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Exame de paternidade feito por blogueira do Acre com empresário tem resultado negativo

Blogueira alega intercorrências e irá pedir contraprova: “ele quis escolher o laboratório”

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Cerca de um mês depois da realização do exame de paternidade exigido pela influenciadora digital do Acre, Ludmilla Cavalcante, ao empresário Márcio Calixto, o resultado apresentado pelo laboratório foi negativo para a compatibilidade de DNA com a filha mais nova da blogueira.

A informação foi confirmada pela própria Ludmilla no início da noite desta segunda-feira, 9, por meio de vídeo no Instagram. No entanto, Cavalcante alega diversas intercorrências no decorrer do processo de realização do exame.

Segundo ela, o empresário que escolheu o laboratório. “Primeiro ele disse que não iria fazer, depois disse que iria, mas que o advogado iria ver outra data. Depois disse que iríamos fazer num laboratório, posteriormente mudou de laboratório”.

Ludmilla enfatiza que o laboratório responsável pelo exame foi Márcio quem escolheu. “Eu pedi inúmeras vezes pra gente mudar de laboratório, e ele negou, não quis de nenhuma forma. Como eu não tenho nada a tremer, eu cedo à vontade dele”.

Agora a blogueira afirma que junto de seu advogado vai fazer o pedido de contraprova. “A gente vai pedir o segundo exame pra ser feito em um laboratório oficial. Quem não deve não teme. Eu tô super, super tranquila”.

A influenciadora diz que desde o início ela e seu advogado já estavam cientes dessa possibilidade de resultado negativo. “Agora é esperar o juiz marcar a nova data. Não tem outra pessoa pra ser o pai”, finalizou.

Veja o vídeo:

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Escoltados pelo BOPE, Ícaro Pinto e Alan Araújo chegam para julgamento na Cidade da Justiça

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Ícaro José Pinto e Alan Lima, que serão julgados que começam a ser julgados nesta terça-feira, 17, pela morte da jovem Jonhliane de Souza, atropelada em agosto de 2020, na avenida Antônio da Rocha Viana, em Rio Branco, chegaram à Cidade da Justiça escoltados pelo Batalhão de Operações Especiais da Polícia Militar – BOPE.

Os dois entraram pela porta dos fundos do Fórum Criminal e se dirigiram à sala dos réus onde deverão ser chamados pelo juiz Alesson Braz para os depoimentos.

O julgamento é de responsabilidade da 2ª Vara do Tribunal do Júri e Auditoria Militar da Comarca de Rio Branco e deve iniciar dentro de instantes.

Ícaro Pinto, hoje com 35 anos de idade, vai a julgamento para responder pelos crimes de homicídio doloso, omissão de socorro e embriaguez ao volante, e Alan, de 22 anos, será julgado apenas pela morte da jovem.

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Advogados e promotor de justiça trocam farpas antes de julgamento do caso Jonhliane Paiva

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Os acusados Ícaro José Pinto e Alan Lima vão ser julgados por um júri popular nesta terça-feira, 17, pela morte da jovem Jonhliane de Souza, atropelada em agosto de 2020, na avenida Antônio da Rocha Viana, em Rio Branco.

O julgamento, que será no Fórum Criminal de Rio Branco, na Cidade da Justiça, teve troca de farpas entre o promotor de justiça Efrain Mendoza e os advogados de defesa dos acusados, Silva Neto (Ícaro Pinto) e Helane Christina (Alan Araújo).

O promotor Efraim Mendoza destacou que no julgamento haverá uma testemunha-chave que presenciou o exato momento do impacto fatal que pode definir a existência do crime doloso. Além disso, ele destacou que a defesa de Ícaro e Alan pretende colocar uma terceira pessoa envolvida no caso.

“Não tem como um Onix competir com um Fusca e uma BMW”, declarou.

A banca de advogados de Ícaro Pinto veio em peso para o julgamento. O advogado responsável, Silva Neto, não tirou a responsabilidade de Ícaro Pinto, porém, inocentou o outro envolvido, Alan Araújo.

