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Empresários do Acre se solidarizam com Indústria Miragina e José Luiz

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Os empresários do estado do Acre, representados pelas empresas relacionadas abaixo:

1 – Café Contri
2 – Frigorifico Annasara
3 – Hidroponicos Buriti
4 – Yupi Geladinhos
5 – Destilaria POTIO
6 – Cachaça Jibóia
7 – Frigorífico Boi Bom
8 – Guarana Cruzeirense
9- Minerale
10 – Acrepan
11 – Temperos do Norte
12 – Grupo Irmãos Pinheiros
13- Império do Coco
14- Rio Branco Pneus
15 – Bento Pneus
16- Naturus Alimentos da Amazônia
17- Posto Floresta
18 – Agropecuária Floresta
19 – Grupo Recol
20 – Fazenda Annasara
21- FBA Fronteira Brasil Agro
22- C. Fecury & Cia. Ltda
23- Agropecuária Sto. Antônio
24- Refrigerantes Quinari
25- CVC Turismo
26- Malharia Ponto Sem No
27- Casa Natal
28- Mais Academia
29- Barriga Verde
30- Ferrosul
31- Laticinios Buriti
32- Paranorte
33- Mav Construtora Ltda
34-BP Agro
35- PWS publicidade;
36-Don Barbearia
37- Empresa de Água Monte Mário
38- Granja Carijó
39- Arasuper
40- Seringal Bier Microcervejaria Artesanal
41-Acreaves
42- Dom Porquito
43- Cerâmica Flor de Junho
44-Doces Tropicais
45- PRORAD Diagnósticos
46- Café Vovó Pureza
47- Cimec
48- Papelaria Globo
49- Rancho Porta do céu
50 – Agro Norte
51- VLG
52- Nuvem digital
53- Moa Turismo
54- Grupo Donna’s
55- Nobre Rocha Advogados
56- MR4 Consultoria
57- Frios Vilhena
58- Construnorte
59- Água Mineral Cristalina
60- Vila Regina
61- Conquista Distribuidora Atacadista
62- Duque Sustentabilidade
63- Afa Jardim
64- Afa Bistrô
65- Cochos Venturin
67- Comavil
68- Roda Viva Transportes e Logística
69- Casa Belmina

Manifestamos total apoio a Miragina, vítima dessa ação covarde de criminosos.

Reafirmamos nosso repúdio a todas as matérias, mensagens e comentários maldosos que tentam propagar dúvidas acerca da sua idoneidade.

Miragina é uma indústria séria, regida pelos valores da honestidade.

Nós que trabalhamos justamente, e construímos histórias com seriedade, infelizmente estamos suscetíveis e somos alvos ideais dos bandidos, exatamente pela credibilidade e confiança que temos e passamos.

Estamos juntos, Miragina!
José Luiz, conte com nosso apoio!

Acre 01

Quase 70 pessoas no Acre estão com contas irregulares para as eleições deste ano

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O Tribunal de Contas da União (TCU) entregou na quinta-feira, 11, ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), uma lista com nomes de gestores ou ex-gestores que tiveram as contas julgadas como irregulares nos últimos 8 anos.

No Brasil, 6.804 pessoas foram citadas, já no Acre, o número chega a 68, com 119 contas analisadas. Para a lei da Ficha Limpa, este resultado qualifica como inelegível quem deseja concorrer a eleição de 2022, quando não houver mais recursos.

A lista é um dos maiores critérios para avaliar se uma candidatura registrada é valida ou não.

Entre os atos considerados pelo TCU como irregulares, está o dano ao tesouro e bens do Governo, desvio de dinheiro público, a não prestação de contas e a ação caracterizada como antieconômica ou ilegal.

No estado acreano, pelo menos 19 gestores ou ex-gestores tiveram mais de uma conta julgada como irregular. E um deles apareceu por pelo menos sete vezes.

Confira aqui a lista completa.

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Acre 01

“Eu venci o câncer”, diz deputada Jéssica Sales ao fazer última sessão de radioterapia

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A deputada federal Jéssica Sales (MDB), candidata à reeleição, usou as redes sociais nesta sexta-feira, 12, para comemorar sua última sessão de radioterapia contra o câncer de mama – diagnosticado no fim do ano passado.

Visivelmente feliz, Sales disse que o fim do tratamento servirá para ela continuar lutando pelo povo acreano. “Venci o câncer. O meu sentimento é de gratidão. Eu vou lutar com unhas e dentes, com muita energia para dar o melhor ao meu estado”, declarou.

O tratamento padrão para o câncer de mama após uma cirurgia conservadora consiste em 25 ou 30 frações diárias de radioterapia. Em algumas situações, hoje é totalmente estabelecido fazer esse tratamento em 15 ou 16 frações diárias – é a chamada radioterapia hipofracionada.

