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Família diz que homem em surto foi morto ao ser imobilizado por segurança de restaurante

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A auxiliar de limpeza Samia Cristina Rafael da Costa, de 47 anos, esteve na delegacia de polícia localizada na Cidade do Povo, em Rio Branco, nesta terça-feira, 25, para registrar um boletim de ocorrência e denunciar que seu filho, Alan da Costa Cordeiro, de 24 anos, teria morrido na noite do último domingo, 23, após sofrer uma gravata por um segurança do restaurante A Princesinha, localizado no centro da cidade.

A primeira denúncia sobre o caso ocorreu nas redes sociais e foi feita pela esposa de Alan, Larissa Araújo, de 25 anos. Imagens mostram Alan chegando atordoado ao local. De acordo com a esposa da vítima, ele teria desenvolvido síndrome do pânico há um ano e por isso estaria agindo daquela forma.

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No vídeo de poucos segundos, é possível ver um segurança imobilizando Alan. Depois, em outro vídeo, o rapaz aparece já caído ao chão.

O ac24horas procurou o empresário Roberto da Princesinha, mas o mesmo não atendeu as ligações e nem respondeu as mensagens. O espaço segue aberto para manifestação, caso haja interesse.

Apuração
Em relação à hipótese de que Alan teria feito uso de drogas e morrido em função de uma overdose, Larissa afirma que não tem conhecimento de que o marido fazia uso de entorpecente, apenas de consumo de bebida alcoólica.

No entanto, uma apuração realizada pelo ac24horas junto ao judiciário, foi descoberto que a própria esposa já registrou duas acusações de violência doméstica contra a Alan, sendo uma delas nesse último mês de junho. Nas duas situações, Larissa menciona o uso de drogas.

Ao ser perguntada pela reportagem sobre esses dois registros, a viúva afirmou que se tratavam de situações do passado e que não têm ligação com a morte do esposo. Ela perguntou se essas informações entrariam na matéria e a reportagem confirmou que sim. Logo em seguida, Larissa afirmou que não tinha interesse na publicação desses registros e queria que seu companheiro descansasse em paz.

O exame cadavérico do Instituto Médico Legal (IML), que deve apontar com precisão a razão da morte de Alan, deve ficar pronto em 30 dias e ser decisivo para a conclusão do inquérito.

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