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Comitê vai debater inclusão de comerciantes na Orla do XV

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A pedido da deputada federal Vanda Milani (PROS-AC) a secretaria de infraestrutura do governo do Acre vai criar um Comitê de Debate de Inclusão Social durante a execução da Orla do XV. A parlamentar quer esclarecer todas as dúvidas sobre a execução do projeto e buscar um alinhamento para a situação de quem terá seus imóveis desapropriados. Ela destacou a sensibilidade do estado na criação de uma ouvidoria para moradores e comerciantes.

“É uma obra de execução complexa e de grandes desafios, impacta na infraestrutura urbana, mas, também, na cultura de alguns moradores que têm seus imóveis inseridos no traçado do projeto e que sofrerão desapropriação. A ideia é buscar junto com o estado e todos os parceiros envolvidos, uma solução que contemple a todos. O diálogo é o melhor caminho para essa construção” analisou a parlamentar.

A Orla do Quinze terá um porto com plataforma para atracagem, uma praça e um museu tecnológico. O projeto foi aprovado pela Caixa Econômica Federal e pela Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam). O processo licitatório, na modalidade concorrência, foi divulgado em uma edição extra do Diário Oficial do Estado e foi aberto o período de inscrição das empresas interessadas e capacitadas para executar o serviço. Dia 29 ocorre o pregão presencial.

Cirleudo Alencar garantiu que após a homologação do processo licitatório, “o estado vai iniciar imediatamente os serviços de engenharia que entre os benefícios, vão conter o desbarrancamento na rua Bolevar Augusto Monteiro, no bairro XV, principal rua do comércio.

“A nossa felicidade com essa informação é imensa, tem o trabalho de infraestrutura e de aquecimento da economia. É um investimento que vai gerar emprego e renda aquecendo a economia da capital. Com o fim da pandemia é hora de retomar o crescimento. A geração de emprego ajuda amenizar a fome, contribui para colocar mais alimento na mesa de quem mais precisa. A população do XV há muito espera pelo olhar do governo do Acre. Creio que estamos no rumo certo para realizar esse sonho e valorizar ainda mais a nossa história”, concluiu Vanda Milani.

Acre

Euclides reúne professores e debate plano para a Educação

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Em campanha para governador do Acre, o candidato Nilson Euclides, que é professor, se reuniu com a categoria educacional da rede estadual de ensino no final da tarde desta quinta-feira, 18, no auditório da Livraria Paim.

O candidato do PSOL foi convidado para debater seu plano de Governo e ouvir as demandas do Sindicato dos Professores da Educação Básica da Rede Pública de Ensino do Estado do Acre (Sinproacre), dirigido pela professora Alcilene Gurgel.

Há 12 como professor titular de Ciências Políticas da Universidade Federal do Acre, Nilson Euclides é conhecido entre acadêmicos acreanos, tendo lecionado na Uninorte e no extinto Iesacre, onde participou da formação de jornalistas que atuam na imprensa estadual.

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Acre

Cidades do Alto Acre ainda não têm movimentação de candidatos

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Diferentemente de outros municípios, como na região do Juruá, onde muitos candidatos já colocaram o “bloco na rua”, além da capital, Rio Branco, na regional do Alto Acre a movimentação de partidos e coligações ainda não começou a ser percebida, pelo menos na prática.

Naquela parte do estado, esta semana tem sido dedicada a reuniões de planejamento para ações futuras de campanha, como é o caso do PT, partido que lidera a Federação Brasil da Esperança. Encontros de alinhamento de atividades foram realizados nos últimos dois dias em Xapuri.

Também não há, por enquanto, agendas divulgadas publicamente, referente aos candidatos majoritários para as cidades do Alto Acre, que são administradas, na maioria, por prefeitos petistas. Apenas Epitaciolândia, cujo prefeito, Sérgio Lopes, é do PSDB.