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Acre 01

Resex Chico Mendes segue entre as áreas de proteção mais ameaçadas pelo desmate no país

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Publicada nesta sexta-feira (12) a pesquisa “Ameaça e Pressão de Desmatamento em Áreas Protegidas”, do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) reafirma que a Reserva Extrativista Chico Mendes, que abrange vários municípios do Acre, é a 2ª unidade de conservação mais ameaçada e a 3ª mais pressionada pelo desmatamento no País.

Essa condição, que leva a resex ficar entre as mais ameaçadas, vem já há alguns anos e parece piorar a cada temporada de desmate e queima. A líder do ranking das 10 áreas mais pressionadas do Brasil é a APA Triunfo do Xingu, no Pará.

Nesta última edição, o levantamento do Imazon mostrou que além da Resex Chico Mendes, outra reserva, a do Alto Juruá, além do Parque Nacional da Serra do Divisor, as Florestas do Mogno, Gregório e Antimary são unidades que estão seriamente em perigo.

O Sistema de Alerta de Desmate (SAD) do Imazon informa que de abril a junho de 2022 foi detectado um total de 4.102 km² de desmatamento na Amazônia. O cruzamento dos dados do SAD com a grade de células de 10 km x 10 km revelou que das 2.293 células que tiveram ocorrência de desmatamento, 1.523 (66%) indicam ´ameaça´ e 770 (34%)  “pressão” em APs. O número de células com ocorrência de desmatamento de abril a junho de 2022 é 20% menor em comparação com abril a junho de 2021. Isso ocorre porque apesar da área desmatada ser maior no período atual, o número de alertas é menor quando comparada com o período anterior.

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Acre 01

Desembargador Samoel Evangelista: a trajetória de 20 anos de carreira no TJAC

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Nesta quinta-feira, 11, o desembargador Samoel Evangelista (supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e membro da Câmara Criminal) completa 20 anos de desembargo, duas décadas completas de serviços prestados ao Poder Judiciário acreano.

Evangelista ascendeu ao cargo de desembargador do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) no ano de 2002, depois de ser escolhido, inicialmente, no âmbito do Ministério Público, em lista sêxtupla e, posteriormente, em lista tríplice, pelo governador do Estado à época, Jorge Viana, passando a integrar oficialmente a Corte Judiciária no dia 11 de agosto de 2002.

No Ministério Público do Acre (MPAC), Samoel Evangelista já havia ocupado o cargo de Procurador, tendo exercido, primeiramente, a função de promotor de Justiça junto às comarcas de Tarauacá e Cruzeiro do Sul, onde fez amigos e conquistou admiradores, pela forte atuação na defesa dos interesses individuais e coletivos.

A relação com o serviço público – que define como “uma alegria” e não mera oportunidade profissional – vem de muito antes, no entanto. Com orgulho, o magistrado conta que, ao mesmo tempo em que completa 20 anos no desembargo, também comemora 50 anos de serviços prestados ao Estado do Acre.

De perfil discreto, fala tranquila e raciocínio rápido, o desembargador nos recebeu em seu gabinete na sede do TJAC para uma entrevista exclusiva na qual contou detalhes de sua trajetória pessoal e profissional – e ela é repleta de passagens memoráveis.

De varredor a desembargador

Nascido em Rio Branco, no tradicional Bairro do Bosque, ainda na infância, Samoel Evangelista mudou-se com a família para a Vila do Rio Iata, que fazia parte do município de Guajará-Mirim, no então Território de Rondônia. Para continuar os estudos, ele precisou deixar seu porto seguro para trás e embarcar no trem da ferrovia Madeira-Mamoré rumo a Porto Velho.

Com a volta da família para o Acre, alguns anos depois, ele começou a trabalhar aos 14 anos (o que ainda não era vedado, pelas leis da época), na função de varredor, na Secretaria de Segurança Pública do Estado do Acre, recebendo como “recibado”. “Eu comecei como varredor, né? Naquela época havia uma figura que era o ‘recibado’. Todo final de mês a gente ia lá, assinava o recibo e, então, eles pagavam nosso salário. Daí vem o nome: ‘recibado’, explica.

Com o tempo, veio o primeiro contrato celetista na Segurança Pública, uma consequência natural do esforço do jovem, que começava, assim, a progredir na prestação de serviços à população acreana. Mas ele ainda não tinha sequer ideia das vitórias, revezes e responsabilidades que a vida pública lhe reservava.

