-317, para mostrar o trabalho de quatro mulheres que acompanhadas dos filhos, vão à roça todos os dias da semana.

Maria, Helena, Comadre e Bia são mulheres com perfis parecidos. Chefes de família nascidas e criadas na roça, e que nunca tiveram vida fácil. O videomaker acompanhou o plantio da mandioca, colheita e produção da goma. Kennedy mostra também a torragem do produto para fabricação da farinha.

A área de terra de um pouco mais de 1 hectare é próspera. Parece pequena, mas é de onde a família tira boa parte da renda que alimenta toda a família.

A agricultura familiar é responsável por fornecer, aproximadamente, 70% dos alimentos à população brasileira.

Assista ao vídeo:

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Kennedy Santos

Shopping Popular: “As vezes não ganho nem o dinheiro do almoço”

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Construído com o propósito de abrigar quase 500 comerciantes que ganhavam a vida no centro de Rio Branco vendendo os mais variados produtos em barracas improvisadas e de forma irregular, o Shopping Popular Aquiri sempre foi visto pelos comerciantes como fantasia.

Passado mais de um ano, o que era apenas desconfiança se tornou realidade. Hoje, o local é desprezado pelos clientes e algumas lojas não vendem o suficiente para se quer, manter com dignidade os donos dos empreendimentos.

Como o caso da camelo Maria José, que tem como única fonte de renda a venda no local, mas com a baixa procura e para não passar por necessidade, precisou inventar uma nova estratégia.

“Eu produzo, pego os meus materiais e saio para vender em outro lugar”, afirmou.

Já a comerciante, Francisca Lima, sua realidade é um pouco mais difícil. “Passo o dia aqui e as vezes não ganho nem o dinheiro do almoço”, comentou

A situação de conflito levou o videomaker do ac24horas, Kennedy Santos, até a área para conversar com alguns dos poucos lojistas que ainda não desistiram, mas que também não aceitam as taxas e cobranças da nova empresa que administra o espaço.

“Com essa mudança de permissionário para locatário muda tudo, porque fizemos investimento, parcelamos de várias vezes e vai ocasionar que não teremos clientes o suficiente para ter lucro e pagar o que se deve”, disse o empresário Aldair Oliveira.

Santos caminhou pelos corredores e conversou com diversas pessoas, entre elas a nova a nova administradora, Fabíola Moreira, que explicou o porque dos valores que serão cobrados.

“A prefeitura desde a inauguração do shopping, vem arcando com todas as despesas, entre funcionários, segurança, matéria de limpeza, luz e água e isso é um gasto enorme. Pelo tamanho daqui, gasta-se pelo menos R$ 150 mil mensais. E agora vamos assumir todos esses custos. Então as pessoas tem que entender que o shopping precisa de orçamento”, apontou.

A obra custou aos cofres públicos mais de R$ 22 milhões, começou em 2013 e foi concluída em 2020, mas possui problemas de infraestrutura, como a cobertura, que não auxilia na proteção contra o sol e chuvas. De acordo com a nova administração, já está sendo feito um planejamento para esta mudança.

Assista ao vídeo completo:

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Acre 01

Sem condições de pagar aluguel, família de Rio Branco sobrevive em barraco dentro de matagal

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Uma mulher grávida com três filhos menores, um pai de família sem emprego fixo, que por falta de opção, mora em um barraco construído em uma área de floresta da capital, Rio Branco. Parece roteiro de cinema, mas é uma história real, e o Videomaker do ac24horas, Kennedy Santos, esteve lá e mostra esse dia a dia da família com exclusividade.

Na reportagem, Kennedy pede permissão para entrar no barraco, construído ao lado do Igarapé São João Batista, à base de PVC, lona e madeira velha. O local é insalubre, não tem banheiro e água encanada.

A reportagem do ac24horas foi informada que a Secretaria de Assistência Social foi até a família e disponibilizou o aluguel Social, mas como a família não tem o dinheiro para o primeiro pagamento, não teve como sair do mato.