No entanto, a maioria dos gestores petistas na região, com exceção de Bira Vasconcelos, em Xapuri, não representa apoio certo para a federação que reúne PT, PCdoB e PV.

Depois de manifestarem apoio ao governador Gladson Cameli antes de Jorge Viana ter sido anunciado como candidato ao governo, Fernanda Hassem, de Brasiléia, e Jerry Correia, de Assis Brasil, não falaram mais no assunto após as convenções.

Apesar de darem a largada nas campanhas um pouco mais tarde que outros municípios, não há dúvida de que os pouco mais de 40 dias que faltam até a eleição serão muito movimentados nas cidades do Alto Acre, região que também respira política.

Entre os candidatos mais conhecidos no Alto Acre que buscam se eleger ou reeleger neste pleito para cargos na Câmara Federal ou na Assembleia Legislativa, estão o ex-vereador Gessi Capelão (PSD), de Xapuri, que concorre para deputado federal, assim como uma das esposas do trisal de Brasiléia, Alda Radine (MDB).

Para a Aleac, buscam a reeleição os atuais deputados Manoel Moraes (PP) e Antônio Pedro (União Brasil), além da ex-prefeita de Brasiléia, Leila Galvão (MDB); Tadeu Hassem (Republicanos), irmão da prefeita Fernanda Hassem; e Vânio Miranda (União Brasil), irmão do ex-prefeito de Xapuri, Marcinho Miranda.

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Acre

Em passeata, José Adriano diz: “ansioso para trabalhar pelo Acre”

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O candidato a deputado federal pelo Partido Progressistas, José Adriano, dividiu a caminhada do partido ao lado dos candidatos Gladson Cameli, ao governo, e Ney Amorim, do senado, na tarde desta quinta, 18, na Baixada da Sobral, em Rio Branco.

O clima foi de alegria, descontração e um movimento de apoiadores que acredita em um Acre melhor. Para ele, um momento feliz. “Estou muito confiante de que a vitória é certa. Estou ansioso para trabalhar pelo nosso Acre ainda mais”, comenta Adriano, presidente licenciado do sistema Fieac e do Sebrae no Acre.

Há 30 anos, ele atua como empresário no ramo da construção civil e entre suas propostas estão o incentivo à políticas de créditos a micro e pequenos empresários, um novo parque industrial em Rio Branco e em Cruzeiro do Sul e a defesa do sistema S.

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Acre

Alan Rick teve que conter suplente contra militância de Gladson

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O ato do candidato ao senado Alan Rick (União Brasil) de reunir militância e fazer um desfile antes do início da caminhada de lançamento da campanha de Gladson Cameli, candidato a reeleição, e Ney Amorim, candidato ao senado, parece que teve troco após as militâncias entenderem o ato como “provocação”.

Quando o governador Gladson chegou acompanhado de Ney e a vice Mailza Gomes, Alan tentou se aproximar para fotos e vídeos, mas não conseguiu chegar perto inicialmente. Após a caminhada começar, Alan tentou entrar no pelotão da frente, mas foi “impedido” pela multidão de pessoas que estavam circulando o governador.

A situação foi tão constrangedora, que o 1º suplente de Alan ao senado, empresário Gemil Júnior, e tesoureiro da Igreja Batista de Bosque, ficou bastante incomodado com a situação e teve que ser contido por Alan que lhe pediu “calma”.

Interlocutores palacianos que acompanharam a cena junto com a reportagem do ac24horas comentaram que a “exclusão” de Alan seria em alusão ao filme “Deixados Para Trás”, película bíblica que retrata o pós arrebatamento e a tribulação.

Em contato com o ac24horas, Gemil afirmou que o secretário de Turismo, Márcio Pereira, apontou o dedo na sua cara durante a caminhada. “O secretário Márcio Pereira apontou o dedo na minha cara e chamando tanto eu e Alan de moleque porque estávamos lá. Não teve nada haver em querer se aproximar do Gladson”, disse

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