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Flaviano confirma conversa com Gladson e Rocha cobra posição do MDB para afastar dúvidas

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O deputado federal Flaviano Melo, presidente do MDB no Acre, confirmou na tarde desta quarta-feira, 27, que se sentou para conversar com o governador Gladson Cameli na última segunda-feira, 25, contrariando especulações que apontavam que ambos ainda iriam se encontrar em uma agenda em Brasília.

Questionado pelo ac24horas, via WhatsApp, se existia possibilidade do retorno do MDB para uma aliança com Gladson em 2022 ou isso estaria destacado, o baluarte emedebista afirmou por mensagem de WhatsApp que tinha candidata. “Temos candidata a governador. Mara Rocha”, frisou. Perguntado qual teria sido o teor da conversa com o governador, Melo apenas escreveu: “De sério nada kkk [risadas]”.
A reportagem voltou a questioná-lo se existia alguma possibilidade do MDB apoiar Gladson e rifar candidatura de Mara, Flaviano visualizou e apenas escreveu “certo”.

A conversa de Cameli com Flaviano confirma a informação de que o Palácio Rio Branco tem o objetivo de convencer o MDB a retornar ao governo. De acordo com interlocutores palacianos, ainda não é certo afirmar que os cargos ligados ao senador Márcio Bittar foram oferecidos em uma suposta barganha política, até porque o governador terá uma conversa definitiva com Márcio Bittar nos próximos dias, em Brasília.

O ac24horas procurou o vice-governador Major Rocha e perguntou se de fato existe alguma tratativa para que o MDB volte a apoiar o atual governo. O militar afirmou que não acredita na possibilidade, haja vista que a grande maioria dos correligionários querem candidatura própria.

A reportagem teve acesso a uma mensagem que teria sido encaminhada por Rocha para um grupo do WhatsApp do MDB pedindo um posicionamento da sigla sobre o assunto. “Desde que me filiei ao MDB busquei fortalecer o partido. Colocamos à disposição o melhor nome do nosso grupo para disputar o governo. Bom salientar que a Mara está abrindo mão de disputar uma reeleição com boas chances de vitória para enfrentar uma disputa um pouco mais difícil. Não tenho dúvida do compromisso e da vontade de quase todos em ver essa candidatura prosperar. Agora não podemos ficar assistindo esse jogo canalha do Gladson, que tenta minar e por em dúvida a candidatura do MDB. Como vamos consolidar uma candidatura própria se aceitamos esse tipo de situação? Acho que chegou a hora da nossa executiva dizer publicamente se quer ou não ter uma candidatura ao governo. Ou se vai voltar para a base do Cameli. Nesse caso, melhor a Mara recuar e tentar uma reeleição. É necessário que tenhamos segurança naquilo que estamos fazendo e sem essa manifestação acredito que estamos ajudando a inviabilizar nossa candidatura”, escreveu Rocha.

Ainda não se sabe se o MDV vai se posicionar sobre o assunto.

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Com patrimônio de mais de R$ 1,6 milhão, Marcia Bittar declara à Justiça Eleitoral ser empresária

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Nascida em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, Marcia Bittar pediu à Justiça Eleitoral nesta sexta-feira (12) registro de sua candidatura ao Senado da República.

Apesar de em alguns momentos dizer que é professora, Marcia Bittar declarou ao Tribunal Superior Eleitoral ser empresária com patrimônio de R$ 1.625.000,00. Ela informou ser casada.

Os bens da candidata são uma casa, um terreno e um carro. O terreno é o mais valioso: R$ 995 mil.

Seus suplentes são o professor Ivo Galvão, do MDB, e Beth Medeiros, do PL.

Marcia Bittar é candidata pela coligação “A esperança de um Acre melhor começa agora”, que uniu PL, MDB, Republicanos, PRTB e PSC.

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Conhecido por ser “Rei do Gado”, Zamora não declara nenhuma cabeça de gado ao TSE

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Apesar do pecuarista Fernando Zamora (PRTB), ter declarado ter um patrimônio de R$ 3,1 milhões em bens junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o vice da candidata ao governo, deputada federal Mara Rocha (MDB), não declarou suas inúmeras cabeças de gado junto ao órgão eleitoral.

Seu patrimônio é de R$ 3.149.951,74, sendo distribuído em vários veículos, imóveis, comércio e movimentação financeira em instituições bancárias.

No entanto, ao ac24horas, Zamora contou nesta quinta-feira, 11, que a não presença dos bois na prestação de contas pode está relacionado a problemas em uma parte do Imposto de Renda (IR) que não entrou na declaração junto ao TSE. “Eu não tenho nada a esconder, tenho gado sim e tudo devidamente declarado, vou verificar o que aconteceu, pelo que vi, faltou uma parte do meu IR”, declarou o candidato.

