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Possibilidade de crescimento de doenças respiratórias no Acre é acima de 95%, diz Fiocruz

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A Fiocruz divulgou nesta terça-feira (25) mais um boletim Inforgripe, que monitora as doenças respiratórias no País. A situação segue complicada na maioria dos Estados.

Nas capitais, a Fiocruz observa que 23 das 27 apresentam sinal de crescimento na tendência de longo prazo (últimas seis semanas) até Semana Epidemiológica 3.

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Porto Velho e Vitória, embora apresentem sinal de estabilidade e queda na tendência de longo prazo, respectivamente, estão com sinal de crescimento na tendência de curto prazo.

Rio Branco está no grupo de capitais onde a probabilidade de crescimento das doenças respiratórias permanece acima de 95%.

Em São Paulo observa-se sinal de estabilidade nas duas análises, e em Salvador o sinal é de queda nas duas tendências. Dentre as que apresentam sinal de crescimento na tendência de longo prazo, apenas em Boa Vista e Recife este sinal é moderado (probabilidade maior que 75%), enquanto Aracaju, Belém, plano piloto de Brasília e arredores, Belo Horizonte, Campo Grande, Cuiabá, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Goiânia, João Pessoa, Macapá, Maceió, Manaus, Natal, Palmas, Porto Alegre, Rio de Janeiro, São Luís e Teresina o sinal é forte (probabilidade maior que 95%) -além de Rio Branco, já citado.

Em Vitória, temos sinal moderado de crescimento apenas na tendência de curto prazo. Conforme apresentado pelos indicadores de transmissão comunitária, todas as capitais encontram-se em macrorregiões de saúde em nível alto ou superior, sendo a maioria delas em nível muito alto ou extremamente alto.

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