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Inocentes podem estar sendo alvos de facção: “querem causar pânico”, diz policial

Ygor de Araújo estava em uma motocicleta e foi levar uma prima em casa no Residencial Cabreúva - FOTO: Arquivo ac24horas
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O jogador de futebol Igor Santos de Araújo, de 21 anos, covardemente assassinado na noite de segunda-feira, 28, na Rua Tabosa, próximo ao residencial Cabreúva, em Rio Branco, não tinha envolvimento com nenhuma organização criminosa. O fato é motivo de preocupação por parte da população, já que os criminosos não estariam escolhendo quem matar, atirando indiscriminadamente.

Pelo menos, é o que prova um relatório feito por investigadores do Equipe de Pronto Atendimento da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), onde consta que nada foi encontrado que desabonasse a conduta de Igor Santos de Araújo, que já havia atuado por equipes de base da Associação Desportiva Vasco da Gama.

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Outro caso semelhante ocorreu no domingo (27) na Rua da Sanacre. O açougueiro Donald Matheus Cordeiro da Silva, de 18 anos, transitava numa bicicleta quando foi abordado por vários homens em um automóvel. A exemplo de Igor Santos, ele também tinha ficha limpa. “O objetivo deles é causar pânico à população”, comentou um policial.

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