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Governador prometeu 2 mil casas, mas não bateu um tijolo, diz Neném

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O deputado Neném Almeida (Podemos) disse nesta terça-feira (21) que o governo do Acre quer criminalizar as mães que tiveram filhos mortos no Pronto Socorro supostamente por síndromes respiratórias. “Estão pagando assessor para criminalizar as mães”, denunciou Almeida, afirmando que o remédio necessário para o tratamento das crianças era de fácil aquisição.

“Remédio para os pobres esse governo não compra”, disse. “Segundo a mãe, o governo chamou e passaram 1h30 dizendo para confiar nele”, relatou, afirmando que o pedido é sobre o que o governo menos tem: credibilidade.

Em outro tema, Neném disse que o governo prometeu moradia para 2 mil pessoas e não se vê sequer um tijolo em canto algum. Em outro vídeo, Neném mostrou o grande aparato policial usado para despejar as famílias que ocuparam uma área da Defesa Civil.

“E agora, onde as pessoas vão morar?”, bradou o parlamentar. “Dizem que vão construir um Centro da Juventude, mas o governador não consegue nem cuidar dos que já tem”, disse ele, sendo bastante aplaudido pelos sem-teto que foram à Aleac.

Acre

Vanda assina pedido de CPI para investigar alta dos combustíveis

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A deputada Vanda Milani (PROS-AC) é a primeira parlamentar da bancada federal do Acre a assinar o pedido de CPI para investigar a política de preços dos combustíveis adotada pela Petrobrás. Ela afirmou ser inadmissível o aumento da margem de lucro e a transferência de proventos aos investidores com impactos danosos ao país.

“A população mais carente não consegue mais pagar essa conta absurda gerada através da política de preços adotada pela estatal. Os aumentos constantes nos preços dos combustíveis e no gás de cozinha têm contribuído de forma negativa ao crescimento do Brasil, uma conta a mais na mesa de quem mais precisa”, criticou a deputada.

A parlamentar analisou documentos extraídos do sítio eletrônico FUNDAMENTUS (fundamentus.com.br), que, por sua vez, têm como fonte dados fornecidos pela própria empresa em seus relatórios oficiais de resultados, regularmente publicados. Para ela, se faz necessário passar à limpo alguns aspectos que causam estranheza como o pagamento de proventos em percentuais muito acima do mínimo legal, ao invés de investimentos em áreas alinhadas ao interesse público. Esse é um dos trechos que consta no relatório de pedido da CPI.

“A mudança na política de preços da Petrobras expõe fome e miséria no outro lado da moeda. O pão, o leite, o café e a carne são elementos muito essenciais para o brasileiro que perdeu o poder de compra. Essa situação se tornou um peso grande para as famílias pobres, ficando impossível de consumir esses alimentos com os impactos inflacionários gerados a partir do aumento dos combustíveis” analisou a líder do PROA no Acre.

Ela destacou ainda o esforço dos parlamentares no Congresso Nacional que aprovou a uniformidade nas alíquotas do ICMS sobre combustíveis em todo o País, medida que deve ser seguida pela estatal e pelos estados e municípios brasileiros. Para Vanda Milani o último aumento concedido pela Petrobrás foi um retrocesso.

“Trabalhamos pela diminuição nos preços dos combustíveis. O novo aumento dado pela estatal demonstra falta de compromisso com o social brasileiro. Já imaginou quanto será cobrado no valor da gasolina em Jordão, Porto Walter, Santa Rosa do Purus, nas regiões mais isoladas da Amazônia? A CPI quer apurar também se existe inobservância dos requisitos de modicidade e primazia do interesse público nacional” concluiu a deputada.

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Acre

“Eu me solidarizo com a dor dessas mães”, diz Alan Rick em solenidade

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O deputado federal Alan Rick (União Brasil) se solidarizou com as mães que perderam os filhos vítimas de Síndrome Respiratória Aguda Grave. O grupo protestou durante a solenidade de entrega de viaturas e armamentos às polícias civil e militar, equipamentos e veículos aos conselhos tutelares de 13 municípios acreanos com a presença da ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Cristiane Britto. As mães levaram cartazes e, mais uma vez, acusaram o governo do Estado de negligência por falta de leitos de UTI e medicamentos durante o atendimento às crianças vítimas.

“Eu me solidarizo com a dor dessas mães. Elas precisam ser ouvidas. Tenho certeza que o Estado, com a sindicância, vai ouvi-las. E tenho certeza que procedimentos serão feitos para que isso não mais ocorra. Precisamos aprender com os erros e não errar mais. Se algo ocorreu de errado, de negligência, o responsável tem que ser punido.” – afirmou o deputado Alan Rick.