Desembargador Samoel confessa que a escolha pelo Direito foi uma consequência casual das limitações que muitos acreanos enfrentaram no final da década de 1970 e início da década de 1980: naquela época, a Universidade Federal do Acre (UFAC) só disponibilizava dois cursos noturnos: Direito e Economia. Apesar de sempre ter sido um bom aluno na área de exatas, ele recorda que se viu obrigado a escolher entre os dois cursos de Humanas. A opção pela seara jurídica, entretanto, lhe pareceu a mais oportuna, levando em conta o trabalho que já realizava na Secretaria de Segurança Pública do Estado do Acre. Mais uma vez o destino estava a favor do jovem Samoel e a escolha logo se revelou a mais adequada, ajudando-o a alçar voos ainda mais altos.

Foi assim que, no mesmo local onde começou trabalhando como varredor, Samoel Evangelista encontrou caminhos para progredir no funcionalismo público, passando em concurso público para o cargo de delegado de Polícia Civil, vindo a ocupar, entre outros, os cargos de diretor do Departamento de Identificação, diretor do Departamento de Polícia Técnica, diretor do Departamento de Polícia Judiciária, delegado de Polícia Civil, Corregedor-Geral da Polícia Civil, diretor-geral da Polícia Civil, diretor-geral do Departamento Estadual de Trânsito (DETRAN) e, finalmente, a própria chefia da Pasta – o cargo de secretário de Segurança Pública do Estado do Acre, o qual exerceu por duas vezes.

Da mesma forma, no MPAC, construiu carreira sólida, atuando sempre de maneira firme em prol das garantias dos direitos da população do interior do Acre, primeiramente no município de Tarauacá, como promotor de Justiça de Primeira Entrância. Posteriormente, em Cruzeiro do Sul, onde alcançou o cargo de promotor de Justiça de Segunda Entrância.

Dizem que a obra de um homem fala por si. No caso de Samoel Evangelista, ela já era, à época, consistente o suficiente para elevá-lo à função de Procurador de Justiça, posto hierárquico mais alto que um promotor público pode alcançar, bem como à função de corregedor-geral do Parquet. Pela segunda vez, ele havia completado a carreira, chegando à chefia de outro importante órgão do chamado Sistema de Justiça.

Desembargo

O destino, no entanto, ainda guardava novos desafios ao jovem procurador de Justiça. Mesmo sem acreditar que teria chances reais de alcançar o desembargo, ele foi o escolhido para compor o TJAC no cargo de desembargador, na vaga do chamado ‘quinto constitucional’, destinada a membros do Ministério Público e da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

Em atuação na Câmara Criminal do TJAC

“Eu realmente não tinha esperança de ser o escolhido, mas quis Deus que eu o fosse. Então, em 2002, eu vim para o TJAC. Foi a primeira vez que o Tribunal teve dois representantes do quinto (constitucional), um oriundo da Advocacia, no caso, o (hoje aposentado) desembargador Pacheco Nunes e outro oriundo do MP(…). Os colegas que encontrei aqui eram colegas que eu já havia atuado, eu como promotor e eles como juízes, né? Então apesar da mudança, eu tive essa sorte de conviver com pessoas que eu já conhecia e me relacionava. Isso contribuiu muito para que eu desempenhasse as minhas funções aqui no Poder Judiciário.”

Já no biênio seguinte (2003-2005), Samoel Evangelista exerceu, pela primeira vez, o cargo de vice-presidente da Corte de Justiça acreana, durante a então Presidência do desembargador Ciro Facundo (in memoriam), cargo que tornaria a exercer durante o biênio 2011-2013.

A oportunidade acabou se revelando de grande importância para que o desembargador pudesse compreender mais a fundo o funcionamento do Tribunal de Justiça do Acre, capacitando-o a exercer de maneira mais eficiente a Presidência do TJAC no biênio seguinte (2005-2007).

Ele também foi presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Acre (2007-2009), Corregedor-Geral da Justiça (2009-2011), presidente das 1ª e 2ª Câmaras Cíveis do TJAC e da Câmara Criminal, órgão revisional que integra até os dias atuais.

Crimes que marcaram

Na área da Segurança Pública, Samoel Evangelista assinala o caso de um crime que deixou marcas inapagáveis na memória coletiva dos acreanos: o massacre do Tauari ocorrido em 1998, no Seringal Lavras, em Tarauacá, no qual seis pessoas foram mortas, incluindo crianças, pelo fanatismo religioso. Um pastor da Igreja Pentecostal Unida do Brasil teria comandado a chacina depois de ter supostas visões de que o diabo estaria escondido entre os fieis da igreja.