Assista o vídeo na integra:

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Kennedy Santos

Boleira supera dificuldade, falta de emprego e se torna um exemplo de negócio de sucesso

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Sabe aquela história da vida chegar em um ponto em que você não vê mas alternativa? Pois esse é o exemplo de Karla Rayssa.

Com dificuldades financeiras, ela decidiu que iria vender bolo, fazia os produtos em pequena quantidade e saía no comércio oferecendo seus bolos.

Recebeu muitos não, mas foi resiliente. Hoje, virou um caso de superação, sua empresa fabrica 600 bolos todos os dias e trabalha com pequenos comércios em bairros espalhados pela capital acreana e até municípios vizinhos.

Karla atende 50 comércios que comercializam seus bolos, a produção é grande, a cada 40 minutos sai uma “fornada” com 60 bolos prontos.

O videomaker do ac24horas apresenta a história de sucesso da mulher que mudou de vida e que hoje já tem cinco outras funcionárias.

“A falta de oportunidade existe, mas a gente tem que correr atrás, eu, antes de ser empresária, fui garçonete, frentista e até Uber”, afirma Karla.

Assista ao vídeo:

VÍDEO BOLEIRA
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Acre 01

“A fome dói”, afirma mulher que já serviu 6 mil litros de sopa por ano para pessoas carentes

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No vídeo desta semana, o videomaker do ac24horas, Kennedy Santos, traz a inspiradora história de mais um heroína acreana – uma daquelas personagens que nos fazem parecer possível construir um mundo melhor, baseado no amor ao próximo e na disposição de, para isso, vencer todas as dificuldades.

Dona Raimunda da Sopa vive na região de Rio Branco conhecida como Baixada, que concentra boa parte da população mais pobre da capital acreana. Em sua casa, essa guerreira tinha uma espécie de projeto social informal que distribuía cerca de 250 pratos de sopa por dia a pessoas carentes do entorno.

Atualmente, apesar de não lhe faltar aquela disposição de ajudar o semelhante citada no primeiro parágrafo, Raimunda não está conseguindo vencer as dificuldades para tocar o projeto que tanto ama. Ela está precisando de ajuda para continuar oferecendo amor e alimento a quem tanto precisa.

Há cerca de três anos, o fogão de lenha de Raimunda, onde ela chegou a produzir 6 mil litros de sopa por ano, não oferece mais condições de funcionamento. Já bastante deteriorado e com a chapa quebrada, o instrumento apenas lhe serve para cozinhar a alimentação dos seus animais.

Falta também a matéria-prima das sopas que aqueciam o estômago e apaziguavam a fome de tanta gente. Nazaré, uma mãe que era atendida pelo trabalho social de Raimunda, afirma que em sua casa oito pessoas eram alimentadas pela sopa. O público atendido por ela envolvia crianças, jovens e adultos.

“Na terça-feira a gente ganhava a verdura e na quarta fazia a sopa, que era distribuída para as pessoas comerem e levarem para casa. Aí eu sempre dizia ‘quem leva para casa são mais quatro, cinco pessoas que se alimentam, né? E agora a gente não tá [fazendo a sopa] e as pessoas ficam tristes porque não têm mais”, afirma.

Além do espírito altruísta, Raimunda também possui um enorme talento artístico demonstrado por meio de vários tipos de obras artesanais que ela produz com materiais recicláveis. Ela também faz sabão artesanal, que muitas vezes é adquirido por pessoas que fazem doações para instituições beneficentes.

Contudo, entre as diversas atividades de Raimunda, a que ela mais gostava era a sopa. “Eu sempre digo: nunca passei fome na minha vida, mas a fome dói”, ela diz a Kennedy Santos. “Eu tinha 166 famílias cadastradas, o que dava na faixa de 666 pessoas. Por ano, eu servia 6 mil litros de sopa”, ela conta.

Confira no vídeo mais essa história da vida acreana:

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