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STJ adia análise de recursos de Gladson na Operação Ptolomeu

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Apesar de estar na pauta do dia, os recursos do governador Gladson Cameli em relação a operação Ptolomeu não foram analisados pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) na sessão desta quarta-feira, 18.

O governador Gladson pede anulação do inquérito da Operação Ptolomeu, desencadeada em dezembro do ano passado. Outro recurso na pauta é a análise das medidas cautelares impostas a familiares e secretários de governo.

Os recursos tem como relatora a ministra Nancy Andrighi. O órgão controlador deverá julgar medidas cautelares impostas a ex-membros do governo e a familiares do chefe do executivo.

Como só acontecem duas sessões por mês no STJ, o julgamento dos recursos de Gladson só devem ser analisados no mês de junho.

Acre

Duarte pressiona Gladson por redução no ICMS dos combustíveis

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O deputado Roberto Duarte deu nesta sexta-feira (1) sinais de que fará pressão para que o governador Gladson Cameli reduza o mais rapidamente a alíquota do ICMS dos combustíveis e telecomunicações no Acre.

Duarte cita as decisões do governador de Minais Gerais, Romeu Zema, que adotou a redução para 18% prevendo, em alguns casos, que o preço do litro gasolina irá baixar de preço em até mais de R$0,50 nas próximas semanas -apenas para citar o combustível como exemplo.

“O governador de Minas assinou hoje o decreto que reduz o ICMS da gasolina, energia elétrica, serviços de telefonia e internet. E aí Gladson Cameli, “bóra” fazer aqui no Acre também?”, questiona o parlamentar.

O Governo de São Paulo também reduziu o ICMS dos combustíveis. Há estudos que preveem forte perda de receita nos Estados por conta da redução do imposto, cuja alíquota está congelada desde o fim do ano passado.

No Acre, a estimativa é que as perdas passem dos R$100 milhões, situação que ameaça inclusive a folha de pagamento dos servidores.

 

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Acre

Secretária diz que não teme ser demitida após mortes de bebês

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A Secretária de Saúde do Acre, Paula Mariano, falou ao ac24horas na manhã desta sexta-feira, 1, sobre as notícias de que o governador Gladson Cameli teria intenção de fazer mudanças no comando da Sesacre e já teria, inclusive, feito alguns convites oferecendo o cargo.

A médica, que está no cargo há quase um ano, disse não temer ser demitida. “Não falei com o governador e não temo ser demitida. Esse cargo é de livre escolha. Ele não falou comigo e continuo trabalhando e ajudando. Eu sempre digo que estou secretária e que se mais para frente não for mais, vou continuar ajudando como médica, o que já faço há 20 anos”, disse.

Sobre a acusação das mães dos bebês que morreram vítimas da Síndrome Respiratória de que o estado foi negligente, Paula Mariano diz que a sindicância em andamento vai apurar se houve algum erro. “A gente sempre procura fazer o mais, na Sesacre é impossível fazer o menos. A sindicância está rolando, se houve alguém que tenha errado ela vai mostrar, trouxemos também o Ministério da Saúde. A gente se dedica ao máximo para fazer a saúde cada vez melhor, mas a gente não tem vara de condão para mudar um cenário que é nacional”, diz a secretária de saúde.

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Acre

Força-tarefa atua contra facção que extorquia empresários na Capital

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A Força-Tarefa de Segurança Pública (FTSP-AC) no Acre cumpriu nesta sexta-feira, dia 1° de julho, um mandado de busca e apreensão para reprimir crimes de extorsão e investigar possível integrante de organização criminosa.

Segundo os órgãos de segurança, as investigações começaram em maio de 2022 e foi descoberto que pessoas que se auto identificam como membros da facção criminosa estavam realizando cobranças de mensalidade de empresários do 2º Distrito da capital Acreana, caso o pagamento não fosse efetuado, os empresários – bem como os seus empreendimentos – sofreriam represálias.

O mandado foi cumprido no município de Rio Branco, capital do estado. No total, 8 policiais participaram do cumprimento do mandado judicial.

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Acre

Queimadas na Amazônia registram pior mês de junho desde 2007

No Acre foram detectados 71 focos de queimadas em junho, 42% a mais que o mesmo período do ano passado

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Dados divulgados na noite desta quinta-feira (30), pelo Programa Queimadas, do Instituto Nacional de Pesquisa Espaciais (Inpe), indicam que o mês de junho teve o maior número de focos de calor na Amazônia desde 2007.

Foram registrados 2.562 focos de calor no período, com os estados do Mato Grosso e do Pará liderando o ranking, concentrando 64,5% e 21,7% dos focos detectados pelo satélite de referência, respectivamente.

No Acre, Acre foram detectados 71 focos de queimadas em junho, 42% a mais que no mesmo período do ano passado, quando foram detectados 50 focos de calor no estado. O município com o maior registro é Xapuri, com 9 focos no mês – 12,7% do total.

Desde 23 de junho, o uso do fogo em território nacional está proibido por 120 dias, de acordo com Decreto Presidencial nº 11.100/22. Ainda assim, 1.113 focos foram registrados na Amazônia desde então.

“A estação seca mal começou e a Amazônia já está batendo novos recordes na destruição ambiental. O ocorrido não surpreende visto que a região está sob intensa ameaça, com altos níveis de ilegalidade que continuam devastando grandes áreas e vidas”, diz Cristiane Mazzetti, porta-voz de Amazônia do Greenpeace Brasil.

De acordo com a Ong, as ações do governo federal nos últimos anos têm desmantelado órgãos de fiscalização ambiental, resultando na elevação drástica do patamar da destruição ambiental. Além da Amazônia, no Cerrado, o número de focos de calor segue alto, com 4.239 focos.

Já no Pantanal, houve um aumento de 17% em relação a junho de 2021, com 115 focos registrados. Mais áreas devem queimar nos próximos meses, período em que a floresta está mais seca, e quando o fogo é utilizado para realizar o desmatamento ou queimar os restos da floresta derrubada depois de secar ao sol.

Dados de desmatamento (Inpe) apontam para uma área total de 2.867 km² derrubada entre janeiro e maio. Ou seja, a previsão é que o cenário se agrave com o início do verão amazônico. Outro fator crítico é o fato deste ser um ano eleitoral, quando a devastação ambiental historicamente se acentua.

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