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Domésticas vivem precarização com queda de 40% no trabalho

Noedilma Silva Santana, empregada doméstica em Ribeirão Preto, SP, recebe um salário mínimo por mês. Foto: F.L Píton / A Cidade / Futura Press Data: 18/03/2010
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O emprego melhorou no Acre mas algumas categorias, como os empregados domésticos, são obrigados a trabalhar sem carteira assinada. É o que se depreende da PNAD trimestral divulgada na semana semana de agosto, mostrando que no trabalho doméstico caiu em 40,8% o emprego com carteira assinada e subiu em 25,4% sem carteira entre o 1º e 2º trimestre de 2022.

Ou seja, nesse segmento cresce a informalidade enquanto cai o trabalho formal.

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Segundo a PNAD, o setor que mais empregou em 2022 foi o de transporte e alimentação (+41,7%), muito ligado à recuperação do turismo e ao delivery crescente na pandemia e neste pós-pandemia.

Outro setor que vem empregando muito neste ano é o de administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais, que apresentou crescimento de 15,2% em 2022.

Além do subemprego no trabalho doméstico, os trabalho por conta própria com CNPJ cresceu 36,6% no ano, em geral alavancado pelos microempreendedores individuais.

Os trabalhadores acima de 14 anos fora da força de trabalho cresceram 0,7%.

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