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Jorge Viana e Marcus Alexandre participam de encontro com empresários na Fieac

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Os candidatos ao governo do Acre pela Federação Brasil da Esperança Acre (PT, PCdoB e PV), Jorge Viana (PT) e Marcus Alexandre (PT) participaram nesta quinta-feira, 18, de um encontro com empresários e membros da diretoria da Federação das Indústrias do Estado do Acre (Fieac).

O ex-governador Jorge Viana e o ex-prefeito Marcus Alexandre foram recebidos pelo presidente da Fieac, João Paulo de Assis Pereira, e firmaram compromisso de promover políticas de incentivo às atividades econômicas do Acre. “Eu acredito que o cenário é promissor e será possível fazer uma grande expansão”, afirmou Viana.

Para ele, as prioridades devem envolver ação de apoio à agricultura familiar, a expansão do agronegócio sustentável e a implantação de um programa robusto de apoio à indústria, comércio e serviços. Os três setores produtivos que geram vagas de emprego e fonte de renda para as famílias.

O candidato a governador, Jorge Viana, ainda pontuou que atualmente existem mais de 300 mil pessoas desempregadas ou na informalidade em todo o Estado o que aumenta a responsabilidade dos governantes.

Além do presidente João Paulo de Assis Pereira, membros da Diretoria da Fieac, ainda estiveram participaram representantes de 12 sindicatos, são eles: Sindusmad, Sincon, Sindigraf, Sindicer, Sindmineral, Sindsorvetes, Sindicarnes, Sindpan, Sincepav, Sinduscon, Sinear e Sindimóveis.

Na rede

Mulher amarrada na mata pelo marido é resgatada pela PM

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Uma mulher que havia sido amarrada na mata fechada pelo marido, na zona rural de Rodrigues Alves, foi libertada pelo Grupo de Operações Especiais da Polícia Militar de Cruzeiro do Sul nesta quarta-feira,5.

A família da mulher denunciou a polícia, que ela foi levada da comunidade Morada Nova, no Paraná dos Mouras pelo companheiro, sob ameaça de um terçado e uma espingarda. Os familiares não sabiam se ela estaria viva ou morta.

A guarnição adentrou uma região de mata fechada, onde moradores indicaram ser o local para onde o homem teria levado a companheira e após três horas de caminhada na floresta, a equipe encontrou a mulher viva e amarrada. “Segundo ela, seu marido teria lhe amarrado e queria obriga-la a morar com ele dentro da mata”, citou a assessoria da Polícia Militar de Cruzeiro do Sul.

A mulher foi encaminhada à delegacia de polícia especializada. Além de iniciar medidas de segurança contra o marido, ela foi levada para receber cuidados psicológicos já que estava muito abalada emocionalmente. O homem ainda não foi preso.

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Cotidiano

Veículo incendeia e fica totalmente destruído no segundo distrito de Rio Branco

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Um veículo modelo Fiat Pálio, de cor prata, placa KAG-8503, ficou totalmente destruído na noite desta quarta-feira, após incendiar na rua Baguari, no bairro Taquari, segundo distrito de Rio Branco.

De acordo com informações da polícia, a condutora do veículo trafegava no sentido centro-bairro, juntamente com dois passageiros, entres eles uma criança, quando foi avisado por populares que seu carro estava pegando fogo. Desesperada, a mulher tentou parar o veículo, mas não conseguiu pois o freio falhou, sendo obrigada a colidir contra um poste de energia elétrica.

Populares ajudaram a motorista e os passageiros saírem do veículo e rapidamente o carro incendiou.

Uma guarnição do Corpo de Bombeiros foi acionada, mas quando os militares chegaram ao local o veículo já estava totalmente consumido pelas chamas. O fogo foi apagado e em seguida, o carro foi removido por um guincho.

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Blog do Crica

Flaviano se despede da política e defende que Jarude seja o presidente do MDB 

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FLAVIANO MELO FOI TUDO o que um político almeja na carreira. Foi prefeito de Rio Branco, governador, senador, e encerra seu ciclo na política como deputado federal. Já tinha antecipado que ganhando ou perdendo, esta seria a última campanha que disputaria. Perdeu, mas fleumático, reconhece ser esta a hora de mudanças. 

Citou ontem na conversa com o BLOG que, o vereador Emerson Jarude (MDB), eleito deputado com uma expressiva votação, saiu da campanha como a grande revelação da nova geração de políticos. “O Jarude é novo, tem vontade, qualidade, e pode ser o próximo presidente do MDB, se o partido assim entender. Eu vou apenas cumprir o meu mandato na presidência e entregar o bastão,” disse Flaviano. 

