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Por JV – Em nome de Jesus

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É necessário, embora difícil, comentar esse caso dos pastores que intermediavam verbas no Ministério da Educação. A dificuldade é pelo fato de serem lideranças de igrejas e, portanto, temos que ser cuidadosos para não generalizar. Mas é justamente aí que um posicionamento se torna mais necessário. Eu conheço muitos cristãos, evangélicos ou católicos, e sei que são pessoas honestas, trabalhadoras, que cultivam a solidariedade e respeitam as leis. Quando fui governador do Acre, procurei apoiar o excelente trabalho social que muitas igrejas fazem. Por isso, além de ficar indignado com o desvio de verbas da educação, pois estão roubando o futuro de nossas crianças, fico também muito triste porque uma minoria de falsos cristãos, “em nome de Jesus”, abusam da sua posição de liderança e principalmente da Fé de pessoas de bem. Eles envergonham e prejudicam a reputação dos verdadeiros cristãos, que se dedicam de coração em realizar a obra de Deus e ao chamado de cuidar de pessoas.

Conversei com amigos Pastores e eles me disseram: “esses pastores corruptos não representam nossa Fé, nem nossas práticas; são falsos profetas, lobos disfarçados no meio das ovelhas”. De fato, tenho percebido uma indignação geral, mas especialmente entre evangélicos, com esses pastores que usam a Igreja para tirar benefícios particulares no meio político, pastores coniventes com esquemas ilegais que beneficiam apenas eles mesmos e seus padrinhos políticos. Quem fala isso são os prefeitos que denunciam os pedidos de propina para liberarem recursos do MEC, fato noticiado amplamente nos últimos dias.

Os governos devem apoiar o trabalho social e comunitário das igrejas, mas para isso existem os meios devidos, como convênios, projetos e instituições adequadas. Os que agem por fora da lei são como aqueles negociantes que Jesus expulsou do Templo, porque estavam fazendo da Casa do Pai um mercado (JOÃO 2,13-25).

Fazendo o trabalho corretamente, seguindo o princípio do estado laico, a sociedade inteira é beneficiada. Com os tais gabinetes paralelos, como esse caso que ocorreu no MEC, ou como aquele também terrível que aconteceu no Ministério da Saúde para desviar o dinheiro das vacinas, o Brasil vem sendo desgovernado e a situação só piora. Está chegando o momento de nos livrarmos desse pesadelo e o povo cristão, de todas as denominações, será importante nessa mudança.


Jorge Viana é Acreano, engenheiro florestal e professor de gestão pública no IDP.

Destaque 7

Falta licença da prefeitura de Bocalom inviabiliza centro de treinamento padrão FIFA no Acre

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Apesar de ter sido realizada há quase 9 anos, a Copa do Mundo disputada no Brasil em 2014 ainda resulta em discussão no Acre.bÉ que a FIFA, entidade máxima do futebol mundial, e a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) definiram que as capitais dos estados que não foram sede de jogos também receberiam investimentos, o chamado legado da Copa.

Rio Branco é uma das cidades beneficiadas, mas com quase 10 anos depois, os amantes do futebol no estado ainda não podem desfrutar dos investimentos. Ficou decidido que na capital acreana vai ter construído um centro de treinamento no padrão FIFA, ou seja, com todos os recursos necessários para o desenvolvimento do futebol, como campo de grama sintética, vestiários, academia, arquibancada para 1,5 mil torcedores e todos os demais equipamentos que existem em um centro de treinamento de alto nível. A interação da Federação de Futebol do Acre (FFAC) é usar o espaço também para jogos, principalmente na época do inverno, quando os campos de grama natural “sofrem” mais por causa das chuvas.

O investimento no Acre já deveria está pronto e sendo usado pelos desportistas acreanos, já que um terreno foi comprado pela Federação ao lado do estádio Florestão na capital acreana, a licitação de obra no valor de R$ 6,4 milhões de reais foi feita e a empresa vencedora do processo licitatório veio para o Acre e chegou, inclusive, a montar o canteiro da obra.

Ocorre que, de acordo com Antônio Aquino Lopes, o Toniquim, presidente da Federação de Futebol, a falta de uma simples licença da prefeitura de Rio Branco impede a construção da importante obra. “Não existe nada parecido no Acre e o centro vai ser de extrema importância. Já fizemos todos os esforços, mas a prefeitura não concede a licença. Engraçado é que a CEASA, que é uma obra muito maior, está na mesma região, a Câmara Municipal de Rio Branco está sendo construída em um terreno igual e apenas o futebol do Acre está sendo prejudicado”, diz Toniquim.