Na última semana, o deputado Alan Rick fez a entrega de ventiladores pulmonares ao hospital da criança, frutos de emendas parlamentares dele e do governador Gladson Cameli, destinadas quando ainda era senador. Durante a pandemia, o parlamentar garantiu R$ 10 milhões em emendas extraordinárias, articulou a doação de 15 mil equipamentos de proteção individual (EPI’s) para os profissionais da saúde, e conseguiu ainda 110 respiradores para unidades de saúde na capital e no interior. Nos dois mandatos, já são mais de R$ 110 milhões destinados a saúde do Acre.

Ainda durante a fala na solenidade, o deputado Alan Rick lembrou do que passou com o filho e a esposa durante a pandemia no Acre. “Mesmo durante toda a luta com a minha família, quando quase perdi minha esposa e meu filho, não descansei na luta por mais leitos, mais equipamentos, mais recursos para o enfrentamento da pandemia no Acre. Além disso, ainda consegui a transferência de várias pessoas que precisavam de UTI para hospitais em Brasília e São Paulo.” – lembrou Alan Rick.

Diante do protesto, a ministra Cristiane Britto destacou a secretária nacional de Políticas para as Mulheres, Ana Munhôz, e o secretário nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, Maurício Cunha, para ouvir o grupo de mães.

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Acre

Justiça condena ex-prefeito de Mâncio Lima a devolver R$ 118 mil

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O Juiz Marlon Machado, da Vara Cível da Comarca de Mâncio Lima, julgou procedente a Ação Civil Pública (ACP) e condenou o ex-prefeito Cleidson Rocha por ato de improbidade administrativa. O magistrado entendeu que a conduta do réu foi intencional e causou prejuízos aos cofres públicos, sendo “reflexo do desprezo do demandado para com o cumprimento de suas atribuições legais”. Na sentença, foi aplicada nova multa,no valor de R$ 118 mil, em desfavor do ex-gestor, bem como suspendidos seus direitos políticos, por 6anos e levantada proibição de contratação com o Poder Público ou de recebimento de incentivos de crédito, de maneira direta ou indireta, pelo prazo de 5 anos.

Segundo o Ministério Público do Acre (MPAC), o demandado teria deixado de prestar contas referentes ao exercício do ano de 2011, tendo o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE/AC) atribuído ao Município um débito de R$ 644 mil em decorrência da irregularidade com a aplicação de duas multas, uma no valor de R$ 65 mil e outra de R$ 7 mil, em desfavor da municipalidade.

Ainda segundo o MPAC, o TCE/AC também teria apontado as seguintes irregularidades nas contas apresentadas pelo ex-gestor público: ausência de comprovação do saldo financeiro a ser transferido para o exercício seguinte, ausência de inventário patrimonial, desobediência ao limite de gastos com pessoal, além de desobediência à Lei de Licitações.
Em contestação, Cleidson alegou que a definição de improbidade é vaga e que não houve dolo ou má-fé de sua parte, motivo pelo qual a defesa pediu que a ACP fosse julgada improcedente.

“Os autos demonstram dispensa irregular de licitação para locação de sistema de folha de pagamento, compra de material para as unidades de saúde, compra de merenda escolar e impressão de material gráfico, tudo no valor total excedente de R$ 118.696,75, além de extrapolação do limite de gastos com pessoal e não realização de inventário (…) dos bens imóveis do Município, quando tinha a obrigação de fazer”, registrou o magistrado na sentença.

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Acre

Falsários tentam se passar por Fernanda Hassem para aplicar golpe

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Uma atendente de uma das casas lotéricas de Epitaciolândia foi surpreendida ao receber uma chamada via WhatsApp, por meio da qual uma pessoa tentava se passar pela prefeita de Brasiléia, Fernanda Hassem.

Do outro lado da linha, alguém pedia que a atendente fizesse pagamentos de boletos e que faria a transferência do dinheiro via PIX. Os criminosos usavam o telefone (68) 9933-1233 para aplicar o golpe, que não se consumou.

Após receber a negativa da atendente, a pessoa que tentava aplicar o golpe encerrou a chamada e a bloqueou. O caso foi noticiado à Delegacia de Polícia de Epitaciolândia, que apura o episódio, e a prefeita Fernanda Hassem foi avisada.

Os outros prefeitos da regional do Alto Acre, Bira Vasconcelos, de Xapuri, Jerry Correia, de Assis Brasil, e Sérgio Lopes, de Epitaciolândia, já foram vítimas de tentativas de golpes parecidos, inclusive envolvendo “clonagens” de whatsapp.

De posse do controle de aplicativos de mensagens, os falsários passam a pedir dinheiro de pessoas conhecidas e familiares dos titulares das contas, muitas vezes conseguindo ser bem sucedidos na ação criminosa.

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