Sobre a vitória do governador Gladson Cameli, comentou que ele não deve a eleição a nenhum político, e está livre de pressões para compor um novo governo. E, se depender da sua opinião, o MDB não integrará a base do governo e cumprirá o seu papel de oposição. “Mesmo porque o Gladson nem vai precisar de novos aliados”, destacou o velho lobo Flaviano Melo (MDB) na sua despedida da política. 

Pode-se gostar ou não dele, mas foi um vencedor, ocupou todos os cargos relevantes da política no estado. Não se reeleger não lhe tira o mérito. Todos têm seus tempos na vida política. 

CESSEM AS HIPOCRISIAS

O QUE TEM SE VISTO depois da espetacular vitória do  Gladson Cameli para mais um mandato, é deputado, prefeito, se dizendo responsável por sua vitória nas suas bases. É a mais pura hipocrisia. O Gladson não precisou de nenhum deles para vencer. E, venceria mesmo se esta turma estivesse em outro palanque na eleição.

FEZ TUDO PARA PERDER

O QUE impressiona na vitória do Gladson é que, ele fez tudo o que se tem que fazer para perder a eleição. Como por exemplo, brigar com todas as lideranças de peso, que estiveram no seu palanque em 2018. E, venceu. Repete-se o bordão: político não é dono de votos.

O RESTO É CONVERSA

O QUE PESA na escolha de um candidato a presidente da Assembleia Legislativa, pelo menos no estado, não é ter a maior ou menor bancada na casa, mas o apoio de quem se encontra no governo. O resto é conversa fora.

ELEIÇÃO DA POUCA VERGONHA

“NUNCA se comprou tanto voto de forma descarada como nesta eleição”. A afirmação foi feita ontem ao BLOG pelo ex-prefeito de Cruzeiro do Sul, Vagner Sales (MDB). “Não se faz mais política séria”, disparou. Citou o caso de Mâncio Lima, onde a deputada federal Jéssica Sales (MDB), sua filha, destinou 18 milhões de reais de emendas parlamentares para obras pela prefeitura, e teve mil votos. “E, tem político que se soltarem num bairro de Mâncio Lima, não sabe voltar para o centro, e teve mais votos no município do que ela para federal. O mesmo aconteceu para deputado estadual”, enfatizou Vagner.

“SEREI VOTO VENCIDO”

A DEPUTADA federal Jéssica Sales (MDB) beirou os 21 mil votos. Não se elegeu por o MDB não ter feito o coeficiente eleitoral. Ficou como um nome forte para disputar a prefeitura de Cruzeiro do Sul daqui dois anos. Mas, se depender da opinião do pai Vagner Sales, ela vai exercer a medicina, já tendo vários convites para entrar em quadros médicos de hospitais. “Ela quer disputar a prefeitura, não quer sair da política, mas se depender de mim, ela vai trabalhar como médica, serei voto vencido quanto a ser candidata”, comentou Vagner.

SEM GRANDES VOTAÇÕES

O GRANDE número de candidatos a deputado federal nesta eleição pulverizou os votos. A legislação obrigava os partidos a terem chapa própria A mais votada na eleição de 2018 foi a Mara Rocha com 40 mil votos. A mais votada agora foi a Socorro Neri, com pouco mais de 25 mil votos.

CEDO PARA DEFINIÇÃO

O SECRETÁRIO-GERAL do MDB, Aldemir Lopes, disse ontem que reconhece ser o deputado eleito Emerson Jarude um bom nome para a presidência do MDB, mas que é cedo para definições; e crê que poderá haver mais de uma chapa disputando a presidência do partido. Não me disse, mas ele pode ser um nome para disputa. 

BANCADA LIBERADA

SOBRE ser base do governo na ALEAC, Aldemir Lopes disse ser norma no MDB liberar seus deputados, como aconteceu com o Roberto Duarte nesta legislatura.

OPOSIÇÃO MAJORITÁRIA

DOS TRÊS deputados eleitos pelo MDB, apenas um é declaradamente governista e deverá compor a base do Gladson Cameli, o ex-prefeito Tanízio de Sá. Antônia Sales e Emerson Jarude têm perfil de oposição.

VOTEI NA SIMONE

MEU VOTO para presidente foi na Simone Tebet (MDB). Não me sinto então responsável por o Brasil não ter na disputa do segundo turno um nome de centro, equilibrado, com perfil de estadista, como a Simone; e ter de escolher entre o Lula e o Bolsonaro.

PENSAR E REPENSAR

O COMANDO DO PT tem que pensar e repensar o papel do partido para as próximas disputas majoritárias. Vem de derrotas acachapantes. Perdeu tudo em 2018, na disputa da PMRB; e agora não elegeu um deputado para fazer um chá. O JV foi o mais votado da oposição, mas perdeu feio a disputa do governo. E, na política, o que vale é ter mandato. A hora no PT deve ser de meditação.

