Conecte-se agora

Jorge Viana se encontra com Lula e reforça candidatura ao Senado

Publicado

em

Nesta terça-feira, 31, o ex-governador e ex-senador, Jorge Viana, se encontrou com o pré-candidato à presidência da República, Lula. Em uma foto publicada no Instagram, o político do Acre declarou que acredita e irá lutar pela boa política e disse ter “fé em dias melhores para todos”.

Segundo Viana, a conversa foi pautada no Acre, na Amazônia e no Brasil, pensando especialmente no sofrimento das pessoas e famílias, e na falta de perspectiva dos jovens no país.

Na reunião também foi discutido o papel a qual JV pretende desempenhar, de acordo com ele, foi requisitado seu apoio nas questões ambientais, além disso, outras agendas serão marcadas posteriormente para discutir outros determinados assuntos.

“Hoje eu tive uma boa reunião com o presidente Lula, atualizando as coisas, conversamos muito e fechamos algumas agendas. Discutimos que irei ajudar nas questões ambientais. Participei do congresso do PT sábado, e o caminho está sendo este”, explicou.

O petista também esclareceu sobre sua posição enquanto a disputa aos cargos no Estado, já que ainda não estava definido se tentaria o pleito para o governo ou para o Senado Federal. De acordo com ele, seu partido deseja a sua candidatura para o Senado.

“Neste momento o partido está apontando minha candidatura para o Senado, vou estar na cédula, na urna. E a gente agora vai começar a conversar com os partidos aliados da coligação nacional e da nossa federação, para ouvir como é que a gente trabalha a chapa majoritária no nosso campo”, emitiu.

Destaque 6

Valor de produção da pecuária é o dobro da agricultura no Acre

Publicado

em

Com valor estimado em junho de R$ 1,57 bilhão, a pecuária representa 64% do valor da produção rural do Acre. A agricultura, com R$929 milhões, tem participação de 36%.

Ou seja: a soma de todos os produtos agrícolas -banana, milho, soja, café, arroz, mandioca e outros -é menor que o da pecuária sozinha.

Para efeito de comparação, no Mato Grosso a pecuária representa 15% do Valor Bruto de Produção. Os produtos agrícola, liderados pela soja, milho e algodão, somam 85%. Em Alagoas, o VBP da agricultura equivale a 82% do total.

Ainda como comparação, em São Paulo as lavouras são 73% do VBP.

O VBP mostra a evolução do desempenho das lavouras e da pecuária ao longo do ano e corresponde ao faturamento bruto dentro do estabelecimento. Calculado com base na produção da safra agrícola e da pecuária, e nos preços recebidos pelos produtores nas principais praças do país, dos 26 maiores produtos agropecuários do Brasil.

O valor real da produção, descontada a inflação, é obtido pelo Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) da Fundação Getúlio Vargas. A periodicidade é mensal.

Continuar lendo

Destaque 6

Dez partidos se unem para declarar apoio à reeleição de Gladson

Publicado

em

Uma reunião, neste final de semana, com a presença do governador Gladson Cameli e lideranças de dez partidos fechou questão sobre o apoio à sua reeleição. No entanto, ainda é possível que outros partidos venham compor a sua base eleitoral até o prazo limite das convenções partidárias no próximo dia 5 de agosto.

Progressistas, PSDB, Podemos, PDT, Solidariedade, Cidadania, Democracia Cristã, Brasil 35, Patriotas e PMN já decidiram que marcharão com Cameli. Outra deliberação foi sobre a escolha do nome que comporá como candidato a vice-governador na chapa.

O escolhido é o deputado federal Alan Rick (UB). Mas, como já foi amplamente divulgado pela imprensa, existem problemas internos no União Brasil que podem inviabilizar a escolha de Alan. Gladson espera que essa questão tenha um desfecho favorável nos próximos dias.

Mas, caso as dificuldades políticas internas do União Brasil não sejam superadas e, portanto, o nome de Alan seja inviabilizado a coligação tomou uma decisão. Com o apoio de todos os partidos, Gladson Cameli terá a liberdade de escolher entre os partidos que compõe sua coligação o seu companheiro de chapa.

Continuar lendo

Destaque 6

Lula diz que reforma tributária é “muito complexa”

Publicado

em

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) classificou na quinta-feira (28) as discussões sobre a reforma tributária como “complexas” e propôs que mudanças aconteçam pontualmente para que se crie um modelo que satisfaça “a todas as pessoas”.

A fala foi feita durante um evento com presidenciáveis organizado pela Confederação Nacional dos Transportes (CNT), em Brasília. Lula estava acompanhado do ex-governador Geraldo Alckmin (PSB), vice em sua chapa nas eleições deste ano.

