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Acreano entra 2022 pagando mais impostos do que no ano passado

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Os acreanos já começam 2022 sendo obrigados a trabalhar 151 dias somente para pagar impostos. Além disso, só nos primeiros 19 dias de 2022 o povo do Acre já pagou quase R$ 290 milhões em impostos, segundo os dados da plataforma Impostômetro, da Associação Comercial de São Paulo.

Esse valor é maior que o recolhido no mesmo período de 2021, quando os acreanos pagaram R$268,1 milhões nos primeiros dezenove dias do ano passado.

Ou seja: em 2022, os acreanos já pagam 7,8% a mais em impostos -e o ano ainda nem começou direito.

Apenas os moradores de Rio Branco desembolsaram R$ 11,3 milhões em impostos até às 10 horas desta quarta-feira (19).

Números como esse podem ser conferidos no painel da Associação Comercial do Acre, na Avenida Ceará, em Rio Branco. Somando os valores arrecadados nos últimos três anos entre os 1 e 19 de janeiro os acreanos pagaram cerca de R$800 milhões em impostos municipais, estaduais e federais. ICMS, Imposto de Renda e imposto previdenciário são os mais arrecadados no Acre.

É uma rede automatizada recebe os dados de todo o Brasil e informa os valores em um painel. Criado pelo Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário, o mecanismo computa os tributos em todas as esferas de governo.

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Acre tem 10% da população do estado sem acesso à energia

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O Brasil tem avançado na universalização da energia, mas as populações de áreas remotas da Amazônia ainda demandam acesso à eletricidade. Reportagem do site ambiental O Eco mostra que, segundo estimativas do Ministério de Minas e Energia, cerca de 425 mil famílias ainda não têm acesso à energia elétrica no país.

No Acre, são mais de 17 mil famílias, o que corresponde a 87 mil pessoas, cerca de 10% da população do estado. E sem a realização do Censo do IBGE, esse dado pode estar subestimado. O município acreano que aparece com o maior número de pessoas sem acesso à energia elétrica é Sena Madureira (26.894).

A publicação diz que 2022 é o ano chave para a pauta da universalização da energia elétrica no Brasil, quando vence o prazo de vigência do Luz para Todos, o carro-chefe da política pública desse direito garantido pela Constituição.

O programa Mais Luz Para a Amazônia, irmão mais novo do Luz para Todos, lançado em 2020 e que também perde a vigência em 2022, deverá ser prorrogado. O projeto foca justamente nas populações que o Luz Para Todos não conseguiu atingir em sua plenitude: os moradores de áreas remotas da Amazônia Legal.

Os números acima são do Ministério de Minas e Energia (MME), Instituto de Energia e Meio Ambiente (IEMA) e Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A reportagem original é de Liane Cardoso, jornalista em formação pela Universidade Estadual do Piauí.

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Venda de automóveis cai 24% no Acre e Strada lidera no estado

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O ano de 2022 começou com o Chevrolet Ônix e a Fiat Strada sendo os mais veículos mais vendidos no Acre. Em janeiro de 2022, as concessionárias acreanas comercializaram 29 unidades do Ônix e 27 do Strada. Na soma das vendas de janeiro a abril, foram comercializadas 71 Strada e 53 Ônix, este último surge com frequência nos aplicativos de corridas compartilhadas em Rio Branco.

Em fevereiro, o Honda City e o Chevrolet Ônix foram os vendidos, cada um com 27 e 25 unidades, respectivamente. Na 1ª quinzena de maio, o modelo zero km de Honda City mais barato não saiu por menos de R$ 85 mil.

Em março, a Toyota Hilux foi o carro mais vendido no Acre, com 24 unidades comercializadas. Esse número representou 0,60% de todas as Toyota Hilyx vendidas no País naquele mês. A Fiat Strada ficou em 2º, com 20 automóveis vendidos.

Em abril passado, a dobradinha Ônix (Chevrolet Ônix Plus) e Strada voltou a se repetir, empatando em 24 unidades vendidas no período.

Conforme ocorreu em março, Hilux e Strada foram também os mais vendidos em 2021 no Acre. No ano passado, 639 unidades desses modelos foram comercializados no Estado.

A Fiat Strada, que para a Federação Nacional dos Fabricantes de Veículos (Fenabrave) não é considerada um veículo de passeio, e sim um comercial leve, fechou na liderança geral de carros mais vendidos do Brasil em abril, repetindo o que já havia alcançado em março.

