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Mensagem de ‘massacre’ causa pânico e suspensão de aulas no Acre

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Alunos e funcionários da escola estadual Armando Nogueira, localizada na Estrada Dias Martins, no bairro Distrito Industrial, em Rio Branco, viveram momentos de tensão e pânico no final da manhã desta sexta-feira, 3, após uma informação disseminada de que membros de facção invadiriam o local e causariam um massacre na instituição de ensino.

De acordo com informações da diretora da escola, Ada Cristina, o ocorrido foi uma espécie de ‘salve’, uma mensagem digitada na rede de wi-fi do celular de um aluno, que dizia “massacre na escola às 12:57”, que circulou verbalmente e em foto (print) entre alunos e grupos de WhatsApp da instituição de ensino pelo turno da manhã.

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A gestora relatou à reportagem do ac24horas, que no dia anterior um criminoso armado pulou o muro da escola, rendeu três alunos, perguntou onde eles moravam e em seguida roubou o celular de um deles e fugiu.

“Nossos funcionários e vários alunos já estavam todos com medo e apreensivos devido o roubo do celular do aluno na escola. No momento do ocorrido, uma funcionária chegou até se trancar no banheiro com medo. Hoje, juntou o roubo de ontem e a informação de ‘massacre na escola às 12:57’, e o pânico foi disseminado na escola. Tivemos que cancelar as aulas pelo turno da tarde, porque vários professores e alunos estavam com medo”, disse a diretora.

Um funcionário que não identificaremos por motivo de segurança disse que membros de facção estão acostumados a pular o muro da escola frequentemente para jogar futebol na quadra localizada aos fundos da instituição de ensino e informou ainda que vários furtos vêm ocorrendo.

“Aqui é furtado a alimentação dos alunos, eles quebram a porta e furtam tudo. Outro dia, até um computador foi furtado e as fiações elétricas da piscina poliesportiva, que está servindo todo final de semana como banho para membros de facção. Já foi pedido para levantar o muro que é muito baixo e concertina com alarmes, mas nunca vieram resolver o problema”, relatou.

A diretora Ada Cristina informou à reportagem que chegou a encaminhar três ofícios à Secretaria de Educação, Cultura e Esportes (SEE) informando dos furtos frequentes na escola e roubos, pedindo segurança na instituição de ensino, porém até o momento nada foi feito.

“Precisamos de segurança, estamos sendo vítimas de furtos e roubos, já solicitei várias vezes seguranças, polícia no local, não podemos fazer mais nada, estamos correndo riscos e nada vêm sendo feito”, concluiu.

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