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Em 20 anos, áreas de pastagem cresceram 82% no Acre, diz estudo do IBGE

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Divulgadas nesta sexta-feira (7) pelo IBGE, as Contas Econômicas Ambientais da Terra: Contabilidade Física, apresentam uma análise sobre adições e reduções observadas nos estoques de terras, de acordo com as classes de uso e cobertura, no período contábil 2000/2020, com resultados para o Brasil e desagregados para os Estados.

No Acre, nesse período de dez anos, a presença da pastagem na terra cresceu de 6.063 quilômetros quadrados, o que representou um avanço de 82,2%. Esse incremento foi o 9º maior entre todos os Estados.

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“Em termos absolutos, o estoque de Vegetação florestal apresentou a maior retração do Estado entre 2000 e 2020, de 9.766 km² (6,5%). Entre 2000 e 2020, o estoque dessa classe de ocupação da terra passou de 150.874 km² para 141.108 km², e a redução de estoque de Vegetação florestal representa a 5ª maior entre as 27 Unidades da Federação”, explica o IBGE.

A partir dessa análise, são descritos alguns padrões de ocupação do território brasileiro e propostas reflexões sobre as conversões entre classes nos estoques de ter-ras. A principal fonte de dados é o Monitoramento da Cobertura e Uso da Terra do Brasil, publicado pelo IBGE desde 2015, com série histórica de 2000 a 2020.

Em 2020, final do que o IBGE chama de período contábil, 86,0% do território do Estado do Acre era ocupado por vegetação florestal, a maior proporção de ocupação de terra entre as demais classes de cobertura e uso da terra.

“O estoque de terra de pastagem com manejo ocupava no final do período contábil 8,2% do território do Estado, enquanto o mosaico de ocupações em área florestal cobria 5,7%”, completa a pesquisa.

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