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Famílias que não zelam por túmulos na capital correm risco de perdê-los

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Em recente entrevista à imprensa local, o secretário de Cuidados com a Cidade, Joabe Lira, convidou as pessoas que têm parentes sepultados em cemitérios da capital, mas que não estão zelando pelos túmulos, que passem a tomar essa providência. O objetivo do alerta é evitar os tumultos que ocorrem todos os anos no Dia de Finados.

O setor especializado da Prefeitura de Rio Branco marcou, inclusive, uma data limite para que as pessoas possam reformar e até construir os túmulos, que é o dia 19 de outubro. A partir desta data, apenas depois do Dia de Finados. Joabe Lira não falou a respeito, no entanto, existe uma Lei Municipal, a nº 8.809, que permite com que o município tome posse das sepulturas abandonadas ou em ruínas.

De acordo com Joab Lira, o município já fez sua parte no que se refere a limpeza dos cemitérios, melhorando a estrutura do calçamento e administrativa, e que agora cabe às pessoas que possuem parentes sepultados fazer a sua parte com a manutenção dos túmulos.

“Para que na semana que antecede o Dia de Finados não tenhamos nem um tipo de tumulto, estamos chamando agora para que as pessoas venham fazer essas manutenções”, finalizou o secretário.

A lei municipal que responsabiliza o município pela administração, construção, funcionamento, fiscalização de cemitérios e serviços funerários, diz em seu artigo 16 que o Poder Público pode tomar posse de sepulturas abandonadas ou em ruínas. Sendo considerado abandonado ou em ruínas, os túmulos com mais de 10 sem manutenção.

Nesse caso, o proprietário deverá ser convocado através de correspondência e editais publicados em jornais de grande circulação na região para fazer as devidas reformas em 90 dias. Esgotado esse prazo, os tumultos serão destruídos e os restos mortais levados para o ossuário, onde são depositados. A partir daí o Poder Público toma posse.

Cotidiano

Gestores do Acre conhecem experiências em estratégias e controle com equipe do REM

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Gestores do Acre que atuam nas ações de combate ao desmatamento e queimadas ilegais participaram na manhã desta quarta-feira, 17, de uma reunião com equipes da Secretaria Estadual de Meio Ambiente de Mato Grosso (Sema/MT), para conhecimento de estratégias de comando e controle integradas, no âmbito do Programa REM. A comitiva acreana foi recepcionada pela coordenadora-geral do REM/MT, Ligia Nara Vendramin, em Cuiabá.

A gerente da Unidade de Coordenação do Programa REM Acre Fase II, Rose Sena, ressalta que o encontro teve o objetivo de apresentar boas práticas que possam ser replicadas no Acre, especialmente na dinâmica com dados georreferenciados e fluxo de atuação integrada entre os órgãos de gestão ambiental, fiscalização ambiental e segurança pública.

A técnica do programa de fiscalização da Sema/MT, Lauriene Borges, discorreu sobre a dinâmica das ações de fiscalização, estratégias de atuação, ferramentas tecnológicas e o novo sistema de fiscalização em uso nas ações do REM para combate aos ilícitos ambientais.

A comitiva do Acre contou também com a participação do diretor executivo do Instituto de Meio Ambiente do Acre (Imac), Cristhyan Carcia; do chefe da Divisão de Uso do Solo do Imac, Kassem Quintela; do subdiretor de Planejamento do Corpo de Bombeiros Militar do Acre (CBMAC), Matheus Bertholdi; da coordenadora da Divisão de Áreas Naturais Protegidas e Biodiversidade da Semapi (Dapbio), Mirna Caniso; da coordenadora da comunicação do REM Acre, ngela Rodrigues; da consultora internacional Elsa Mendoza; do assessor técnico da Cooperação Técnica Alemã (GIZ) no Acre, Jânio Aquino; da diretora do Projeto REM (GIZ) – Brasil, Alicia Spengler; e de Gina Timóteo e Renata Costa, assessoras técnicas da GIZ – Brasil.

