Conecte-se agora

Vídeo: avião da Latam que transportava acreanos realiza arremetida de urgência em São Paulo

Publicado

em

Ocorreu no Aeroporto Internacional Governador André Franco Montoro, em Guarulhos (SP) no último dia 16 de janeiro, uma arremetida – procedimentos de segurança da aviação nas operações de pouso, de um avião Airbus A320 da Latam registrado sob a matrícula PR-MHK, que havia saído de Rio Branco Acre em direção a São Paulo.

No entanto, segundo informações do portal Aeroin, na pista, estava um ATR-72 da VoePass, que havia chegado no voo 2Z-2261, com origem em Joinville, Santa Catarina, diante da aproximação de uma aeronave da Latam para o toque pela cabeceira 27R. Em um vídeo captado, é possível observar enquanto outra ainda não tinha liberado a pista, o controlador de tráfego aéreo instrui os pilotos a iniciarem uma arremetida, que aconteceu já em baixa altura, há poucos segundos do pouso.

Após a arremetida, os pilotos da Latam realizaram novo procedimento de aproximação e o pouso foi completado cerca de 13 minutos depois.

Vale lembrar que a arremetida é um procedimento comum na aviação, devidamente treinado pelos pilotos, que visa a garantir a segurança quando, durante a aproximação e o pouso, algo está fora do padrão ou haja possibilidade de sair do padrão.

Veja o vídeo:

Acre 01

Promotor diz que “Caso Jonhliane” é simbólico e que decisão da justiça foi a esperada pelo MP

Publicado

em

O promotor de justiça Efrain Henrique Mendoza Mendivil Filho, que esteve à frente da acusação na ação penal que resultou na condenação dos dois acusados da morte de Jonhliane Paiva de Souza, Ícaro Pinto e Alan Araújo, cuja sessão foi encerrada na última quinta-feira (19), afirmou que o resultado ocorreu dentro do que o Ministério Público esperava.

Para ele, a condenação se deu conforme a pronúncia, ou seja, para o acusado Ícaro as acusações de homicídio simples, de não ter prestado socorro à vítima e de embriaguez ao volante, e para o réu Alan a acusação única de homicídio simples, tendo os jurados aceitado a tese que o MP defendeu, conforme as provas existentes nos autos.

“Para mim o resultado foi bastante justo, pois tudo o que constava na pronúncia foi recebido pelos jurados, então eles foram condenados pelo que constava na pronúncia. Sendo assim, houve o sucesso do MP pelo acatamento da sua tese pelos jurados, e por isso a gente parabeniza não o nosso trabalho, mas à sociedade”, disse o representante do Ministério Público.

Quanto a um questionamento relacionado à possibilidade de as penas terem sido consideradas baixas, o promotor disse que nos crimes de trânsito a doutrina, a jurisprudência não entende que as qualificadoras são aplicáveis, o que faz com que as penas sejam realmente baixas, mas em respeito à legislação vigente, que prevê para o caso a denúncia por homicídio simples.

“Assim, a pena é de fato baixa, pois começa de seis anos indo até vinte e a tendência é sempre se partir da pena mínima e fazendo a individualização, considerando as circunstâncias do crime é que se vai aumentando até atingir as penas que foram aplicadas a cada um dos acusados. Então, de fato, a pena se torna baixa, mas é em respeito à legislação vigente”, ressaltou.

Efrain enfatizou que o MP está satisfeito com a decisão dos jurados e também disse que mesmo que ocorram recursos tanto da defesa quanto da acusação, não acredita na anulação do julgamento, caso haja apelação para isso, e que talvez tenha sucesso a reforma da pena que mesmo assim não vai aumentar muito nem diminuir muito”, acrescentou.

Por fim, o promotor considerou que o caso Jonhliane é simbólico, pois não acredita que não se tenha notícia de outro crime resultante de um racha no Acre. Para ele, a decisão vai abrir precedentes. Quanto a terem ficado presos durante todo o tempo da ação penal, o que também não é comum nesse tipo de ocorrência, ele justificou pela gravidade do fato.

“A respeito de quanto tempo eles ficaram presos, isso até me surpreendeu, principalmente quando caíram as qualificadoras. Mas eu entendo que o que preservou a prisão dos dois foi a gravidade do fato, a questão da velocidade que foi empregada, 150km/hora chama a atenção, no ponto da batida 155 km/h. Foi por isso que eles ficaram presos”, concluiu.