“Eu creio que foi um acidente, o júri hoje vai ter a oportunidade de estabelecer o parâmetro correto e trazê-lo para um homicídio culposo. Jamais foi homicídio doloso”, defendeu.

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“Meus produtos já ajudaram milhares de mulheres a terem um orgasmo”, diz empresária

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O programa da Jô, Edição Podcast desta segunda-feira, 16, entrevistou a sexycoach e proprietária do famoso sex shop Sou Lovezinha em Rio Branco, Tâmy Lima.

A especialista em vendas de produtos eróticos, tem 29 anos, começou no ramo há mais de 8 anos, em um grupo privado no Facebook, com a comercialização exclusiva para mulheres. Hoje a empresa cresceu e conta com três lojas no Estado.

A profissional dá dicas, tanto para mulheres que mantém uma relação, quanto para aquelas que querem sentir prazer sozinha, para melhorar a vida sexual de suas clientes.

“É um trabalho digno como qualquer outro, estou ajudando as mulheres a melhorarem seus relacionamentos e os parceiros a sentirem mais prazeres”, esclareceu.

Durante o programa, foram expostas as mercadorias mais vendidas e Tâmy falou daquelas que mais permitem “Experimentar sensações que você nunca sentiu a vida inteira”.

O sexy shop é o único de Rio Branco que possui consultoria especializada, que ajuda a apimentar os relacionamentos, auxilia com informações de qual peça usar em determinada situação e as mulheres recebem ainda assistência para se sentirem mais confiante.

“O mercado erótico é uma das áreas que mais cresce no país e sempre possui novidades. Já atendi milhares de mulheres que não conseguiam ter um orgasmo, e os produtos da loja ajudaram todas”, disse.

Lima contou ainda sobre as fantasias mais procuradas e explicou sobre itens e o que os casais mais usam para estimular a relação. “Tem produtos que se a mulher usar, o casal não dorme a noite toda”.

Assista a edição desta segunda-feira e descubra os segredos da Sou Lovezinha.

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Começa nesta terça-feira o julgamento de maior repercussão no Acre nos últimos 13 anos

Quase dois anos após a morte de Jonhliane Paiva, acusados vão ao banco dos réus na capital acreana

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Um ano, nove meses e onze dias depois do acidente que tirou a vida de Jonhliane Paiva de Souza, que tinha 30 anos à época do trágico acontecimento, começa nesta terça-feira (17) o julgamento dos dois acusados da morte da trabalhadora. A sequência de fatos que sucedeu o episódio ocorrido em 6 de agosto de 2020 deu ao caso uma grande repercussão no estado.

Após a morte da jovem, o acusado Ícaro Pinto deixou de se apresentar à polícia e saiu do Acre, indo para Fortaleza (CE), onde foi visto e filmado em uma praia, alguns dias depois. Procurada pelo ac24horas para informar se as imagens eram atuais, a mãe do réu, Alcilene Gurgel, implorou ao jornal para que o vídeo não fosse divulgado, apesar de ter negado que a gravação fosse atual.

Imediatamente após a divulgação do vídeo, o juiz Alesson Braz, da 2ª Vara do Tribunal do Júri, decretou a prisão preventiva de Ícaro e Alan, a pedido do delegado Alex Danny, responsável pelas investigações. Alan foi preso no dia 14 de agosto e Ícaro dois dias depois, no Posto da Tucandeira, quando retornava ao Acre após ter o mandado de prisão expedido.

Ícaro tem uma condenação da Justiça da Bahia por ter agredido e causado lesões corporais, junto com mais duas pessoas, a um turista italiano, Marcos Belli, na cidade de Ilhéus. Pelo crime, cometido em 2013, ele foi condenado a 4 anos e 3 meses de prisão. A sentença saiu no dia 23 de setembro de 2020, quando o fisioterapeuta já estava preso no Acre.

