Conecte-se agora

Mulher morta a tiros pelo ex no Sicredi do Acre já teve casa invadida e não registrou BO

Publicado

em

A tragédia ocorrida na manhã desta segunda-feira, 2, dentro de uma agência do Sicredi, no município de Acrelândia, pode ser explicada por motivos passionais. Tatiany Lima Néri, de 33 anos, era natural do próprio município.

 LEIA TAMBÉM: No Acre, vigilante mata gerente do Sicredi e depois se suicida 

 Sicredi diz que colabora com autoridades sobre morte de gerente a tiros na agência

Testemunhas que conheciam o casal afirmam que o vigilante Kennedy Souza Fontenele não aceitava o fim do namoro com Taty e algumas semanas atrás já tinha invadido a casa da vítima, que preferiu não registrar um boletim de ocorrências.

Kennedy seria do município de Plácido de Castro. De acordo com o perito criminal do IML, Marcos Lourenço, Taty foi morta com três tiros. “Fomos acionados e quando chegamos aqui nos deparamos com os dois já mortos. Verificamos três disparos na Tatiany e após cometer o crime, ele atirou na própria cabeça”, explica.

A vida de Tatiany é marcada por tragédias recentes. Alguns anos atrás, o pai se matou e um irmão morreu algum tempo depois vítima de acidente de moto.

Destaque 4

Bittar é apontado como maior distribuidor de emenda do orçamento secreto: R$ 457 milhões

Publicado

em

O jornal O Estadão publicou em sua edição desta quarta-feira, 7, matéria que mostra que desde o começo de 2020, o governo federal já liberou mais de R$ 50 bilhões por meio do polêmico orçamento secreto. Na publicação, o Acre é citado, já que o senador Márcio Bittar (União Brasil) é apontado como o parlamentar que mais indicou verbas do orçamento secreto com cerca de R$ 457 milhões. O jornal compara que o valor é o equivalente a toda verba de destinação empenhada para o Ministério do Turismo este ano.

O Estadão também menciona em sua reportagem que Bittar foi o relator do orçamento de 2021 e que enviou cerca de R$ 11 milhões para a Santa Casa, acusada de fraude pelo Ministério Público e comandada por um amigo de Bittar, o ex-deputado federal José Alex.

As informações sobre a destinação de recursos do orçamento secreto foram prestadas pelo Congresso ao Supremo Tribunal Federal que mostra que um pequeno grupo foi o grande beneficiado pelo orçamento secreto. De acordo com a publicação, cerca de 17 congressistas definiram o destino de mais de R$ 100 milhões cada um.

Veja a reportagem completa aqui.

Continuar lendo

Destaque 4

Disputa entre Marina e Izabella, pode fazer Lula optar por Jorge Viana como ministro

Publicado

em

​​A disputa nos bastidores da transição entre as ex-ministras do Meio Ambiente Marina Silva (Rede-SP) e Izabella Teixeira criou um dilema para Luiz Inácio Lula da Silva: a depender do modelo escolhido para a Autoridade Climática, que ele prometeu criar na campanha, uma delas pode acabar fora do governo em 2023.

Até o momento, a tendência de Lula é dar o ministério para uma e a autoridade para outra. Mas, segundo fontes dos grupos de meio ambiente na transição, Marina tem insistido para que a autoridade fique vinculada ao Ministério do Meio Ambiente (MMA), enquanto para Izabella o ideal é que essa estrutura seja diretamente ligada à Presidência da República. E ainda: interlocutores de Izabella dizem que ela aceitaria ser ministra, mas, se a Autoridade Climática ficar sob o controle do MMA, ela não topa comandá-la.

As ex-ministras têm um histórico de atritos na área ambiental, que vem desde o governo de Dilma Rousseff. Já divergiram sobre o Código Florestal aprovado na gestão Dilma e também sobre a construção da usina de Belo Monte, também iniciada com Dilma. No caso atual, a discussão sobre a autoridade climática, estão em jogo a governança e o funcionamento do da política ambiental do futuro governo — além, é claro, da disputa de poder.

As duas propostas foram detalhadas nos relatórios da transição para o meio ambiente e já entregues ao vice-presidente eleito Geraldo Alckmin (PSB) pelo coordenador dos trabalhos , o ex-governador do Acre Jorge Viana (PT). Elas devem ser apresentadas a Lula nos próximos dias.

O grupo de Izabella sugeriu que fosse criada uma secretaria especial na Presidência da República, com poder para comandar e coordenar ações relativas à sustentabilidade e meio ambiente em vários ministérios. A ideia desse grupo é que, sob o comando de Lula, a pauta climática seria “empoderada”, além de evitar problemas como os já ocorridos no passado, quando os interesses de ministérios como Agricultura ou do Desenvolvimento Econômico se chocavam com os do Meio Ambiente.

Já para o grupo de Marina Silva (Rede-SP), eleita deputada federal em outubro passado, a vinculação da Autoridade ao MMA seria necessária porque a agenda climática tem que estar associada aos temas da pasta, a exemplo de iniciativas como o Fundo Amazônia e o Fundo do Clima. A proposta de criar essa autoridade foi uma das que Marina apresentou como condição para aderir à candidatura de Lula, ainda antes do primeiro turno das eleições.

