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“Dar dó de ver os pacientes no PS”, diz Bocalom ao comentar caso de Ailton Oliveira

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O prefeito de Rio Branco Tião Bocalom comentou a situação da saúde estadual ao ac24horas na manhã desta sexta-feira, 24, após visitar o secretário de comunicação da prefeitura, Ailton Oliveira, que sofreu um infarto e se encontra à espera de uma vaga no Santa Juliana para passar por um processo de cateterismo.

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O gestor da capital acreana se disse assustado com o que viu no pronto-socorro da capital acreana e não poupou críticas à saúde do Acre. “Desde ontem à noite venho acompanhando a situação do Ailton, estive lá hoje pela manhã e vi que a situação está muito deficitária, com um quantidade enorme de pessoas pelos corredores. Fizeram uma nova obra, inauguraram novos leitos, mas a situação é desumana, dar dó de ver os pacientes naquela situação. Espero que o próximo governador resolva essa situação de construir um novo pronto-socorro. Uma pessoa não pode esperar por um cateterismo porque pode ir à óbito”, disse Bocalom.

Bocalom também comentou sobre as mortes dos bebês na unidade de saúde. “Essa questão dos bebês é a prova de que faltou um pouco mais de dedicação da saúde por parte do estado, de ter os respiradores. Não pode acontecer isso depois que o governo federal mandou tanto dinheiro para comprar respiradores”, disse o prefeito.

O gestor da capital acreana contou que o município deve realizar a contratação de novos médicos e dentistas nos próximos meses. “Corrigimos o salário dos médicos e agora vamos fazer um concurso para contratar 48 novos médicos e 64 dentistas para melhorar o atendimento à nossa população”, relatou Bocalom.

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Com suplentes comandando Senado pelo Acre, 16 nomes sonham com mesmo destino

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Atualmente, os três senadores que representam o Acre no Senado Federal não foram votados diretamente pela população. São suplentes que acabaram substituindo seus titulares. Maria das Vitórias (PSD) e Eduardo Velloso (União Brasil) assumiram após os pedidos de licenciamentos de Sérgio Petecão e Márcio Bittar, os dois candidatos ao governo. Já Mailza (Progressistas), herdou o mandato quatro anos atrás quando Gladson Cameli foi eleito governador do Acre.

Quando o eleitor vota em um candidato ao Senado, acaba votando também em seus suplentes que podem assumir a vaga em caso de vacância. Saiba quem são os dois suplentes dos oito candidatos que pediram registro de suas candidaturas no Tribunal Regional Eleitoral do Acre.

Alan Rick (União Brasil) – 1º suplente: Gemil Júnior, ex-diretor do Detran e Secretário de Saúde na gestão do petista Sebastião Viana, empresário e homem forte da administração da Igreja Batista do Bosque; 2º Suplente: Michel Negreiros Casagrande, Coronel da Polícia Militar.

Dimas Sandas (Agir) – 1º suplente: Tiago Farias, conhecido por ser o presidente da Associação dos Cornos do Acre; 2ª suplente é Ivana Moura.

Dra. Vanda Milani (PROS) – 1º suplente: Solino Matos, conhecido aliado do senador Sérgio Petecão; 2º suplente: José Costa;

Dr. Jenilson Leite (PSB) – 1º suplente: César Messias, ex-vice-governador e ex-deputado federal; 2º suplente: Coronel Anastácio, ex-comandante da PM no Acre durante o governo Sebastião Viana.

Márcia Bittar (PL) – 1º suplente: Ivo Galvão, professor; 2ª suplente: Beth Pinheiro, ex-vereadora em Rio Branco.

Nazareth Araújo (PT) – 1º suplente: Sibá Machado, ex-deputado federal e ex-senador; 2º suplente: Tião Bruzugu, fisioterapeuta.4

Ney Amorim (Podemos) – 1º suplente: Rennan Biths, Policial Civil e diretor da PC nos governos Sebastião Viana e Gladson Cameli; 2º suplente: Rui Oscar, advogado.

Sanderson Moura (PSOL) – Augusto Maia, sociólogo; 2º suplente: Pedro Teles, professor.

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Patrimônio de Alan Rick cresceu quase 600% em 8 anos, segundo declaração de bens ao TRE/AC

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O deputado federal Alan Rick Miranda, do União Brasil, foi o oitavo postulante a registrar, na manhã desta segunda-feira (15), último dia do prazo previsto pelo calendário eleitoral, a sua candidatura ao Senado Federal no Tribunal Regional Eleitoral do Acre (TRE/AC).

Em números brutos, sem considerar fatores como inflação e valorização de bens, Alan Rick apresentou um crescimento de quase 600% no valor do seu patrimônio desde o ano de 2014, quando foi eleito deputado federal pela primeira vez.