No seu estado natal, os antecedentes do acusado Ícaro na condução de veículos automotores são comprometedores. Consultas ao sistema de informações do Departamento Estadual de Trânsito (Detran/Acre) mostram que entre 2012 e 2017, o réu colecionou pelo menos 20 infrações de trânsito, algumas de natureza gravíssima, inclusive a de dirigir sob efeito de álcool.

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No curso da ação penal, a Justiça acreana indeferiu vários pedidos de liberdade provisória formulados pelos representantes jurídicos dos acusados. Em alguns momentos, advogados de defesa de Ícaro e Alan acusaram a imprensa de dar repercussão exagerada ao caso e chegaram a atribuir o fato de eles permanecerem presos à condição social de suas famílias.

O Ministério Público acusa os dois motoristas de estarem disputando um “racha” quando Ícaro, que dirigia uma BMW a mais de 150 km/h, segundo a perícia, atingiu a motocicleta na qual a vítima se dirigia ao seu trabalho, no supermercado Araújo do Segundo Distrito. A tragédia aconteceu na avenida Antônio da Rocha Viana nas primeiras horas da manhã.

A última semana que antecedeu o julgamento foi marcada por embates entre a defesa do réu Alan Lima e o promotor Efrain Mendoza, responsável pela acusação. Os patronos do acusado atacaram o inquérito policial, considerado mal feito, parcial e seletivo, e o representante do MP os acusou de difamar e caluniar o delegado, Alex Danny, que chefiou as investigações.

O último capítulo do entrevero que precedeu o julgamento foi a divulgação de um vídeo de depoimento do acusado Ícaro no qual isenta o réu Alan de culpa no acidente e afirma que pediu desculpas à família da vítima. Para o promotor Efrain, a medida foi mera tática para desclassificar a hipótese do racha, apontado pelo MP.

O julgamento

Com pelo menos 14 testemunhas arroladas por defesa e acusação, o julgamento mobiliza quase uma dezena de advogados criminalistas nas duas trincheiras do Tribunal do Júri. Serão ouvidas, pela ordem, as testemunhas de acusação e as de defesa. Na sequência, será a vez dos réus – Ícaro José da Silva Pinto e Alan Araújo de Lima – serem interrogados.

Após os depoimentos, começam os debates entre acusação e defesa, com réplica e tréplica. Ao final, os sete jurados votam na sala secreta e assim o veredicto é definido pela maioria dos votos. Depois disso, o juiz presidente da sessão, Alesson Braz, encerrará o julgamento fazendo a leitura da sentença perante os réus e todos presentes.

Denunciados pelo Ministério Público ainda em setembro de 2020 e pronunciados pela Justiça em maio do ano passado, Ícaro Pinto, hoje com 35 anos de idade, vai a julgamento para responder pelos crimes de homicídio doloso, omissão de socorro e embriaguez ao volante, e Alan, de 22 anos, será julgado apenas pela morte da jovem.

A defesa dos acusados é composta pelos advogados Luiz Carlos da Silva Neto e Geovane Veras Pessoa (Ícaro) e Helane Christina da Rocha Silva, Carlos Venícius Ferreira Ribeiro Júnior, Edilene da Silva Ad-Víncula e Janaína Marszaleck (Alan). A acusação será sustentada pelo promotor de justiça Efrain Henrique Mendoza Mendivil Filho, que terá assistentes indicados pela família da vítima.

O caso Jonhliane é o de maior repercussão na imprensa do Acre desde o julgamento do ex-deputado Hildebrando Pascoal, ocorrido em 2009. Essa condição fez com que o juiz Alesson Braz tomasse providências quanto ao acesso à sala das sessões do Fórum Criminal, na Cidade da Justiça, com a exigência de cadastramento para quem pretende acompanhar o júri.

Em um ponto de Rio Branco, um outdoor que, segundo as informações obtidas pela reportagem, foi patrocinado por amigos da família da vítima da tragédia que comoveu o estado e pôs fim à vida de uma jovem mulher cheia de planos, pede que seja feita justiça. “Jonhliane, o carro que tirou sua vida atingiu todos os corações da sociedade acreana”, diz a mensagem.

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