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Bolsonaro deve aguardar polarização entre Direita e Esquerda para decidir sobre quem vai apoiar no Acre

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O presidente Jair Bolsonaro (PL), candidato à reeleição, não deve apoiar exclusivamente apenas um candidato ao governo e ao senado nos primeiros dias de campanha nas eleições de 2022 no Acre. A expectativa é que o líder da nação apoie quem o apoiar num primeiro momento, mas sem hipotecar apoio irrestrito. A decisão final de apoio será feita em uma cenário polarizado entre a direita e a esquerda nos Estados nos últimos 20 dias de campanha.

Somente nesta semana, Bolsonaro recebeu o senador Márcio Bittar, candidato ao governo pelo União Brasil, e sua ex-esposa, Márcia Bittar (PL), candidata ao senado na chapa do MDB com Mara Rocha ao governo e Fernando Zamora (PRTB), todos bolsonaristas declarados. Após agenda com a família Bittar, nesta quinta-feira, 11, o presidente recebeu os candidatos a governadores do Partido Progressista, para um café da manhã no Palácio Alvorada, em Brasília. Na oportunidade, o Gladson Cameli, candidato à reeleição, e a senadora Mailza Gomes, candidata a vice, tiraram fotos com Bolsonaro e afirmaram trabalhar para que ele continue sendo o mais votado no Acre, assim como ocorreu em 2018.

Na disputa ao senado federal, o deputado licenciado Alan Rick (União Brasil), declara apoio a Bolsonaro à reeleição, mas ainda não se sabe se o presidente irá pedir voto para ele até as eleições. Apesar de fotos, nenhuma declaração do presidente foi tornada pública nos dois encontros com lideranças políticas do Acre.

O ac24horas questionou Bittar sobre quem o Bolsonaro deverá apoiar em 2022 no Acre, e o candidato ao governo brincou. “Vai apoiar todos que declararem apoio a ele. Calma, não estrague a surpresa”, disse o senador em tom enigmático.

Já Gladson afirmou à reportagem que a tendência no Acre é o cenário ficar polarizado entre direita e esquerda e com isso ele contaria com o apoio de Bolsonaro. “O encontro com Bolsonaro foi bem tranquilo, acredito que nos últimos 20 dias de campanha, quando ele ver o cenário posto, polarizado, ele vai optar de ir conosco”, frisa o candidato à reeleição.

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MDB registra chapa com Mara declarando apenas R$ 183 mil em bens e vice com R$ 3 milhões

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A deputada federal Mara Rocha (MDB) pediu nesta quinta-feira (11) oficialização da candidatura ao governo do Acre na Justiça Eleitoral, e declarou ter em bens R$183.527,53.

Nas eleições passadas, quando conquistou uma cadeira na Câmara dos Deputados, a ex-tucana informou à Justiça possuir R$ 125 mil em patrimônio. Ou seja, por mais que seja menor do que o valor de outros candidatos majoritários, seu patrimônio evoluiu 46% em quatro anos.

O plano de governo de Mara Rocha tem sete grandes eixos, sendo o principal o desenvolvimento do Estado através da produção. A proposta é um Estado equilibrado, que não seja “mínimo” nem “máximo”: “Faremos um governo responsável que pensará estrategicamente, onde não se estabeleça o Estado Máximo e nem o Estado Mínimo, mas o Estado Necessário para atender às demandas da população, sem jamais renunciar à ética, respeito e transparência”, propõe a candidata.

Os dados do Tribunal Superior Eleitoral mostram que em relação aos bens o mais “pobre” entre os candidatos ao governo do Acre é David Hall e o mais “rico” é Gladson Cameli, que busca a reeleição.

O vice de Mara, o pecuarista Fernando Zamora (PRTB), declarou R$ 3.149.951,74. A vice de David Hall, empresária Jorgiene Carneiro, ainda não informou os bens à Justiça. Já a vice de Gladson, Mailza Gomes, diz ter R$11.437,42; Marcus Alexandre, vice de Jorge Viana, afirma possuir R$ 637.485,63; e a vice de Marcio Bittar, Dra. Georgia Micheletti tem R$150.000,00.

Tota Filho, o vice de Petecão, declarou R$879.000,00; e Jane Rosas, vice de Nilson Euclides, tem R$ 60.000,00 em bens informados à Justiça Eleitoral. Com isso, a senadora Mailza Gomes é a vice mais “pobre”.

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