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Resex Chico Mendes segue entre as áreas de proteção mais ameaçadas pelo desmate no país

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Publicada nesta sexta-feira (12) a pesquisa “Ameaça e Pressão de Desmatamento em Áreas Protegidas”, do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) reafirma que a Reserva Extrativista Chico Mendes, que abrange vários municípios do Acre, é a 2ª unidade de conservação mais ameaçada e a 3ª mais pressionada pelo desmatamento no País.

Essa condição, que leva a resex ficar entre as mais ameaçadas, vem já há alguns anos e parece piorar a cada temporada de desmate e queima. A líder do ranking das 10 áreas mais pressionadas do Brasil é a APA Triunfo do Xingu, no Pará.

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Nesta última edição, o levantamento do Imazon mostrou que além da Resex Chico Mendes, outra reserva, a do Alto Juruá, além do Parque Nacional da Serra do Divisor, as Florestas do Mogno, Gregório e Antimary são unidades que estão seriamente em perigo.

O Sistema de Alerta de Desmate (SAD) do Imazon informa que de abril a junho de 2022 foi detectado um total de 4.102 km² de desmatamento na Amazônia. O cruzamento dos dados do SAD com a grade de células de 10 km x 10 km revelou que das 2.293 células que tiveram ocorrência de desmatamento, 1.523 (66%) indicam ´ameaça´ e 770 (34%)  “pressão” em APs. O número de células com ocorrência de desmatamento de abril a junho de 2022 é 20% menor em comparação com abril a junho de 2021. Isso ocorre porque apesar da área desmatada ser maior no período atual, o número de alertas é menor quando comparada com o período anterior.

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