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Funcionários da Liq no Acre denunciam que empresa não paga

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Dezenas de funcionários da Liq (antiga Contax), localizada em Rio Branco, voltaram a se manifestar na manhã desta terça-feira, 19, após a empresa quebrar novamente o acordo de apresentar um cronograma de pagamento aos trabalhadores, que deveria ter ocorrido nessa segunda, dia 18.


Ao ac24horas, eles denunciaram que a TIM, produto que a empresa trabalha, repassa todo o dinheiro necessário para a Liq, mas que a empresa recebe e não paga os funcionários e ainda por cima faz ameaças a quem ousa cobrar salário e direitos trabalhistas. “A administração da Liq que não paga. A Tim repassa dinheiro pra Liq, que não paga os trabalhadores. Os superiores dizem que se a gente fizer pressão na TIM, a Liq fecha as portas e decreta falência”, disse uma das manifestantes.


O funcionário Luan Lustosa afirma que o problema de atraso de salário e retenção dos benefícios vêm ocorrendo desde 2020, quando migraram o produto de venda para a TIM. Agora, desde o último dia 1º que há pelo menos 20% dos salários em atraso. “Só pagaram alguns funcionários. Eles não deixam a gente bater o ponto e ficam ameaçando de medidas cabíveis”, declara.

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Os funcionários alegam que são ameaçados de advertência, suspensão ou até mesmo demissão por estarem querendo seus direitos com a paralisação das atividades. “Eles também não estão pagando vale transporte de alguns funcionários, não estão recolhendo FGTS, pagando horas extras e nem entregando a cesta básica”. A representante do sindicato da categoria, Maria Altiniza, esteve presente no manifesto.


“Às vezes nem por via judicial não é feito pagamento. Só é feito quando o juiz bloqueia as contas da empresa”, afirmam. Os funcionários denunciaram também más condições de trabalho. “Já encontramos barata e tapuru na área de alimentação, duas cobras dentro da empresa. Desde que a gente está aqui nunca houve uma dedetização. Falaram que tinha cadeira adequada, sacolão, equipamentos de trabalho, mas prometeram uma coisa e não deram”, disse um deles.


Os trabalhadores afirmam que estarão em situação de paralisação até que a empresa faça o pagamento ou se posicione com relação aos atrasos.


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