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Guerra das blogueiras: Ludmilla Cavalcante pede R$ 50 mil e retratação de Yara Vittal na justiça

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As desavenças entre duas das mais famosas blogueiras do Acre ganharam mais um capítulo. Agora, na esfera judicial. A digital influencer Ludmilla Cavalcante entrou na justiça com uma ação de reparação de danos morais em razão do que considera publicações ofensivas nas redes sociais feitas por Yara Vittal.

Ludmilla, representada por sua advogada, argumenta na ação que é pessoa idônea, influenciadora digital conceituada, além de muito bem quista em sua cidade e que possui, atualmente em sua rede em torno de 271 mil seguidores . Ela diz ainda que apesar dessas qualidades, vem sofrendo constantes agressões e ataques cruéis à sua personalidade na rede social “Instagram” e ainda que a cada dia que passa, vem crescendo e se destacando cada vez mais em sua carreira como influenciadora digital, sendo que sua fama está se expandindo a nível nacional, o que em contrapartida acaba por despertar a “fúria e o ódio” de pessoas que não torcem por seu sucesso, como é o caso de Yara Vittal.

Ludmilla afirma que por causas das postagens “maldosas e totalmente difamatórias”, vem sofrendo com problemas psicológicos, bem como, está perdendo inúmeros trabalhos, seja por conta de seu abalo emocional ou pelo fato de sua imagem estar sendo alvo de difamações.

Para justificar a ação, foram juntados inúmeros prints de publicações, além de vídeos, onde Yara Vittal é acusada de promover ataques contra Ludmilla e por também ser influenciadora digital, possuindo muitos seguidores em seu perfil, a Cavalcante alega que os conteúdos inapropriados sobre sua vida pessoal acabam tendo um alcance muito grande, tomando proporções e ocasionando prejuízos imensuráveis.

Yara é acusada de divulgar diversas mensagens desonrosas em sua rede social, Instagram e Twitter, alegando inúmeros fatos de sua vida pessoal de Ludmilla, principalmente a respeito de seu relacionamento e suas filhas menores de idade, espalhando informações inverídicas e sem provas concretas como se verdade fossem e ainda que fossem verdade, o que definitivamente não é, esses tipos de comentários ultrapassam o conceito de mera opinião.

Ludmilla pede na justiça que seja concedida uma liminar para que seja retirada qualquer publicações ofensivas da página pessoal de Yara, para que, em que pese seu conteúdo já tenha se espalhado por diversas outras páginas, seja possível minimizar o dano que ainda pode ser causado pelo que chama de acusações levianas e ataques cruéis que foram publicados.

O outro pedido é que Vittal seja condenada ao pagamento de R$ 50 mil reais, a título de indenização por danos morais, posto que teria agido com extrema má-fé difamando Ludmilla publicamente nas redes sociais.

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Rio Branco tem o melhor Índice de Qualidade da Educação do Acre; pior é em Santa Rosa

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A Secretaria Estadual de Educação, Cultura e Desporto (SEE), publicou no Diário Oficial desta terça-feira, 16, o Índice de Qualidade da Educação (IQE) em todos os 22 municípios acreanos.

O índice é resultado de um cálculo que leva em conta a nota recebida pelo IDEB, que é o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica, criado pelo governo federal para medir a qualidade do ensino nas escolas públicas, e a taxa de abandono escolar em cada município.

De acordo com os números divulgados pela própria SEE, o melhor Índice de Qualidade da Educação está em Rio Branco, capital do estado, com 6,4 de nota no IDEB. Com uma taxa de abandono de 0,20%, o número final da capital acreana é de 5,408490%. Os municípios de Brasileia e Senador Guiomard também receberam 6,4 de nota do IDEB. Só que com taxas de abandono um pouco maiores, de 0,40% e 1.80% estão em segundo e terceiro lugar respectivamente.

Os menores IQE estão em Santa Rosa do Purus que recebeu 3,4 do IDEB e tem uma taxa de 4,30%, a maior do Acre. Na sequência, aparece o município de Porto Walter com 3,7 do IDEB e 1,20% de taxa de abandono.

Vale ressaltar que o IQE é aplicado na apuração do ICMS para cada município.

Confira a classificação geral do Acre no quadro abaixo:

 

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Líder de facção é executado no Acre em ataque que teve mais de 30 tiros

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O líder de uma organização criminosa identificado como André Luiz do Amaral, de 29 anos, foi executado a tiros na noite desta segunda-feira, 15, na frente de um estabelecimento situado na rua Uirapuru, no bairro Cidade Nova, segundo distrito de Rio Branco.

Segundo a polícia, André estava reunido com amigos na frente do estabelecimento quando criminosos chegaram em uma motocicleta e um veículo de cor branca. O grupo armado efetuou mais de 30 tiros na direção de André, que mesmo ferido, ainda conseguiu correr para dentro do estabelecimento e caiu. Os amigos da vítima saíram ileso durante o ataque. Após a ação, os criminosos fugiram do local.

Populares acionaram a ambulância do suporte avançado do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), mas a equipe apenas atestou o óbito.  O corpo foi removido e encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para os exames cadavéricos.

