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Cacique relata confrontos de índios com OVNI’s no Acre

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No CipódCast, o cacique Ninawa Inu Huni Kui disse ter procurado, em Brasília, a Polícia Federal e o Exército Brasileiro através do Ministério Público Federal para investigar o aparecimento e ação frequente de OVNIs em comunidades indígenas no Acre na altura do Alto Rio Envira, especificamente na aldeias Ashaninka Nova Floresta e Coco Açu.

Segundo relatos, ao entardecer, objetos surgiam da floresta e pelo ar rumavam em direção a comunidade indígena. Os objetos são descritos como do tamanho de motocicletas, e achatados. São rápidos e com luzes.

Em episódios mais marcantes, os indígenas chegaram a montar emboscadas e tentar com tiros e flechas acertar os objetos, o que foi em vão devido a rapidez das “naves”.

O caso mais grave sucedeu quando um indígena flagrou a companheira tendo contato com uma luz que vinha de uma nave. O homem, então no desespero, tentou atirar no objeto, mas recebeu uma descarga elétrica no momento em que apertava o gatilho da espingarda e desmaiou.

Por ser liderança indígena, e conhecido internacionalmente, Ninawa procurou o Ministério Público Federal em Brasília, que consultou a Polícia Federal, a Segurança Nacional e o Exército Brasileiro, que negaram ter feito operações na região.

Nas aldeias, após meses de experiências inexplicáveis, os indígenas passaram a conviver rotineiramente com os objetos, até que certo dia, eles deixaram de aparecer.

O Cacique Ninawa, que discursa frequentemente a convite da ONU em diversos países e universidades, não acredita os objetos tenham origem extraterrestre, embora admita a existência do Curupira e do Caboquinho da Mata – figuras mitológicas da Amazônia, cujas histórias são passadas de geração em geração nos povos da floresta.

“Outro mistério da floresta é o Batedor. Ele bate na numa árvore, e se você gritar ‘bate de novo’, ele bate mais perto, e aí você grita ‘bate de novo’, e ele bate mais perto, e se você gritar ‘bate de novo’, ele bate em você”, disse o cacique.

Assista a entrevista:

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Acre

Desemprego no Acre recua para 11,9%; informalidade aumenta

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O IBGE divulgou na manhã desta sexta-feira (12) a PNAD Contínua Trimestral informando que a taxa de desemprego caiu de 14,8% para 11,9% no segundo trimestre de 2022. Esse percentual é o 7º maior do País e mostra que apesar do crescimento do trabalho formal ampliar a oferta de emprego é um dos maiores desafios para o próximo governador do Acre.

A taxa de informalidade é ainda mais preocupante: à proporção em que o desemprego cai a informalidade avança e do 1º ao segundo trimestre saiu de 47,2% para 48,2%.

Em nível nacional, a situação é um pouco melhor mas ainda preocupante. A taxa de desocupação do país no segundo trimestre de 2022 foi de 9,3%, recuando 1,8 ponto percentual (p.p.) ante o primeiro trimestre de 2022 (11,1%) e caindo 4,9 p.p. frente ao mesmo trimestre de 2021 (14,2%). Em relação ao trimestre anterior, a taxa de desocupação recuou em 22 das 27 Unidades da Federação, mantendo-se estável nas outras cinco.

No 2º trimestre de 2022, 73,3% dos empregados do setor privado tinham carteira de trabalho assinada. As Regiões Norte (58,4%) e Nordeste (56,8%) apresentaram as menores taxas. Entre os trabalhadores domésticos, 25,1% tinham carteira de trabalho assinada no país.

Dentre as Unidades da Federação, os maiores percentuais de empregados com carteira assinada no setor privado estavam em Santa Catarina (87,4%), São Paulo (81,0%) e Paraná (80,9%) e os menores, no Piauí (46,6%), Maranhão (47,8%) e Pará (51,0%).

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Acre

Rio Branco tem mais um caso suspeito de Varíola dos Macacos

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A Secretaria Estadual de Saúde anunciou que Rio Branco tem o sétimo caso suspeito de Varíola dos Macacos (Monkeypox).

A nova suspeita se trata de um homem de 69 anos, morador de Rio Branco, que deu entrada na UPA da Sobral na tarde desta quinta-feira, 11, apresentando febre, erupção cutânea, cefaleia, dor nas costas e tosse. O paciente relata não ter viajado e nem ter tido contato com pessoas que viajaram. Foi realizada coleta de amostra laboratorial. O paciente foi medicado e segue em isolamento domiciliar.

O estado do Acre segue com um caso positivo em Rio Branco, que já está de alta médica, e sete casos suspeitos aguardando resultado, um em Cruzeiro do Sul e seis em Rio Branco.

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Acre

Polícia prende acusados de matar coordenador de Minoru em 2020

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Uma ação de investigação dos Policiais Civis da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) que durou cerca de 22 meses, resultou nas prisões de Juan Correia, de 20 anos, vulgo “Caboco”, Marduqueo Fernandes, de 21 anos, vulgo “Boca”, e Marcileudo Costa, de 27 anos. Eles juntamente com um criminoso que já se encontra preso e outro foragido, são os acusados de matar com mais de 14 tiros, Levi Freitas de Andrade Paulino, de 39 anos, um dos principais coordenadores de campanha do candidato a prefeitura de Rio Branco Minoru Kinpara no ano de 2020. As prisões ocorreram durante a semana no conjunto Aroeira, na região do bairro Calafate, em Rio Branco.

