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Mães de crianças mortas no PS voltam a protestar e dizem que vão pedir exumação dos corpos

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As mães dos bebês mortos no pronto-socorro de Rio Branco por Síndrome Respiratória Aguda voltaram a protestar na manhã desta segunda-feira, 20, em frente ao Palácio Rio Branco.

A funcionária pública Joelma Dantas, que perdeu o filho Théo de apenas 10 meses, disse que as mães tentam uma agenda com o presidente Jair Bolsonaro. “Nós já conseguimos uma agenda com o Bolsonaro por meio do senador Márcio Bittar, com a Ministra que é dos Direitos Humanos queremos que ela saiba dessa situação, afinal os direitos humanos dos nossos filhos não foram respeitados”, disse.

Joelma também anunciou que as mães protocolaram um pedido de exumação dos corpos. “Nós já protocolamos um pedido porque queremos que seja dito claramente, para que não haja dúvida alguma, de que nossos filhos morreram por negligência médica, não foi por Síndrome Respiratória, que fique claro que foi negligência”, afirmou.

Fotos de Sérgio Vale:

 

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Aliados de Bittar são exonerados de seus cargos no governo

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Com a confirmação da candidatura do senador licenciado Márcio Bittar ao governo do Acre pelo União Brasil, cargos comissionados de sua indicação começam a ser exonerados do governo do estado.

No Diário Oficial desta terça-feira, 9, Luiz Felipe Aragão Werklaenhg, que ocupava o cargo de Secretário de Desenvolvimento Urbano e Regional do Acre (SEDUR) desde fevereiro do ano passado, indicado por Bittar foi exonerado.

Além de Luiz Felipe, foram exonerados ainda o diretor Marcelo Augusto Alves Freire, os chefes de departamento Eduardo Queiroz Yarzon e Robson Diego Vidal Barros, e ainda Paula Lauandra Guimarães Oliveira, que era nomeada em uma CEC-5.

O governo não anunciou quem será o substituto de Luiz Felipe no cargo de secretário e os demais substitutos dos cargos exonerados.

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Justiça Federal determina reativação do Conselho Penitenciário do Acre

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Acolhendo parcialmente pedidos feitos em ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público Federal (MPF), a Justiça Federal deu prazo de 30 dias para que o governo do Acre reative o Conselho Penitenciário do Estado do Acre (Copen), com a adoção de medidas administrativas (apoio logístico, garantia de acesso aos locais e às informações, estrutura física, acesso aos sistemas administrativos) para o seu efetivo funcionamento.

Na instrução do processo, o Estado do Acre alegou que o Copen tem realizado suas funções, porém a decisão demonstra que desde 2015 o Copen está desativado e não há fiscalização das unidades prisionais acreanas. Sobre isso, o juiz federal Jair Araújo Facundes é taxativo ao dizer que “em se tratando de fiscalização da execução penal, o Estado não pode atuar timidamente, uma vez que o sistema penitenciário, no Brasil, é marcado por graves violações aos direitos humanos.”

No julgamento do mérito da ação, serão decididos os outros pedidos formulados pelo MPF, como a remuneração dos integrantes do Copen e a indenização de R$ 1 milhão por danos morais coletivos, a serem destinados à melhoria do sistema penitenciário, em projetos a serem elaborados com o auxílio do Copen, da sociedade civil, das pessoas privadas de liberdade e do MPF.

O andamento da ação pode ser acompanhada pelo número 1006194-83.2022.4.01.3000.

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Inflação muda comportamento dos brasileiros, mostra pesquisa

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Foto: Valter Campanato 

Com o orçamento apertado, um em cada quatro habitantes no país não consegue pagar todas as contas no fim do mês. A constatação é de pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) em parceria com o Instituto FSB Pesquisa, que aponta redução nos gastos com lazer, roupas e viagens.

De acordo com a pesquisa, sair do vermelho está cada vez mais difícil. Isso porque apenas 29% dos brasileiros poupam, enquanto 68% não conseguem guardar dinheiro. Apesar disso, 56% dos entrevistados acreditam que a situação econômica pessoal estará um pouco ou muito melhor até dezembro.

O levantamento também mostrou que 64% dos brasileiros cortaram gastos desde o início do ano e 20% pegaram algum empréstimo ou contraíram dívidas nos últimos 12 meses. Em relação a situações específicas, 34% dos entrevistados atrasaram contas de luz ou água, 19% deixaram de pagar o plano de saúde e 16% tiveram de vender algum bem para quitar dívidas.

Outros hábitos foram afetados pela inflação. Segundo a pesquisa, 45% dos brasileiros pararam de comer fora de casa, 43% diminuíram gastos com transporte público e 40% deixaram de comprar alguns alimentos.