As condenações

Alan Araújo, que tinha 20 anos à época dos fatos, foi condenado por homicídio simples, cuja pena vai de 6 a 20 anos de reclusão. Na dosimetria, o juiz Alesson Braz fixou a pena-base de 9 anos e 6 meses de reclusão. Em razão de o réu ser menor de 21 anos, como é previsto em lei, o magistrado atenuou a pena em 1/6, tornando-a definitiva em 7 anos e 1 mês de reclusão em regime semiaberto.

Ícaro também foi condenado por homicídio simples. Para ele, a pena-base para o crime de homicídio foi fixada em 13 anos de reclusão. Em razão de ter confessado o crime, ele foi beneficiado com a redução de 1/6 da pena, que se tornou definitiva em 10 anos e 10 meses de reclusão em regime fechado.

Ícaro também foi sentenciado às penas de 6 meses e 22 dias de detenção por deixar de prestar socorro à vítima (crime previsto no artigo 304 do Código de Trânsito Brasileiro) e de 11 meses e 15 dias de detenção por embriaguez ao volante (crime previsto no artigo 306 do Código de Trânsito Brasileiro). Ele também teve negado o direito de recorrer em liberdade.

Os dois réus também foram sentenciados a indenizar a mãe da vítima, Raimunda Salony, por danos morais em R$ 150 mil (R$ 100 mil para Ícaro e R$ 50 mil para Alan), além de pagar pensão mensal, a título de reparação material, correspondente a 2/3 do salário-mínimo vigente à época dos fatos divididos tal qual nos danos morais.

O acusado Ícaro Pinto vai pagar, a título de pensionamento, o importe de R$ 977,77 – equivalente a 88,88 % do salário-mínimo vigente à época dos fatos e o acusado Alan Araújo quantia de R$ 488,88 – que representa o valor de 44,44% do salário-mínimo vigente à época dos fatos. O prazo é até a data em que a vítima completaria 76,8 anos ou até o falecimento da beneficiária.

Continuar lendo

Acre 01

Defesa de Alan Araújo diz que recorrerá da sentença para tirar dele “pecha de assassino”

Publicado

em

Foto: Cedida

Um dia depois do encerramento do julgamento dos acusados pela morte de Jonhliane Paiva de Souza, um dos mais longos e de maior repercussão em mais de dez anos no Acre, os advogados de defesa de um dos condenados na ação penal, Alan Araújo de Lima, se manifestou a respeito da decisão dos jurados, alcançada no terceiro dia de trabalhos.

Helane Christina da Rocha Silva e Carlos Venícius Ferreira Ribeiro Júnior encaminharam uma breve nota ao ac24horas na qual dizem que respeitam a soberania do júri e as decisões do Judiciário, mas que discordam da pena aplicada ao seu cliente por entenderem que ele não é um assassino e que recorrerão da sentença para que a própria Justiça tire dele essa “pecha”.

“A defesa de Alan respeita a soberania do júri e principalmente as decisões proferidas pelo Poder Judiciário, porém, não concorda com ela. Alan não é um assassino. Por isso vamos apresentar os recursos devidos sabendo que somente o judiciário pode tirar essa pecha de assassino dele”, disseram os dois advogados na manifestação enviada à reportagem.

Alan Araújo, que tinha 20 anos à época dos fatos, foi condenado por homicídio simples, cuja pena vai de 6 a 20 anos de reclusão. Na dosimetria, o juiz Alesson Braz fixou a pena-base de 9 anos e 6 meses de reclusão. Em razão de o réu ser menor de 21 anos, como é previsto em lei, o magistrado atenuou a pena em 1/6, tornando-a definitiva em 7 anos e 1 mês de reclusão em regime semiaberto.

Ícaro também foi condenado por homicídio simples. Para ele, a pena-base para o crime de homicídio foi fixada em 13 anos de reclusão. Em razão de ter confessado o crime, ele foi beneficiado com a redução de 1/6 da pena, que se tornou definitiva em 10 anos e 10 meses de reclusão em regime fechado.

Ícaro também foi sentenciado às penas de 6 meses e 22 dias de detenção por deixar de prestar socorro à vítima (crime previsto no artigo 304 do Código de Trânsito Brasileiro) e de 11 meses e 15 dias de detenção por embriaguez ao volante (crime previsto no artigo 306 do Código de Trânsito Brasileiro). Ele também teve negado o direito de recorrer em liberdade.

