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Investigação acaba com reunião de facção que iria traçar novos meios de criminalidade

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Um forte aparato policial montado pela Polícia Civil e Militar do Grupo Especial de Fronteira (GEFRON) como parte da operação Hórus e do Programa Guardiões da Fronteira acabou com a reunião geral de uma organização criminosa que estava sendo realizada em um clube social do bairro Cruzeirinho, na periferia de Cruzeiro do Sul.

Na reunião, seriam tratadas novas estratégias de crime organizado em todo o Juruá, inclusive como seriam colocadas em prática. Entre os presentes, foram localizados sete faccionados com mandados de prisão expedidos pela justiça local. Todos tinham cadastros atualizados, e atuavam em várias frentes da organização criminosa.

Dentre os presos conduzidos à Delegacia Geral de Polícia de Cruzeiro do Sul, pelo menos três deles pertenciam à alta cúpula da facção, e todos eram integrantes do conselho rotativo regional da organização criminosa. De acordo com as investigações, na reunião seriam articuladas várias ações do grupo em todo o Vale do Juruá.

O cerco foi fechado e a reunião abortada. Foi registrada a apreensão de apenas um projétil calibre 380 e quantia em dinheiro. Dentre os presentes, estavam faccionados com mandados de prisão preventiva expedidos pela justiça, e que serão mandados de volta ao presídio Francisco Neri, de Cruzeiro do Sul.

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Zequinha abre Festival da Farinha em Cruzeiro do Sul

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O prefeito de Cruzeiro do Sul, Zequinha Lima, abriu na noite desta segunda-feira, 26, o 5° Festival da Farinha, que prossegue até quarta-feira, 28, dia de aniversário de 118 anos do município. A expectativa de público a cada noite é de 5 a 8 mil pessoas.

Os produtores e a farinha, afirma o prefeito, são os protagonistas do evento. Na estrutura montada no local, o processo de feitura manual e industrial da farinha é demonstrado para os visitantes, além dos subprodutos, como a goma, tapioca e outros itens.

” O Festival evidencia o trabalho nossos produtores. A farinha de Cruzeiro do Sul não é apenas um produto, é parte de nossa identidade e por isso este é um momento tão importante para nós. É também um momento de celebrar a cultura e a produção regional, de reencontrar amigos e familiares. E com os salários já pagos aos 4 mil servidores e os dois feriados as pessoas vão poder aproveitar “, pontua Zequinha, ressaltando a oportunidade de renda para os empreendedores que estão no evento.

Elisanete Gomes, produtora do Ramal da Mariana conta que sente orgulho de demonstrar como faz a farinha que a população encontra à venda. ” Muita gente conhece a farinha só na embalagem já pronta. Aqui todos podem ver como torramos a farinha e fazemos goma e tapioca “, relata.

Os shows com artistas locais são realizados em dois palcos.

O vice prefeito Henrique Afonso, o secretário de Fazenda do Estado, Amarísio Freitas e o diretor do Sebrae, Ney Santos além de vereadores e secretários participaram da abertura do 5° Festival da Farinha.

Números do Festival da Farinha

•Entre 5 a 8 mil pessoas são esperadas em cada noite do evento

• 150 artistas se apresentarão nos 2 palcos incluindo cantores, músicos, Djs e dançarinos.

• 20 candidatos disputam os títulos de Rei e Rainha do Festival

• 2 Casas de Farinha estão montadas no evento: 1 tradicional e 1 automatizada

• 3 secretarias municipais estão na coordenação do Festival: agricultura e abastecimento, turismo e empreendedorismo, cultura, esporte e lazer

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Mulheres de presos tentam fechar ponte em Cruzeiro do Sul e PM retira grupo do local

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No final da tarde da tarde desta segunda-feira, 26, mulheres de presos do Complexo Penitenciário Manoel Neri tentaram fechar a Ponte da União, em Cruzeiro do Sul, mas foram impedidas pela Polícia Militar, que retirou o grupo do local e o material utilizado por elas para interromper o tráfego de veículos. Não houve feridos. As mulheres começaram o protesto na frente do presídio, passaram pelo Ministério Público e foram para a Ponte, onde tentaram interromper o tráfego.