A apresentação dos resultados da investigação e das prisões foi realizada na manhã desta quinta-feira, 11, em coletiva de imprensa na sede da Divisão Especializada em Investigação Criminal (DEIC).

De acordo com o delegado Alcino Júnior, coordenador da DHPP, no dia do crime antes de ser morto, a vitima almoçou e permaneceu conversando com os acusados por mais de uma hora e meia e, em seguida, de forma dissimulada, foi atraída e forçada a entrar no veiculo onde seria levado para um local onde seria mantida em cárcere privado. Durante a ação Levi Freitas reagiu e foi morto com vários disparos de arma de fogo.

“Um dos resultados que a Delegacia de Homicídios vêm explanar aqui para a sociedade, um caso importante no ano de 2020, as vésperas das eleições aqui na capital do Acre, e que no início poderia ir até causar algum tipo de conotação política, e que as investigações apesar da complexidade foi possível demonstrar com o resultado, o desdobramento e desfecho na manhã desta quinta-feira, que na verdade tivemos aí um planejamento para que a vítima, o Levi Freitas, fosse sequestrado e levado pra um outro local pra aí sim houver uma tentativa de extorsão. A investigação acabou acontecendo, foram recebidas imagens, o carro usado no crime foi identificado, um veículo roubado no Conjunto Aroeira na região do Calafate, onde quatro indivíduos se dirigiram até ao bairro Mocinha Magalhães na região da Sapolândia, e ali com o planejamento de uma quinta pessoa que forneceu as armas, passaram um período com a vítima, que na época era coordenador de Campanha do então candidato a prefeitura de Rio Branco, Minoru Kinpara, e de lá tentaram levar o Levi pra um local aonde a vítima seria mantida em cárcere privado. Houve a resistência e acabou ali acontecendo disparos de arma de fogo e acabaram efetuando mais de quatorze tiros na vitima que veio a óbito no local. Na fuga os criminosos se deslocaram até o Aroeira e devolveram as armas de fogo a um integrante que hoje já se encontra preso”, disse o delegado.

O delegado Alcino Júnior relatou ainda durante a coletiva que o crime a princípio seria de contra o patrimônio, uma extorsão que evoluiu para o crime de homicídio.

“Os autores foram presos durante essa semana, tanto o motorista do veículo, quanto o organizador do crime que fez todo o planejamento, e os atiradores também. Temos um foragido ainda, e o caso ele vem a ser esclarecido, como um crime que a princípio que seria contra o patrimônio, extorsão, o Levi era coordenador o núcleo da campanha dentro da região do Rui Lino, Joafra, Mocinha Magalhães e Distrito Industrial, o que levou os criminosos a pensarem que ele poderia ter dinheiro da campanha e levar a um crime de extorsão. Concluiu Alcino.

Todos os presos foram encaminhados a Delegacia especializada e vão responder pelos crimes de homicídio qualificado com emprego de arma de fogo, planejamento e extorsão que iria acontecer.

Os presos estão agora a disposição da Justiça.

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Acre

Setor de serviços cai 11,7% no mês de junho no Acre, apontam dados

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Em junho de 2022, o volume de serviços no Acre caiu 11,7%, o maior recuo do Brasil no período. No acumulado do ano, no entanto, o resultado é positivo com crescimento de 3,6% de janeiro a junho.

Com isso, o setor segue oscilando em 2022 no Acre. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (11) pelo IBGE.

Na comparação com junho de 2021, o avanço do volume de serviços no Brasil (6,3%) foi acompanhado por 24 dos 27 Estados. A principal contribuição positiva ficou com São Paulo (7,9%), seguido por Rio Grande do Sul (15,3%), Minas Gerais (7,9%) e Paraná (5,3%).

No Brasil, o setor de serviços cresceu 0,7% frente a maio, na série com ajuste sazonal, acumulando, assim, um ganho de 2,2% nos quatro últimos meses deste ano. Com isso, o setor de serviços se encontra 7,5% acima do nível de fevereiro de 2020 (pré-pandemia) e 3,2% abaixo de novembro de 2014 (ponto mais alto da série).

Regionalmente, dez das 27 unidades da federação tiveram expansão no volume de serviços em junho de 2022, na comparação com o mês imediatamente anterior, acompanhando o avanço (0,7%) observado no Brasil.

Entre os locais em alta, os impactos mais importantes vieram de Rio de Janeiro (2,4%), seguido por Paraná (2,5%), Rio Grande do Sul (2,1%) e São Paulo (0,2%). Em contrapartida, Minas Gerais (-3,0%) exerceu a principal influência negativa (-3,0%), seguido por Amazonas (-5,1%), Ceará (-3,8%) e Pernambuco (-2,4%).

No acumulado do primeiro semestre de 2022, frente a igual período de 2021, o avanço do volume de serviços no Brasil (8,8%) se deu em 25 das 27 unidades da federação. O principal impacto positivo veio de São Paulo (10,4%), seguido por Minas Gerais (11,3%), Rio Grande do Sul (15,4%), Bahia (10,6%) e Paraná (5,5%).

Por outro lado, Distrito Federal (-0,5%) e Rondônia (-1,9%) registraram as únicas influências negativas sobre o índice nacional.

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