“Eu não sei se a gente tem que continuar falando em reforma tributária, que é uma coisa muito complexa. Quem sabe a gente pega os pontos cruciais e, ponto por ponto, a gente consiga fazer com que aconteça no Brasil um modelo de tributação que a gente possa satisfazer a todas as pessoas”, afirmou.

Segundo ele, é preciso abandonar pretextos para “não fazer as coisas” e fazer com que o projeto “atenda aos interesses da nação”.

Lula lembrou que, em 2007, durante seu governo, apresentou ao Congresso uma proposta de política tributária construída com todos os presidentes de federações de indústrias, lideranças dos partidos políticos e centrais sindicais, além dos 27 governadores.

“Quando eu levei a proposta de política tributária para o Congresso Nacional eu achei que ia ser votada como aquelas votações de prestações de contas no sindicato: quem é a favor fica como está, quem é contra levante a mão. Ou seja, a verdade é que, quando se escolheu o redator, que foi o [deputado] Sandro Mabel [então no PR-GO], a política tributária não andou e até hoje não aconteceu nada”, disse.

O ex-presidente afirmou estar aberto ao diálogo por gostar de conversar e ressaltou o papel de Alckmin nas negociações. “Eu acho que vocês terão, pela primeira vez, duas pessoas na Presidência”, disse.

O petista também voltou a defender o papel do Estado como indutor do crescimento econômico no país.

“Quando houve a queda do Lehman Brothers [em 2008], quem interveio para que a gente consertasse foi o governo americano. Se ele não colocasse trilhões e trilhões de dólares, não teria resolvido a quebra do sistema financeiro. Quando houve a crise da pandemia de Covid, quem é que resolveu o problema? O Estado. Porque se o Estado não entra, não tem solução, e o dinheiro que não existia, apareceu”, disse.

Lula defendeu que o governo faça “o dinheiro aparecer” para que o país tenha infraestrutura e dê um “salto de qualidade”.

“O dinheiro existe. Eu posso dizer para vocês que o dinheiro existe, o tesouro tem dinheiro. Acontece que o burocrata tesoureiro (…) tem o hábito de sentar em cima do dinheiro e dizer que não tem dinheiro para nada. Ele adora dizer que tem dinheiro em caixa e, para mim, dinheiro em caixa é bom transformado em obra, rodovia, ferrovia, portos, aeroportos, empregos. É esse que é o caixa bom, e é isso que nós vamos fazer neste país”, afirmou.

Continuar lendo

Destaque 6

Ciro Gomes chama política da Petrobras de “calhorda”

Publicado

em

O candidato à Presidência da República Ciro Gomes (PDT) classificou nesta sexta-feira (29) como “calhorda” a política da Petrobras que distribuiu o lucro no valor de R$ 88 bilhões a acionistas, segundo anúncio feito ontem pela empresa.

Ciro afirmou que a Petrobras distribuiu R$ 88 bilhões a “acionistas minoritários”. No entanto, 37% desse valor, o equivalente a R$ 32,4 bilhões, vão para o acionista majoritário (governo federal). Já os minoritários receberão os 63% restantes, ou R$ 55,6 bilhões.

“Qual o efeito da taxa de juros sobre os preços da Petrobras? Numa política calhorda que distribuiu ontem R$ 88 bilhões de lucro antecipado para os acionistas minoritários, que hegemonizaram a Petrobras porque o Lula e o FHC entregaram 60% do capital não votante da Petrobras aos banqueiros”, disse Ciro durante encontro com a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), em Brasília.

A CNN procurou a Petrobras para comentar sobre a fala de Ciro e aguarda resposta.

Durante a sua fala, Ciro também se colocou novamente como alternativa a Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e ao presidente Jair Bolsonaro (PL), criticando as políticas dos outros dois candidatos.

“Eu tô pedindo para o Lula refletir sobre isso, senão ele vai destruir a biografia dele. Se eu não conseguir salvar o país dessa tragédia, ele vai para lá”, disse Ciro, na continuação de sua fala sobre a Petrobras.

“Chegar ali dizendo que ‘picanha e cerveja vão voltar’, na memória afetiva, e nós todos pequenos burgueses felizes que nos livramos do fascista malcriado”, acrescentou.

“Não é só livrar do fascista malcriado nossa tarefa, não. É botar alguma coisa no lugar da terra arrasada que nós estamos. Se o povo brasileiro perceber, eu creio que tenho chance. Senão, quero ter lugar na história de quem procurou avisar antes e se entregar inteiro aos riscos inerentes a propor uma mudança”, concluiu o pedetista.

Continuar lendo

Newsletter

INSCREVER-SE

Quero receber por e-mail as últimas notícias mais importantes do ac24horas.com.

* indicates required

Leia Também

Mais lidas

error: Conteúdo protegido!