Na década de 1990, um crime contra uma jovem nas matas nas cercanias de Cruzeiro do Sul, segundo município mais populoso do Acre, foi outro dos casos que mais o marcaram durante a vida pública, devido a imensa brutalidade com a qual a vítima foi assassinada.

“Nessa época, eu ainda atuava como promotor de Justiça, eu atuei em todo o processo, do início ao fim. Mas ficou aquela frustração, porque muito embora ele tenha sido condenado e transferido pro presídio de Rio Branco, ele acabou sendo morto dentro do presídio. Então, ficou aquela coisa, porque, no fim, ele acabou não cumprindo a pena, né?”

Momentos memoráveis no serviço público

Quando perguntado sobre os momentos que mais o marcaram durante a carreira no desembargo, ele cita a construção da sede do Tribunal de Justiça do Acre, que finalmente permitiu ao Poder Judiciário do Acre, reunir em um mesmo local magistrados e servidores antes dispersos em mais de duas dezenas de prédios alugados, o que onerava o orçamento da Administração e não contribuía para que os diálogos no âmbito do Colegiado de desembargadores pudessem ocorrer.

“Quando eu assumi a presidência do Tribunal me incomodava muito o fato de o TJ não ter um endereço. Nós estávamos em 27 locais diferentes (…). Nós não nos encontrávamos a não ser nos dias de sessão. E eu não concebo um Colegiado que não dialogue. Então, eu recebi o desafio do governador da época de construir a nossa sede. E quando eu vi isso aqui se tornar realidade, isso aqui se tornou um grande momento pra mim (…). Em seguida, veio a gestão do desembargador Longuini, que, felizmente, levou essa ideia à frente e fez, então, a Cidade da Justiça aqui de Rio Branco e de Cruzeiro do Sul”, destaca.

Outro marco destacado pelo entrevistado foi a contratação e disponibilização, em parceria com o Governo do Estado, da pós-graduação lato sensu MBA em Gestão Pública para todos os magistrados do Poder Judiciário acreano, o que capacitou juízes, juízas, desembargadoras, desembargadores a exercerem de maneira mais eficaz e eficiente o controle das unidades administrativas ou judiciárias sob sua responsabilidade.

“Nós tínhamos carência de gestão no Poder. Visitando as comarcas, eu via muita coisa que poderia ser feita, mas não era, talvez por um não preparo nosso para a gestão, porque os magistrados não são preparados, na faculdade, para serem administradores. Mas o juiz não deixar de ser um administrador da unidade dele, seja uma Vara seja o que for ele é um administrador. E, quando eu notei essa carência, na Associação dos Magistrados estava o hoje desembargador Elcio Mendes (corregedor-geral da Justiça) e na Escola (do Poder Judiciário) estava a desembargadora Eva (decana do TJAC) (…). E graças a Deus nós conseguimos implementar, em parceria com a Fundação Getúlio Vargas, o primeiro MBA em gestão pública do Poder Judiciário no Brasil.”

“Combati o bom combate, completei a carreira, mantive a fé”

Como no versículo do Livro de Timóteo II, Evangelista mantém hoje uma rotina estoica. O ex-varredor, ex-diretor de identificação, ex-delegado de Polícia civil, ex-secretário de segurança, ex-promotor, ex-procurador de Justiça, entre outros, é hoje um desembargador totalmente voltado à atuação no serviço público, na busca de “dar à sociedade acreana a resposta rápida que ela necessita”.

Todos os dias acorda por volta das 3 horas da manhã, faz suas orações e o desjejum e dá início a uma série de exercícios físicos antes de seguir para o trabalho no TJAC. Na sede do Tribunal, ele é sempre um dos primeiros a chegar, mantendo um nível de energia e capacidades laboral e intelectual invejáveis.

Mas a principal característica permanece, apesar dos anos e da brilhante carreira no funcionalismo público. Samoel Evangelista dispensa motorista e costuma dirigir o próprio carro. O traço do garoto humilde que para seguir nos estudos precisou fazer escolhas e percorrer caminhos difíceis continua presente e pode ser visto nos momentos mais simples: no cumprimento aos servidores, às copeiras, ao pessoal de limpeza. A simplicidade, que o faz dispensar até mesmo o uso do elevador funcional, faz dele um dos magistrados mais bem quistos do TJAC.

Olhando em retrospectiva, é até difícil negar. A história de vida de Samoel se confunde, antes de tudo, com um testemunho singelo de que o esforço e o trabalho honesto, mesmo diante das adversidades da vida, dão bons frutos, ainda que sejam necessárias estações inteiras para colhê-los. Talvez seja essa a essência da missão de Evangelista – traçar uma história de superação e servir de exemplo para magistrados, magistradas, servidoras, servidores públicos e, em especial, para a juventude acreana.

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