Entre os que reduziram o consumo, 61% acreditam na melhora das finanças pessoais nos próximos meses. O otimismo, no entanto, não se refletirá em consumo maior. Apenas 14% da população pretendem aumentar os gastos até o fim do ano.

Pechincha

Entre os itens que mais pesaram no bolso dos entrevistados nos últimos seis meses, o gás de cozinha lidera, com 68% de citações. Em seguida, vêm arroz e feijão (64%), conta de luz (62%), carne vermelha (61%) e frutas, verduras e legumes (59%). Os combustíveis aparecem em sexto lugar, com 57%. No caso dos alimentos, a percepção de alta nos preços de itens como arroz, feijão e carne vermelha aumentou mais de 10 pontos percentuais em relação à pesquisa anterior, em abril.

Com a alta dos preços, a população está recorrendo a um hábito antigo: pechinchar. Segundo a pesquisa, 68% dos entrevistados admitiram ter tentado negociar um preço menor antes de fazer alguma compra neste ano. Um total de 51% parcelou a compra no cartão de crédito, e 31% admitiram “comprar fiado”. Os juros altos estão tornando o crédito menos atrativo. Menos de 15% dos brasileiros recorreram ao cheque especial, crédito consignado ou empréstimos com outras pessoas.

De acordo com o presidente da CNI, Robson Andrade, os rescaldos da pandemia de covid-19 e a guerra na Ucrânia comprometeram a recuperação econômica do país. A aceleração da inflação levou à alta dos juros, o que tem desestimulado o consumo e os investimentos. Em contrapartida, afirma Andrade, o desemprego está caindo, e o rendimento médio da população está se recuperando gradualmente, o que dá um alento para os próximos meses.

O levantamento, encomendado pela CNI ao Instituto FSB Pesquisa, é o segundo realizado no ano com foco na situação econômica e nos hábitos de consumo. Foram entrevistados presencialmente 2.008 cidadãos, em todas as unidades da Federação, de 23 a 26 de julho.

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Apenas 9% das acreanas doam ou já doaram leite materno

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O estudo feito pela Famivita com mais de 2,4 mil mulheres entre 8 e 17 de junho de 2022 e publicado neste começo de agosto lembra que o leite materno contém propriedades importantes para o crescimento e desenvolvimento do bebê, fortalecendo a sua imunidade contra diversas doenças.

E dada a importância da amamentação, em 1992, a Aliança Mundial de Ação Pró-Amamentação criou a Semana Mundial de Aleitamento Materno e; todos os anos, define um tema a ser explorado e lança materiais que são traduzidos em 14 idiomas com a participação de cerca de 120 países.

A semana mundial da amamentação vai de 1 a 7 de agosto, e este ano tem como tema “Fortalecer a Amamentação: educando e apoiando”. Tendo em vista a relevância do tema, no Brasil o mês de agosto é dedicado à conscientização da importância do aleitamento materno, e é chamado de Agosto Dourado.

Dentre os objetivos do Agosto Dourado está a doação de leite humano, afinal existem bebês prematuros que precisam deste alimento. E toda mulher que amamenta e produz um volume de leite além da necessidade do seu bebê, é uma possível doadora de leite humano. “Porém, conforme constatamos em nosso mais recente estudo, 82% das brasileiras que estão em período de amamentação ou que já amamentaram, nunca doaram o seu leite para um banco de leite humano. Principalmente as mulheres dos 18 aos 24 anos, com 90% das participantes”, diz a Famivita.

Dado o baixo percentual de mulheres que já doaram leite humano, o percentual de participantes que conhecem outras mulheres que já doaram leite humano, também é baixo. Somente 36% das brasileiras conhecem alguém que já doou seu leite para um banco de leite humano.

Principalmente as mulheres dos 35 aos 44 anos, com 44% das participantes afirmando conhecer alguém que já doou leite humano.

No Rio Grande do Sul, 31% das participantes conhecem doadoras de leite humano.

No Rio de Janeiro e em Santa Catarina, pelo menos 34% têm conhecidas que doam leite.

Já em São Paulo e em Minas Gerais, 37% das entrevistadas conhecem mulheres que doam leite para bancos de leite humano.

Apenas 9% das acreanas doam ou já doaram leite materno, 4º menor índice do país, segundo a pesquisa. Na Paraíba, líder do ranking, 22% doam leite, e no Amapá, útimo entre os Estados, apenas 8% tem este compromisso.

O ac24horas encaminhou mensagem a responsáveis pelo Banco de Leite do Acre e aguarda entrevista sobre o tema.

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