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Cotidiano

Família tem sintomas e Saúde confirma um caso de hanseníase em Xapuri

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A Saúde de Xapuri confirmou um caso de hanseníase depois de uma família ter apresentado sintomas da doença. Outro membro da mesma família já havia feito tratamento.

O caso foi confirmado pelo secretário de Saúde de Xapuri, Wagner Menezes, ao g1, também informando que o paciente ainda estava em fase inicial da doença.

“Uma pessoa levou a informação de que uma família no Seringal Nazaré poderia estar com hanseníase porque alguém da família já tinha feito tratamento e fizemos contato com o pessoal do Morhan, eles vieram, fomos até lá. E depois veio um dermatologista, foi feito exame, e destas pessoas que foram notificadas uma delas deu positivo”, disse o secretário.

O Acre teve, no ano passado, um aumento de 24% nos casos de hanseníase comparando com o ano anterior, segundo dados do Programa de Controle da Hanseníase, da Secretaria Estadual de Saúde (Sesacre).

Wagner Menezes disse que no município, quando a pessoa é diagnosticada com a doença, o caso é enviado para a capital e o estado envia a medicação e o município faz a distribuição mês a mês.

O tratamento pode durar de seis meses a dois anos.

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Cotidiano

Polícia Civil prende dois por estupro de vulnerável em Marechal Thaumaturgo

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Ao final da tarde da última terça feira, 16, a Polícia Civil em Marechal Thaumaturgo cumpriu dois mandados de prisão preventiva em desfavor de L. R. S., 46 anos e F. R. S. de L., 20 anos, ambos pelo crime de estupro de vulnerável.

Pesa, contra L. R. S., de 46 anos, acusação de estupro de vulnerável por ter sido filmado mantendo relações sexuais com uma menor de 13 anos de idade, a qual possui déficit cognitivo.

As informações foram levadas pelo Conselho Tutelar até a Polícia Civil, sendo representado pela prisão do infrator.

Já em desfavor de F. R. S. de L., de 20 anos, pesa a acusação de ter mantido relações sexuais mediante o uso de força com uma menor de idade. Para manter o crime em sigilo, F. R. S. de L. proferiu ameaças contra a vida da vítima e de seus familiares.

A Polícia Civil do Estado do Acre vem intensificando suas ações de combate a criminalidade em todas as regionais no sentido de coibir quaisquer tipo de ação delituosa.

Insta salientar que, tais ações contam com apoio do Ministério da Justiça, através do Programa Guardiões da Fronteira, contribuindo sobremaneira no combate a criminalidade.

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Cotidiano

Santa Juliana é acusado de demitir em massa por causa do novo piso de enfermagem

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A presidente do Sindicato dos Profissionais e Auxiliares de Enfermagem e Enfermeiros do Acre (Spate), Alesta Costa, está denunciando o Hospital Santa Juliana sobre a possibilidade de uma demissão em massa de técnicos e enfermeiros que trabalham na unidade de saúde.

De acordo com Alesta, a intenção do hospital é demitir até 20 profissionais, entre técnicos e enfermeiros. A sindicalista afirma que o novo piso dos profissionais, aprovado pelo Congresso Nacional e sancionado pela Presidência da República, é a justificativa para as demissões. “Já tivemos algumas demissões e o que nos preocupa é que os pacientes não podem ficar desassistidos por um profissional. O paciente não pode pagar por essa conta. Nós, junto com o nosso conselho, vamos fiscalizar e exigir que o dimensionamento seja respeitado”, diz Alesta.

Dimensionamento é como a saúde chama a exigência legal de quantos pacientes devem estar sob os cuidados de um único profissional. No caso dos técnicos, por exemplo, a lei exige que em caso de clínica, o máximo é de seis pacientes. No caso de pacientes de UTI são apenas dois.

O ac24horas procurou o padre Jairo Coelho, Ecônomo Geral da Diocese, responsável pelo Santa Juliana. O padre negou as demissões em massa. “Não existe demissão em massa, o Hospital está apenas adequando seu quadro”, afirmou, sem dizer, no entanto, quantos profissionais já foram ou serão demitidos.

A reportagem conversou com uma fonte que trabalha dentro da unidade que garantiu que alguns técnicos e enfermeiros já foram desligados.

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