Elas reforçam o movimento dos maridos que iniciaram uma greve de fome nesta segunda-feira nos Blocos 7 e 8 do Complexo Penitenciário Manoel Neri, que abrigam os presos do Comando Vermelho. Segundo a direção do presídio, são cerca de 400 detentos nesta situação e o restante segue se alimentando. Em Rio Branco, os presos também estão em greve de fome. Eles reclamam da quantidade e qualidade da alimentação e do excesso de exigência com relação aos visitantes. Os detentos querem também mais vagas de trabalho para a remissão de penas.

A direção do Instituto de Administração Penitenciária- INPEN, divulgou Nota assinada pelo presidente Glauber Feitoza, dizendo que as reivindicações foram parcialmente atendidas.

Em relação a qualidade da alimentação fornecida nas unidades, segundo o Instituto, em atendimento à solicitação, houve vistorias e análises dos alimentos servidos, ficando constatado que esses estão dentro dos padrões exigidos, inclusive em termos de higiene sanitária e sob acompanhamento de profissional nutricionista. Mas o governo reconhece que há necessidade de melhoria estrutural da cozinha, ” o que já está sendo providenciado”.

No caso das visitas, o IAPEN informa que fará uma reanálise para concessão da carteira de visitante.

Quanto ao aumento das vagas de artesanato para redução de pena, segundo a Nota, ficou acordado que a cada dois meses serão ofertadas cem vagas a mais até que seja atinguida a capacidade máxima, de mil inscritos na atividade.

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Cerca de 400 presos do Comando Vermelho aderem à greve de fome em presídio do Juruá

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Assim como em Rio Branco, os presos do Complexo Penitenciário Manoel Neri, localizado em Cruzeiro do Sul, iniciaram uma greve de fome nesta segunda-feira, 26. O movimento se restringe aos blocos 7 e 8. A direção do presídio diz que só os presos da organização criminosa Comando Vermelho é que estão recusando a alimentação, já os demais seguem se alimentando normalmente.

“Dois blocos aderiram e são cerca de 400 presos”, disse o diretor Elves Barros, afirmando que as reivindicações são iguais às de Rio Branco. Os detentos reclamam da quantidade e qualidade da alimentação e do excesso de exigência com relação aos visitantes. As mulheres dos presos devem fazer protestos na capital e em Cruzeiro do Sul.

A direção do Instituto de Administração Penitenciária divulgou nota assinada pelo presidente Glauber Feitoza, dizendo que as reivindicações foram parcialmente atendidas.

Em relação à qualidade da alimentação fornecida na unidade, segundo o Instituto, em atendimento à solicitação, houve vistorias e análises dos alimentos servidos, ficando constatado que esses estão dentro dos padrões exigidos, inclusive em termos de higiene sanitária e sob acompanhamento de profissional nutricionista.

No entanto, o governo afirma que há necessidade de melhoria estrutural da cozinha, o que já está sendo providenciado. No caso das visitas, o IAPEN informa que fará uma reanálise para concessão da carteira de visitante. Quanto ao aumento das vagas de artesanato para redução de pena, segundo a Nota, ficou acordado que a cada dois meses serão oferecidas cem vagas a mais até que seja atingida a capacidade máxima, de mil inscritos na atividade.

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Cerca de 50 mil pessoas passaram pelo Festival do Coco em Mâncio Lima

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Ao menos 50 mil pessoas passaram pelo Festival do Coco durante os três dias de evento que ocorreu no município de Mâncio Lima. Nesse domingo, 25, o show do cantor Marcynho Sensação fechou a programação com chave de ouro.

“Acreditamos que só neste show teve em torno de 30 mil pessoas de Mâncio Lima e dos municípios vizinhos. O cantor nunca havia feito show aqui e foi um grande sucesso. Quem veio vender, teve lucro e a população se divertiu com segurança”, citou o prefeito, Isaac Lima.

O coco foi o protagonista da festa em pratos salgados e doces e mais de cem expositores venderam vários itens no Festival.

Em Mâncio Lima, há grandes plantações da fruta e 50 mil unidades por mês são vendidas para Cruzeiro do Sul, Rio Branco e outras cidades do Acre e o faturamento é de cerca de R$ 80 mil.

De acordo com o prefeito, nas próximas edições do Festival, haverá mais itens agrícolas em destaque.

“Em Mâncio Lima o coco e o café são os carros chefes da nossa produção, com mecanização agrícola, assistência técnica, adubo e semente. Temos também a pecuária e vamos fortalecer o que já temos e ampliar o que produzimos e teremos mais o que mostrar nos próximos eventos “, concluiu.

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