Os dois réus também foram sentenciados a indenizar a mãe da vítima, Raimunda Salony, por danos morais em R$ 150 mil (R$ 100 mil para Ícaro e R$ 50 mil para Alan), além de pagar pensão mensal, a título de reparação material, correspondente a 2/3 do salário-mínimo vigente à época dos fatos divididos tal qual nos danos morais.

O acusado Ícaro Pinto vai pagar, a título de pensionamento, o importe de R$ 977,77 – equivalente a 88,88 % do salário-mínimo vigente à época dos fatos e o acusado Alan Araújo quantia de R$ 488,88 – que representa o valor de 44,44% do salário-mínimo vigente à época dos fatos. O prazo é até a data em que a vítima completaria 76,8 anos ou até o falecimento da beneficiária.

A reportagem não conseguiu contato com os advogados de Ícaro.

Continuar lendo

Acre 01

DNIT melhora acesso à ponte do Madeira enquanto a BR-364 no Acre sofre com descaso

Publicado

em

O Governo Federal anunciou nesta sexta-feira (20) que equipes do DNIT atuam na manutenção da BR-364, no trecho de acesso à Ponte do Rio Madeira, em Abunã, no Estado de Rondônia.

Segundo o DNIT, o segmento de 90 quilômetros recebe a intervenção mais intensa nos trechos críticos, além da manutenção para conservação da BR.

O trecho, lembra o órgão, faz a ligação entre Rondônia e Acre, passando pela ponte do Abunã, construída pelo DNIT e inaugurada no ano passado pelo governo.

“O trabalho do DNIT busca garantir maior conforto e segurança para os usuários dessa importante rodovia do Norte do país”, diz o órgão.

Enquanto em Rondônia a BR-364 recebe melhorias, no Acre o trecho entre Rio Branco e Cruzeiro do Sul é alvo frequente de queixas e denúncias de parte de motoristas, moradores e autoridades.

A situação é tão crítica que deputados falam que a estrada pode ser fechada em alguns trechos. Há uma empresa realizando operação tapa-buracos e algumas melhorias nos pontos mais danificados mas a proposta defendida é de reconstrução da rodovia, algo que já foi admitido pelo governo federal. No entanto, os recursos ainda não foram liberados para as obras que realmente precisam ser feitas.

Continuar lendo

Acre 01

“Daqui a pouco vão dizer que a Jonhliane estava errada por estar na frente do Ícaro”, diz advogada

Publicado

em

O terceiro dia de julgamento de Ícaro José da Silva Pinto e Alan Araújo de Lima – dois acusados de participação na morte de Jonhliane Paiva Sousa em um acidente de trânsito ocorrido em agosto de 2020 – está sendo marcado por discursos fortes nesta quinta-feira, 19. A advogada de defesa da vítima, Gicielle Rodrigues, criticou, veementemente, as estratégias de defesa dos acusados – que tentam desvincular suas participações no crime.

Rodrigues condenou a declaração de Silva Neto, advogado de Ícaro Pinto, onde afirmou que a fatalidade que vitimou Jonhliane foi apenas um acidente de trânsito. “Daqui a pouco vão dizer que a Jonhlliane estava errada por estar na frente do Ícaro”, desabafou.

A advogada disse ainda que o discurso de Ícaro, alegando arrependimento, não é verdadeiro e não passa de tese de defesa. “A pessoa que não muda sua conduta, é um colecionador de traumas. Se ele não foi parado, ele vai matar de novo, que Deus nos proteja, amanhã pode ser eu”, ressaltou.

Sobre o depoimento de Alan Araújo – acusado por se envolver em um racha no dia do crime, a defensora salientou que o réu faltou com a verdade. “Ele disse que não estava na festa, em depoimento na delegacia, e aqui confessou estar. Ele disse que foi mal instruído pelo advogado. Ele [advogado] nem aqui está mais. Como vou dá credibilidade?”, indagou.

Gicielle fez questão de condenar o depoimento da ex-ficante de Ícaro Pinto, Hatsue Tanaka. Na sua opinião, a postura dela foi repugnante. “A Hatsue teve um depoimento repugnante. Ela presenciou o crime e depois quis relaxar, uma noite tranquila. Se fosse eu tinha dado na cara dele, porque uma pessoa de caráter faz isso”, comentou.

Continuar lendo

Newsletter

INSCREVER-SE

Quero receber por e-mail as últimas notícias mais importantes do ac24horas.com.

* indicates required

Leia Também

Mais lidas

error: Conteúdo protegido!