“O argumento em favor do MMA é forte, mas a questão climática envolve de 8 a 10 outros ministérios, como Agricultura, Transportes, Minas e Energia. Se a Autoridade ficar submetida ao Meio Ambiente, o ministério vai acumular brigas sucessivas com os outros. Se ficar na presidência, as decisões já serão pactuadas com mais força e operacionalidade, e menos conflito”, disse o ex-ministro Carlos Minc (PSB), membro da transição.

Defensores da segunda solução citam arranjos institucionais que já funcionam em outros países — como os Estados Unidos, onde não há ministério do Meio Ambiente, e o presidente Joe Biden nomeou o ex-secretário de Estado John Kerry como enviado presidencial especial para o clima. Kerry fica diretamente ligado ao presidente e trabalha em conjunto com outras agências governamentais ligadas ao tema.

A Alemanha, que transformou seu Ministério da Economia em uma pasta para Bem-Estar e Proteção Climática, distribuiu as atribuições ligadas ao meio ambiente em quatro ministérios diferentes.

No Brasil, há ainda um debate sobre com quem ficará a representação do país na discussão climática internacional — em que tanto Marina Silva como Izabella costumam circular bastante.

As duas, porém, acumulam um histórico de diferenças de conceito e de atritos pessoais que se tornaram explícitos durante a campanha eleitoral de 2014.

Depois de criticar o governo de Dilma Rousseff por Belo Monte e o Código Florestal, Marina disse na ocasião que Dilma representava um retrocesso na área do desenvolvimento sustentável, e acusou sua gestão petista de ser “conivente” com o desmatamento na Amazônia – na prática, uma estocada em Izabella, que era a ministra. A presidente então respondeu dizendo ter feito mais pela Amazônia que Marina.

Com esse histórico e visões diferentes do que deve ser a gestão ambiental do novo governo, nenhum dos membros do grupo da transição acredita que as duas poderiam se acomodar no mesmo ministério.

Nesse caso, Lula poderá indicar aliados que correm por fora da disputa pelo MMA, como o do ex-governador do Acre Jorge Viana (PT), coordenador do GT de Meio Ambiente, e o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP). Lula tem menos de um mês para solucionar o xadrez.7

FONTE: O GLOBO

Continuar lendo

Destaque 4

Briga entre motoristas que faz a linha Acre/MT, acaba com vítima entubada e agressor preso

Publicado

em

Uma briga envolvendo dois motoristas de uma empresa de ônibus que faz o trajeto Rio Branco (AC) – Cuiabá (MT), terminou com um homem gravemente ferido e outro preso em flagrante na cidade de Itapuã do Oeste, interior de Rondônia, na noite de terça-feira, 6.

Segundo informações divulgadas pelo site Rondoniaovivo, os dois haviam parado em uma rodoviária na região para jantar quando a vítima de 45 anos havia desligado o veículo no qual seu colega de 46 anos estava conduzindo.

Porém, o homem não gostou da atitude da vítima e começou a lhe agredir com socos e chutes. O homem teve afundamento do crânio e precisou ser entubado por uma equipe médica e encaminhado ao hospital já em estado grave.

Já o agressor acabou preso pelas autoridades policiais em flagrante e foi encaminhado a uma delegacia de Polícia Civil.

Veja o vídeo:

play-rounded-fill
Continuar lendo

Destaque 4

Tenente coronel preso com droga na BR-364 é condenado a 9 anos de prisão em regime fechado

Publicado

em

O tenente coronel da reserva da Polícia Militar do Acre, Moisés da Silva Araújo, foi condenado a 9 anos e 6 meses de prisão em regime fechado pelo crime de tráfico de drogas. A sentença é do juiz Fábio Farias, da Comarca de Sena Madureira, que negou ao réu o direito de recorrer da decisão em liberdade.

O oficial foi preso em junho deste ano, na BR-364, entre Sena Madureira e Rio Branco, quando transportava de Cruzeiro do Sul para a capital, em um carro, mais de 69 quilos de cocaína, que segundo o Ministério Público do Acre, tinha como destino o comércio ilícito.

A defesa do militar alegou que ele tinha pego uma carona no veículo onde estava a droga e pediu a nulidade das acusações, mas o juiz Fábio Farias decidiu pela culpa do réu, que segundo o magistrado, agiu com dolo.

“O réu agiu com dolo intenso, haja vista seu grau de escolaridade e condição social acima da média, além de ser Oficial da Polícia Militar do Acre de elevada patente (tenente-coronel), fatores que, decerto, revelam um alto domínio do fato e de todas as implicações sociais e humanas decorrentes do tráfico de drogas, sendo a sua conduta merecedora de elevada censura. As consequências são Igualmente graves. Isso pela natureza da droga, qual seja, cocaína, de alto poder destrutivo e viciante”, relatou o juiz na sentença.

Além da condenação de 9 anos e 6 meses, Moisés Araújo também foi condenado a pagar 950 dias multa. O juiz determinou, ainda, a perda do veículo apreendido com a droga, em favor da União

Moisés já foi comandante da Polícia Militar em Mâncio Lima e sub comandante em Assis Brasil.

Continuar lendo

Newsletter

INSCREVER-SE

Quero receber por e-mail as últimas notícias mais importantes do ac24horas.com.

* indicates required

Leia Também

Mais lidas

error: Este conteúdo é protegido.