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Pesquisas mostram sofrimento do acreano para fazer a feira

FOTO: REPRODUÇÃO
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O ac24horas analisou três recentes estudos sobre a variação do custo dos alimentos em Rio Branco produzidos pela Federação do Comércio do Acre, IBGE e Governo do Estado, e identificou que, conforme a análise dos próprios organizadores das pesquisas, três situações comprometem mais o bolso do trabalhador: o corte de carne bovina colchão mole, comida no domicílio (a feira do dia a dia), e o leite de vaca em saquinho aparecem entre os mais importantes itens ou grupos.

Em uma pesquisa, o cálculo da cesta básica de alimentos aponta valor médio de R$636,36, estimado para junho de 2022, e revela custo superior em 3,48% ao constatado no último estudo feito em maio quando o preço médio foi de R$614,95, segundo a pesquisa da Federação do Comércio do Acre (Fecomécio).

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O levantamento é realizado parceria com o Instituto Data Control, com base em 15 produtos comercializados em quatro supermercados da capital acreana.

Considerando o período de março a junho do corrente ano, o aumento do custo da cesta básica de alimentos em Rio Branco é de 11,9%. Já de janeiro para junho do mesmo ano, a cesta básica aumentou 19,2% na capital e mesmo com a redução de preços observado em alguns itens entre os meses de maio para junho custo da cesta básica de alimentos em Rio Branco cresceu.

O estudo da Fecomércio avalia que a carne bovina, especialmente o colchão mole, segue representando o item de maior peso financeiro em relação ao custo total. O colchão mole é o corte selecionado pela Fecomércio para a estruturação do padrão de consumo das famílias acreanas. O percentual de participação desse corte no conjunto da cesta básica não foi divulgado.

O levantamento referente ao mês de abril realizado pela Secretaria de Estado do Planejamento e Gestão (Seplag) verificou-se que dos 14 produtos que compõem a cesta básica alimentar, 5 registraram recuo de preço em relação ao mês de março/2022, sendo o mais expressivo no item banana, que registrou variação negativa de -19,22%, na sequência a mandioca (-1,59%), farinha de mandioca (-0,63%), açúcar (-0,49%) e pão (-0,32%). Em contrapartida, nove produtos tiveram aumento de preços, com destaque para o leite que registrou variação positiva de 8,20%, seguido pelo frango (4,79%), arroz (3,55%), feijão (3,31%), café (1,68%), carne (1,39%) e manteiga (1,33%).

Já a pesquisa do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) produzida pelo IBGE as carnes de modo geral tiveram variação positiva de 5,33% na inflação de Rio Branco no mês de maio mas o maior peso é do grupo alimentos e bebidas em geral -e alimentação no domicílio pesou 18,14%, a maior variação dentro do grupo que mais inflacionou no período.

Do item carnes, essa foi a maior variação. O chã de dentro, que muitos conhecem como colchão mole -o corte de carne usado na pesquisa da Fecomércio -subiu 0,39% em maio no IPCA calculado pelo IBGE. Das carnes, essa foi a 5ª maior variação.

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