O ac24horas procurou a prefeitura de Rio Branco. De acordo com Cid Ferreira, Secretário Municipal de Infraestrutura do município, não há nenhum tipo de perseguição e a licença ainda não foi concedida por culpa da própria Federação. “Acho que houve um certo exagero da Federação. Foi tudo conversado, acertado e ficou do presidente da Federação mandar um engenheiro aqui só para que fosse feito um pequeno detalhe. O prefeito pediu para viabilizarmos o projeto de forma correta e a única que foi pedida foi a mudança de lado do vestiário, já que é uma área de preservação. Estamos aguardando a vinda desse engenheiro, mas ninguém voltou mais. Preferem ir para o jornal atacar do que vir aqui para que possamos finalizar essa proposta. Estamos de portas abertas, aguardando a Federação aqui”, afirma.

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EDITAL DE CONVOCAÇÃO

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Na forma estabelecida no Estatuto Social e na Legislação Federal aplicada, ficam convocados, por este Edital, os sócios proprietários do Independência Futebol Clube, para uma reunião de Assembleia Geral, a realizar-se no próximo dia 08 de Fevereiro de 2023, na Rum Dom Bosco – n. 256, nesta cidade, em primeira convocação às 09:00 (nove) horas e em segunda convocação às 10:00 (dez horas, para debater os seguintes:

ORDEM DO DIA

a) Eleição e posse dos Membros efetivos do Conselho Deliberativo;
b) Criação do Cargo do segundo Vice-Presidente;
c) Eleição e posse do Presidente e dos Vice-presidentes;
d) Eleição e posse dos membros Titulares e Suplentes do Conselho Fiscal;
e) Autorização para Diretoria alienar 10 (dez) ações de sócios proprietários ao preço de dez mil reais cada pagamento á vista no ato da proposta;
f) Outros assuntos de interesse da agremiação.

Rio Branco, 26 de Janeiro de 2023.

JOSÉ EUGÊNIO DE LEÃO BRAGRA

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Desmatamento no Acre avança mais em áreas do governo federal

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As áreas federais são as mais desmatadas no Acre desde 2018, segundo o mais recente estudo do Imazon. Em 2021, essas áreas perderam 563 quilômetros quadrados para o desmate e, em 2022, a devastação caiu levemente e essas terras perderam 531 km2.

No período, as áreas de responsabilidade do governo estadual e as sem jurisdição também apresentaram forte desmatamento mas em escala bem menor que nas federais.

Algo parecido se repetiu em toda Amazônia. Em relação à jurisdição das áreas desmatadas em 2022, 80% era de responsabilidade do governo federal, o que equivale a 8.443 km². Nesses territórios, a devastação teve alta de 2% em relação ao ano anterior, quando foram derrubados 8.291 km².

Embora sejam responsáveis por 11% do território destruído no ano passado, o que representa 1.130 km², os governos dos estados foram os que mais deixaram a devastação crescer. Nos territórios estaduais, houve um aumento de 11% no desmatamento em relação a 2021, quando foram perdidos 1.014 km². O restante do desmatamento ocorreu em áreas sem jurisdição (1.000 km²) e municipais (0,2 km²), que tiveram percentuais de 9% e 0,002% em relação ao total desmatado, respectivamente.

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Governo do Acre nomeia Francisca Arara como assessora Especial Indígena

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Francisca Arara, do povo Arara, foi nomeada nesta quinta-feira, 26, como Assessora Especial Indígena no Gabinete do governador Gladson Cameli.

A representante da pasta, de 44 anos, é uma grande liderança reconhecida na representatividade nacional e internacional, na defesa dos povos indígenas.

Francisca tem uma militância de mais de 20 anos em pautas relacionadas às políticas públicas, mudanças climáticas e gestão territorial. Disse ser uma honra poder contribuir na gestão de Cameli, para o crescimento do Estado.

“Para mim, é uma honra, como mulher indígena, do povo Arara, poder contribuir com o nosso estado. Já atuei nacionalmente e internacionalmente e agora vou ajudar o nosso Acre. Trabalhando diretamente no Gabinete do governador, vou ter mais proximidade e conversar com ele sobre os problemas e soluções relacionados aos povos originários. É uma satisfação e estou muito emocionada”, declarou.

Para Gladson, a nova assessora é uma mulher forte e a enxerga como uma liderança feminina que irá ajudar a conduzir os trabalhos de políticas públicas no Acre.

“O Estado precisa de lideranças como ela, e agora estaremos caminhando juntos para fortalecer ainda mais o trabalho que já estávamos fazendo. Queremos dialogar diretamente com os povos indígenas e, com a Francisca trabalhando ao nosso lado, vamos poder tratar essa pauta mais de perto”, destacou.

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