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DNIT pode multar empresa de Jarbas por serviço na BR-364

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Sandra Assunção

Os longos trechos com buracos profundos que aumentam o tempo das viagens e danificam carros são a realidade atual da BR-364, principalmente na parte entre Sena Madureira e Feijó. E a situação poderá perdurar, isso porque o imbróglio jurídico entre o Departamento Nacional de infraestrutura e transportes (DNIT) e a empresa acreana MSM, do empresário Jarbas Soster, responsável pelo trecho l, tem mais um capítulo em andamento.


No ano passado, por atraso no cronograma dos serviços executados pela empresa, o DNIT notificou e multou a construtora em R$ 1, 6 milhão. Em seguida o Departamento abriu nova licitação para contratar a empresa que substituiria a de Soster, mas ele recorreu à justiça, pôde concorrer no novo certame e venceu a licitação.


Agora mais uma vez o DNIT cobra agilidade e celebridade da empresa nos serviços de manutenção da estrada. O superintende do Departamento no Acre, Carlos Moraes, cita que a atual mobilização da MSM não está compatível com realidade financeira do novo contrato. O valor do contrato anterior era de R$ 83 milhões e passou para R$ 220 milhões. Na semana passada, segundo Moraes, o DNIT fez um repasse de R$ 30 milhões para a construtora, mas o ritmo da mobilização e retomada do trabalho, novamente está inferior ao que o DNIT esperava.


” Semana passada tivemos um aporte de 30 milhões e notificamos a MSM para retomar os serviços com mobilização compatível a nova realidade orçamentária. Caso a empresa não responda não dê a resposta necessária na pista, teremos que abrir nova apuração. Se não atender vamos abrir nova responsabilização administrativa, o que esperamos que não ocorra. Tendo em vista que o argumento da empresa era de supostos preços defasados, e agora os contratos são novos com preços atualizados e ofertados recentemente por ela na licitação, inclusive com desconto ao preço do DNIT”, conta o superintendente.


O empresário Jarbas Soster não atendeu a ligação nem respondeu as mensagens do ac24horas para falar do assunto.


O taxista Luiz Gonçalves Pereira cita que as viagens antes feitas entre 7 e 8 horas agora levam até 10 horas e a troca de peças danificadas pelos buracos, é constante, o que acarreta prejuízos.


” Essa parte de amortecedor, batente de amortecedor e bucha de balança é a mais prejudicada com os buracos. Gastei agora uns R$ 600 reais mais R$ 300 do para-choque. Por isso e pelo valor da gasolina tivemos que passar de R$200 pra R$ 230 o valor da viagem por passageiro “, conta ele.


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Sandra Assunção

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