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Polícia prende um dos suspeitos de esfaquear homem dentro de motel em Rio Branco

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Em menos de 24 horas, a Polícia Civil da capital praticamente elucidou um caso sui generis registrado na noite da última quinta-feira (25), quando dois homens invadiram um dos apartamentos de um motel da Avenida Antônio da Rocha Viana, no bairro Vila Nova, onde espancaram e tentaram matar Francisco Castro de Lima Filho (43), que com várias perfurações de um arma branca foi socorrido por uma equipe do SAMU e permanecia até a noite de ontem no Pronto-Socorro do Hospital de Urgência e Emergência de Rio Branco (HUERB).

Na tarde de sexta-feira (26), depois de quase todo o dia de buscas, investigadores da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), quando de um cerco numa área de risco do bairro Wanderley Dantas, também na parte alta da cidade, prenderam Marcos Antônio Pereira de Souza, um dos envolvidos, que confessou sua participação no atentado. A polícia agora tenta prender o outro acusado, que já estaria devidamente identificado. A motivação do delito ainda é desconhecida.

O caso

Na noite da última quinta-feira, de forma estranha, Francisco Castro de Lima Filho estava sozinho no apartamento de um motel localizado na parte alta da Avenida Antônio da Rocha Viana, no bairro Vila Nova, quando foi surpreendido com a chegada de dois homens, até então desconhecidos, que o espancaram violentamente e, em ato contínuo, o atingiram com várias facadas.

Ao dar entrada na emergência do Pronto-Socorro do HUERB, Castro estava lúcido e prestou algumas informações a integrantes da equipe de Pronto Emprego DHPP, que no final da tarde desta sexta-feira chegaram a Marcos Antônio Pereira de Souza, como sendo um dos autores confessos do atentado. Autuado em flagrante por homicídio tentado, deverá passar ainda hoje pela audiência de custódia no Fórum Criminal, na Cidade da Justiça.

Cotidiano

Bolsonaro não estava preparado para derrota e achei que ele fosse morrer, diz presidente do PL

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O presidente do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, afirmou à CNN em entrevista, nesta sexta-feira (27), que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) não estava preparado para a derrota nas eleições de outubro e chegou a achar que “ele ia morrer”.

O ex-deputado federal contou que visitou Bolsonaro um dia após o segundo turno – na segunda-feira, 31 de outubro do ano passado.

“O Bolsonaro estava num estado que eu nunca vi uma situação dessas – do camarada de um dia pro outro ficar com aquela imagem. Depois de uma semana, eu até achava que ele ia morrer”, declarou Valdemar.

O presidente do PL disse que cobrou que Bolsonaro se posicionasse a respeito dos acampamentos em quartéis que negavam o resultado das eleições, pedindo que falasse com seus apoiadores.

“Ele falou: ‘Vou falar o que?’ Ele estava em uma situação muito ruim. Estava caído, derrubado”, acrescentou.

Possibilidade de derrota nunca foi discutida, diz Valdemar
Na opinião de Valdemar Costa Neto, o ex-presidente ficou nesse estado por um erro dele e de seus correligionários.

“A gente sempre discute isso em qualquer eleição: ‘Olha, pode acontecer de você perder a eleição. O que você pretende fazer?’ Discutir se a pessoa vai trabalhar com a gente, vai ficar no partido ou não. Eu nunca discuti isso com o Bolsonaro. Foi um erro meu, um erro dos meus colegas que têm experiência”, declarou à CNN.

“Aconteceu então que o Bolsonaro não estava preparado para a derrota. Ele foi derrotado e não estava preparado. Aquilo foi um baque. Depois de uma semana – e eu ia ver ele quase todo dia – achei que ele fosse até morrer. Aí passou umas três semanas ele melhorou”, completou o presidente do PL.

Segundo Valdemar, o ex-presidente contou que chegou a ficar “cinco, seis dias sem comer”.

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Cotidiano

Presidente do PL diz ter recebido diversas minutas de golpe

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O presidente do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto, disse em entrevista à CNN nesta sexta-feira (27) ter recebido de populares diversas minutas que propunham um golpe de Estado após a eleição de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Ele disse ainda que outros membros do governo receberam documentos semelhantes.

“Isso é um negócio que corria dentro do governo, o pessoal comentando: ‘olha recebi uma proposta aqui’. Eu recebia e moía. O [ex-ministro] Anderson [Torres] não fez isso. Não quero aqui defendê-lo, mas deve ter acontecido isso [receber de popular]. Muita gente poderia ter isso em qualquer lugar”, disse Valdemar.

A Polícia Federal (PF) encontrou no início de janeiro, durante busca e apreensão na casa do ex-ministro da Justiça Anderson Torres, uma proposta de decreto para que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) instaurasse estado de defesa no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) enquanto ainda era presidente da República.

Valdemar mencionou episódio específico em que recebeu uma minuta de uma advogada em um aeroporto. Segundo o presidente do PL, a pressão de apoiadores de Bolsonaro por uma ação contra o resultado das eleições era recorrente.

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Cotidiano

Militares atrapalharam o governo e Bolsonaro errou demais na pandemia, diz Valdemar

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O presidente do PL (Partido Liberal), Valdemar Costa Neto, afirmou, em entrevista à CNN nesta sexta-feira (27), que o ex-presidente Jair Bolsonaro não foi reeleito devido aos erros cometidos por sua gestão. Ele pontuou que militares atrapalharam o governo durante o primeiro ano e meio da gestão e acrescentou que Bolsonaro “errou demais na pandemia”.

“Bolsonaro só não foi reeleito em primeiro turno pelos erros que cometeu no começo do governo, quando estava sozinho, apoiado por generais. Esse pessoal atrapalhou muito a vida dele. E na pandemia ele errou demais. Quando eu vi o PT colocando as falas dele [Bolsonaro] na pandemia, aquilo foi mortal.”

Costa Neto disse ainda acreditar que Bolsonaro tem noção dos erros que teria cometido. “Eu tenho a impressão que ele tem consciência porque ele não cometeu mais esses erros depois. Ele evitava porque esses erros eram imperdoáveis. O povo não perdoou ele”, concluiu.

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Cotidiano

Samu e saúde de média e alta complexidade recebem R$ 210 milhões em repasses federais

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O Governo Federal informou nesta sexta-feira (27) os montantes anuais destinados aos Estados e municípios para cofinanciamento das ações e serviços públicos de saúde no grupo de atenção de média e alta complexidade ambulatorial e hospitalar, o chamado Teto MAC.

O Estado do Acre, levando em conta a Secretaria de Saúde e as prefeituras, receberão R$ 210.573.384,39, sendo que o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) terá R$ 14.082.931,80.

São valores anuais, transferidos em 12 parcelas mensais, de forma regular e automática, do Fundo Nacional de Saúde aos Fundos de Saúde dos Estados, do Distrito Federal e dos municípios.

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