As dezenas de unidades emplacadas da picape, sucesso entre frotistas e empresas que precisam deste tipo de carro para trabalho, contribuíram para colocar a Fiat em primeiro lugar no ranking de vendas por marcas -assim explica a Fenabrave.

Em geral, no entanto, o mercado de veículos pequenos 0km vive um período de retratação se comparado com o ano passado: entre janeiro de abril de 2022 a venda de automóveis caiu 24% frente aos quatro primeiros meses de 2021. Por outro lado, as vendas de motocicletas 0km cresceram 16,14%.

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“Enquanto ele estava em Fortaleza, não pediu perdão”, diz advogada da família de Jonhliane

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A advogada Gicielle Rodrigues, que representa a família de Jonhliane de Souza, atropelada e morta em agosto de 2020, na Avenida Antônio da Rocha Viana, em Rio Branco, se manifestou nesta terça-feira, 17, acerca das recentes declarações dos advogados de defesa de Ícaro Pinto e Alan Araújo – acusados pelo trágico acidente.

Na opinião de Rodrigues, o pedido de perdão feito por Ícaro tem o objetivo de ludibriar a opinião pública. “Isso é uma estratégia de defesa. Tanto que é que foi levada à opinião pública e o acusado deixou para pedir perdão por um vídeo depois que já estava preso. Enquanto ele estava em Fortaleza, não pediu perdão”, disparou.

Sobre o julgamento, a advogada disse que torce pela condenação dos réus – Ícaro Pinto e Alan Araújo. “É o que a família espera, é um clamor social para que crimes assim não voltem a acontecer”, declarou.

Em um vídeo, Ícaro fez pedido de desculpas tanto à família de Jonhliane, quanto à de Alan, a quem ele isentou de qualquer responsabilidade no acidente. O julgamento ocorre no Conselho de Sentença da 2ª Vara do Tribunal do Júri e Auditoria Militar da Comarca de Rio Branco.

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Livro revela detalhes sobre a morte de Edmundo Pinto

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Ao completar 30 anos, nesta terça-feira (17), a misteriosa e impactante morte do ex-governador do Acre, Edmundo Pinto, continua a povoar o imaginário do povo acreano por meio de versões que ganharam enorme repercussão pública, mas que nunca foram comprovadas. Conspiração política? Crime executado a mando da empreiteira Odebrecht por conta de denúncias de superfaturamento em obras executadas no Acre?

As perguntas acima são tema de uma pesquisa de mais de três anos, trabalho do escritor mineiro Bernardino Coelho da Silva que resultou no livro Quarto 704, lançado recentemente, traz revelações sobre os fatos que envolveram as investigações do fatídico acontecimento da madrugada do dia 17 de maio de 1992, no apartamento 704, do Della Volpe Garden Hotel, no centro da capital paulista.

De acordo com a investigação policial, Edmundo Pinto de Almeida Neto, um jovem e dinâmico político, que foi eleito governador do Acre em 1990, aos 37 anos de idade, depois de cumprir mandatos de vereador e de deputado estadual, em Rio Branco, sua cidade natal e capital acreana, foi vítima de latrocínio durante um assalto frustrado praticado por três criminosos liderados por um ex-garçom do próprio hotel Della Volpe.

Com 453 páginas, a obra de Bernardino Coelho promete mostrar a verdade real sobre o crime e os fatos que envolveram as investigações que o sucederam, com a revelação de todos os detalhes para pôr fim à discussão sobre se teria sido mesmo um crime político, hipótese levantada e se mantido viva por muitos anos após a morte do político, ou se realmente o fato que abalou o estado acreano foi latrocínio, como concluiu a justiça.

O livro percorre histórico de Edmundo Pinto, desde o começo da sua vida acadêmica e política, iniciadas na Universidade Federal do Acre (Ufac) e no Movimento Eclesial de Base da Igreja Católica, passando pela sua chegada ao governo do Acre, após ter sido vereador e deputado, até a sua morte, que ocorre em meio a denúncias de malversação de verbas para a construção do Canal da Maternidade, em Rio Branco.

O autor

Bernardino Coelho da Silva, tem 67 anos. É natural de Tumiritinga (MG), formado em Direito, com pós-graduação em Gerenciamento de Projetos, pela Fundação Getúlio Vargas, e em Gestão de Negócios pela Faculdade de Estudos Administrativos de Minas Gerais (FEAD/BH). Atualmente radicado em Serra (ES), trabalha como como escritor e pesquisador, com 14 livros publicados.

O livro está disponível para compra na página do Clube dos Autores.

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