Policiais Militares do 2° Batalhão colheram as características dos bandidos, fizeram patrulhamento na região, mas ninguém foi encontrado. A polícia acredita que o crime foi motivado pela guerra entre facções.

O caso segue sob investigação dos Agentes de Polícia Civil da Equipe de Pronto Emprego (EPE) da Delegacia Especializada de Investigação Criminal (DEIC).

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Com suplentes comandando Senado pelo Acre, 16 nomes sonham com mesmo destino

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Atualmente, os três senadores que representam o Acre no Senado Federal não foram votados diretamente pela população. São suplentes que acabaram substituindo seus titulares. Maria das Vitórias (PSD) e Eduardo Velloso (União Brasil) assumiram após os pedidos de licenciamentos de Sérgio Petecão e Márcio Bittar, os dois candidatos ao governo. Já Mailza (Progressistas), herdou o mandato quatro anos atrás quando Gladson Cameli foi eleito governador do Acre.

Quando o eleitor vota em um candidato ao Senado, acaba votando também em seus suplentes que podem assumir a vaga em caso de vacância. Saiba quem são os dois suplentes dos oito candidatos que pediram registro de suas candidaturas no Tribunal Regional Eleitoral do Acre.

Alan Rick (União Brasil) – 1º suplente: Gemil Júnior, ex-diretor do Detran e Secretário de Saúde na gestão do petista Sebastião Viana, empresário e homem forte da administração da Igreja Batista do Bosque; 2º Suplente: Michel Negreiros Casagrande, Coronel da Polícia Militar.

Dimas Sandas (Agir) – 1º suplente: Tiago Farias, conhecido por ser o presidente da Associação dos Cornos do Acre; 2ª suplente é Ivana Moura.

Dra. Vanda Milani (PROS) – 1º suplente: Solino Matos, conhecido aliado do senador Sérgio Petecão; 2º suplente: José Costa;

Dr. Jenilson Leite (PSB) – 1º suplente: César Messias, ex-vice-governador e ex-deputado federal; 2º suplente: Coronel Anastácio, ex-comandante da PM no Acre durante o governo Sebastião Viana.

Márcia Bittar (PL) – 1º suplente: Ivo Galvão, professor; 2ª suplente: Beth Pinheiro, ex-vereadora em Rio Branco.

Nazareth Araújo (PT) – 1º suplente: Sibá Machado, ex-deputado federal e ex-senador; 2º suplente: Tião Bruzugu, fisioterapeuta.4

Ney Amorim (Podemos) – 1º suplente: Rennan Biths, Policial Civil e diretor da PC nos governos Sebastião Viana e Gladson Cameli; 2º suplente: Rui Oscar, advogado.

Sanderson Moura (PSOL) – Augusto Maia, sociólogo; 2º suplente: Pedro Teles, professor.

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Patrimônio de Alan Rick cresceu quase 600% em 8 anos, segundo declaração de bens ao TRE/AC

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O deputado federal Alan Rick Miranda, do União Brasil, foi o oitavo postulante a registrar, na manhã desta segunda-feira (15), último dia do prazo previsto pelo calendário eleitoral, a sua candidatura ao Senado Federal no Tribunal Regional Eleitoral do Acre (TRE/AC).

Em números brutos, sem considerar fatores como inflação e valorização de bens, Alan Rick apresentou um crescimento de quase 600% no valor do seu patrimônio desde o ano de 2014, quando foi eleito deputado federal pela primeira vez.

Naquele ano, Miranda declarou à Justiça Eleitoral R$ 268.166,11 em veículos automotores, apartamentos e uma área de terra nua.

Já em 2018, quando se reelegeu, Alan Rick apresentou mais que o dobro em valor dos seus bens declarados. Foram R$ 727.390,11 em fundos de investimentos, participações societárias e uma casa.

Na atual eleição, o valor do patrimônio declarado pelo candidato do União Brasil foi a R$ 2.121.474,30 – envolvendo quatro apartamentos, três terrenos, aplicações e investimentos e veículos automotores.

O parlamentar explica, no entanto, que possui, de fato, apenas um apartamento, que aparece na relação de bens no valor de R$ 500 mil. Os outros três relacionados são apenas cotas de férias, no valor de R$ 28.942,49 cada uma.

Cota de férias é um modelo de investimento em imóvel chamado de multipropriedade ou fração imobiliária, no qual se compra o direito a uma semana ou duas de uso em um hotel ou resort para aproveitar períodos de férias.

No mais, Alan Rick justifica o aumento do valor do patrimônio declarado ao TRE como resultado da valorização de bens no curso dos anos e dos investimentos que realizou nesse período.

O deputado federal chega ao começo da campanha ao Senado em meio a divergências com a maior liderança do União Brasil no Acre, o senador licenciado e candidato ao governo Márcio Bittar.

Alan Rick tinha encaminhado a candidatura a vice-governador na chapa do candidato à reeleição, Gladson Cameli, mas foi impedido após Bittar desmantelar a Comissão Provisória que dirigia o diretório estadual do União Brasil no Acre.

Os suplentes de Alan Rick são o empresário Gemil Salim de Abreu Júnior e o policial militar Michel Negreiros Casagrande.

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