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Preso que matou colega de cela ao ter “sono perturbado” pega 16 anos de prisão

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Mesmo não comparecendo em plenário, o presidiário Jonathas de Moura Andrade foi julgado nesta quinta-feira, 31, pelo Conselho de Sentença da 1ª Vara do Tribunal do Júri de Rio Branco e condenado a 16 anos de prisão por homicídio qualificado. Ele é acusado de ter usado uma toalha para sufocar o colega de cela Carlos Queiroz de Souza, de 30 anos, na Unidade de Recuperação Social Dr. Francisco d’Oliveira Conde, em 2019.

Jonathas estava em liberdade e não foi encontrado no endereço fornecido à justiça, passando à condição de foragido. Na mesma decisão, a Juíza Luana Campos, decretou a prisão preventiva do réu. Em depoimento ao Ministério Público, Jonathas Moura disse que sufocou o colega com a toalha porque o mesmo não o deixava dormir, mas que, no entanto, não tinha a intenção de matá-lo. “Minha intenção era apenas fazer com que ele se calasse e me deixasse dormir”, comentou.

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No julgamento, o Promotor Público Carlos Pescador disse não ter dúvida da culpa do réu, e que este teve realmente a intenção de cometer o crime. “De acordo com testemunhas, ele colocou a toalha na boca da vítima e usou da força para sufocá-la”, disse ao pedir a condenação do acusado.

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