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Polícia tenta identificar bando que vem extorquindo e ameaçando comerciantes no Acre

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Integrantes do setor de inteligência das polícias civil e militar trabalham duro na tentativa de chegar a alguns dos integrantes de um bando organizado que de outros estados vem aplicando golpes contra comerciantes e empresários da capital e de Cruzeiro do Sul.

O crime é praticado pelo telefone, quando o golpista oferece trabalho de segurança para a vitima não ser assaltada. Outros partem para métodos violentos, como ameaças de sequestro ou assassinato de familiares da vítima da tentativa de golpe.

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Dezenas de empresários já caíram no golpe e depositaram dinheiro em conta indicada pelos bandidos.

De acordo com o Coronel Atahualpa Ribeiro, diretor Operacional da Polícia Militar do Acre, os golpistas estão bem informados e certamente contam com o apoio de pessoas de Rio Branco, que conseguem informações completa das vítimas escolhidas.

“Eles conseguem, inclusive, usar o DDD 68 para demonstrar que as ligações são feitas de Rio Branco ou de outra cidade do Acre, quando na realidade estão ligando de outro estado”, comentou o oficial.

Atahualpa disse que o golpe é aplicado de maneira simples. O bandido liga de outro estado exigindo certa quantia em dinheiro do comerciante que em troca terá segurança e serviço antirroubo, entre outros. Quando a vítima escolhida não aceita, os criminosos partem para as ameaças de sequestrar ou matar um familiar.

Amedrontadas, a maioria das vítimas acaba cedendo e pagando o exigido pelos autores da extorsão.

“Não cedam às chantagens, chamem a polícia. O que essas pessoas menos querem é que a policia esteja envolvida, prova disso é que várias vítimas disseram que a primeira coisa que eles fazem quando das ligações é que o telefone seja colocado em viva voz. Eles têm medo das forças de segurança. Se você, eventualmente, recebe uma ligação dessas, procure a polícia que tudo será resolvido a contento”, disse o Coronel.

Segundo Atahualpa, existe um trabalho de parceria com a Polícia Civil para combater esse tipo de crime. “O que aliás não é exclusividade nossa, já que ocorre em outros estados”, conclui Atahualpa Ribeiro.

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