Naquele ano, Miranda declarou à Justiça Eleitoral R$ 268.166,11 em veículos automotores, apartamentos e uma área de terra nua.

Já em 2018, quando se reelegeu, Alan Rick apresentou mais que o dobro em valor dos seus bens declarados. Foram R$ 727.390,11 em fundos de investimentos, participações societárias e uma casa.

Na atual eleição, o valor do patrimônio declarado pelo candidato do União Brasil foi a R$ 2.121.474,30 – envolvendo quatro apartamentos, três terrenos, aplicações e investimentos e veículos automotores.

O parlamentar explica, no entanto, que possui, de fato, apenas um apartamento, que aparece na relação de bens no valor de R$ 500 mil. Os outros três relacionados são apenas cotas de férias, no valor de R$ 28.942,49 cada uma.

Cota de férias é um modelo de investimento em imóvel chamado de multipropriedade ou fração imobiliária, no qual se compra o direito a uma semana ou duas de uso em um hotel ou resort para aproveitar períodos de férias.

No mais, Alan Rick justifica o aumento do valor do patrimônio declarado ao TRE como resultado da valorização de bens no curso dos anos e dos investimentos que realizou nesse período.

O deputado federal chega ao começo da campanha ao Senado em meio a divergências com a maior liderança do União Brasil no Acre, o senador licenciado e candidato ao governo Márcio Bittar.

Alan Rick tinha encaminhado a candidatura a vice-governador na chapa do candidato à reeleição, Gladson Cameli, mas foi impedido após Bittar desmantelar a Comissão Provisória que dirigia o diretório estadual do União Brasil no Acre.

Os suplentes de Alan Rick são o empresário Gemil Salim de Abreu Júnior e o policial militar Michel Negreiros Casagrande.

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Dos sete candidatos ao governo do Acre, apenas Mara Rocha tem vice de outro partido

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Dos sete candidatos ao governo do Acre, Apenas Mara Rocha (MDB), escolheu um vice filiado a outro partido. Mara tem o pecuarista Fernando Zamora, do PRTB, como candidato a vice-governador nestas eleições.

Todos os demais escolheram correligionários para vice. Marcio Bittar, do União Brasil, traz a Dra. Georgia Micheletti, também do União, como vice.

Sergio Petecão apresentou o advogado Tota Filho, também filiado ao PSD, como seu vice.

David Hall (Agir) tem a empresária Jorgiene Cordeiro, do Agir, como vice.

Gladson Cameli (Progressistas) tem Mailza Gomes (Progressistas) como vice.

Jorge Viana, do PT, tem Marcus Alexandre, também do PT, como vice.

O professor Nilson Euclides, do Psol, tem a agente administrativa Jane Rosas, também filiada ao Psol, como sua vice.

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Certidões de nascimento com pais ausentes cresceram 6,3% em 2022 no Acre

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O fenômeno dos pais ausentes nas certidões de nascimento cresceu no Acre na pandemia e avança neste pós-pandemia: das 9.817 certidões registradas pelos cartórios entre 1º de janeiro a 14 de agosto de 2022 1.132 tiveram os pais ausentes.

Em 2021, 1.064 certidões foram registradas com pais ausentes em igual período de 2021, que foram feitos 10.294 registros de nascimento.

Ou seja, mesmo em quantidade menor de certidões, os pais ausentes cresceram 6,3%. Rio Branco concentra o maior número enquanto Cruzeiro do Sul é líder absoluto no interior: em 2022, são 17% de pais ausentes nas certidões do total de registros de nascimentos.

Jordão não teve nenhum pai ausente nas 189 certidões de nascimento lavradas em 2022.

A Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen-Brasil) disponibiliza uma nova página em seu Portal da Transparência, agora voltada à identificação do número de crianças registradas só em nome da mãe no Brasil – denominada Pais Ausentes.

O registro de nascimento, quando o pai for ausente ou se recusar a realizá-lo, pode ser feito somente em nome da mãe que, no ato de registro, pode indicar o nome do suposto pai ao Cartório, que dará início ao processo de reconhecimento judicial de paternidade.

O problema vem sendo enfrentado pela Defensoria Pública do Estado do Acre. No dia 12 de março deste ano, defensores, juízes, promotores e cartórios em torno de uma ação que tem como meta reduzir o número de pais ausentes no registro de nascimento, por meio do projeto Meu pai tem nome.

A ação nacional, envolvendo todas as defensorias públicas brasileiras, com apoio do Conselho Nacional das Defensoras e Defensores Gerais (Condege), foi desenvolvida para promover ações de mediação e conciliação em relações familiares rompidas por conflitos afetivos e que desencadearam a ausência do nome do pai ou da mãe no registro de nascimento.

Segundo o informe de março da DPE, Acre é o terceiro estado do país com maior número de ausência do nome do pai nos registros de nascimento, com a média de 10,5%.

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