ERROU NA ESCOLHA

O professor Minoru Kinpara perdeu a eleição, no momento em que, ele escolheu o PSDB para disputar o mandato de deputado federal, apostando que teria 30 mil votos e compensaria a fraca chapa. Errou na escolha.

TUDO SERÁ DIFERENTE

O SENADOR Sérgio Petecão (PSD) vai dar destinação diferente para as suas emendas parlamentares; muitos prefeitos beneficiados na distribuição anterior, vão ficar de fora. Cada senador prioriza como quer suas emendas.

VOTOS CASADOS

PELA votação que se viu, os votos da deputada federal Vanda Milani (PROS) para o Senado, foram casados na capital, com o candidato ao governo Sérgio Petecão (PSD). Foi de uma lealdade extrema á aliança montada.

COISAS QUE NÃO SE EXPLICAM

HÁ COISAS na política que não se explicam. O deputado Nicolau Junior (PP) foi o artífice na montagem de uma aliança de 11 partidos para eleger o prefeito de Cruzeiro do Sul, Zequinha (PP). Não fosse o Nicolau, nem escolhido candidato teria sido. E, Nicolau não teve a recíproca nesta eleição; quando perdeu em CZS para o candidato Clodoaldo Rodrigues, apoiado pela prefeitura. Com isso, o Nicolau não será obrigado a manter a aliança. Na política, ou tem mão dupla ou não tem nada.

LIVRE PARA MUDAR

ALIADOS do deputado Nicolau Junior (PP) comentaram ontem com o BLOG que, agora ele ficará livre para daqui dois anos apoiar um outro nome a prefeito de CZS. “Não poderemos ser leais, com quem não foi leal com a gente”, ponderou um dos aliados do Nicolau. 

FRASE MARCANTE

“Não existe soldado fraco quando o general é forte”. (Ditado coreano).

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Acre 01

“Bancada xapuriense” na Aleac encolhe após sucesso de Moraes e derrocada de Antônio Pedro

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Há oito anos contando com dois deputados estaduais com residência oficial na cidade, Xapuri acaba de ficar órfã de um dos representantes políticos na Aleac após a eleição deste último domingo, quando apenas um deles, Manoel Moraes (PP), logrou êxito na quarta eleição enquanto Antônio Pedro (União) ficará pelo caminho ao fim do seu segundo mandato.

Essa espécie de “bancada xapuriense” de dois deputados deu margem para muitas histórias nos bate-papos de esquina e, inegavelmente, houve, desde sempre, uma rivalidade entre os dois grupos políticos – ora velada, ora mais evidente. Durante o primeiro mandato do governador reeleito, Gladson Cameli, ocorreu o momento manifesto da disputa.

Era claro o esforço que havia dos dois deputados em mostrar as ações e reivindicações que faziam em prol do município junto ao governo estadual. Ocorre que em certos momentos, as pautas se misturavam e ambos chegaram a chamar para si a responsabilidade por um mesmo investimento ou ação que o Poder Executivo concretizou em Xapuri.

Além disso, havia um certo embate nas redes sociais, promovido por militantes e simpatizantes, alguns mais e outros menos exaltados, sobre qual dos dois parlamentares era o mais atuante ou de influência mais forte junto ao governo quanto às demandas do município. Eles podem até negar, mas a constante concorrência entre ambos era pública e notória.

Muito se discutiu sobre a real importância para o município de Xapuri da condição de contar com dois deputados na Assembleia Legislativa, mas nunca houve – e é certo que nem poderia haver – consenso a respeito da vantagem ou indiferença da atuação dessa bancada de dois e prol dos xapurienses. Fato é que, de um jeito ou de outro, agora a cidade ficou órfã de um deputado.

Na busca por chegar competitivos à disputa pelo quarto e terceiro mandatos, respectivamente, Manoel Moraes e Antônio Pedro seguiram caminhos naturalmente opostos, mas que tiveram mudanças de rotas, durante o último ciclo eleitoral, especialmente após a eleição municipal, que talvez tenham sido determinantes no desfecho da atual eleição.

Moraes claramente se fortaleceu ao deixar o PSB e ir para o Progressistas de Gladson. Antônio nitidamente enfraqueceu em meio à grande confusão que se formou em torno da relação do partido do governador com o recém-criado União Brasil, que passou a ser a casa do deputado após o fim do Democratas. A contragosto, ele se afastou do seu guia político e líder maior.

Como o resultado de uma eleição tem reflexos imediatos na seguinte, não é equivocado dizer que a vitória de Manoel Moraes vai além da cadeira na Aleac e escancara a sua força para as próximas eleições municipais. Já Antônio Pedro sai deste pleito com um peso bem maior que o da mera derrota, que no âmbito municipal já vem precedida de outras duas.

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