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A guerra não é só jurídica

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O QUE se tem notado neste momento mais difícil de seu governo, em que uma operação da PF apura possíveis ilícitos na sua gestão, com ampla divulgação nacional; é o governador Gladson Cameli (foto) só nesta guerra; e ao que indica não ouve ninguém, ou não faria declarações que não deveria fazer, como a feita em uma rádio em Feijó; querendo investigação da aplicação de emendas da bancada federal, emendas que vêm para o estado, que é o executor. Até porque dos oito deputados federais, seis são seus aliados. E, dos três senadores, dois são aliados. Criou uma briga política de graça, sem sentido. Acabou numa Nota da bancada refutando a sua fala. Não é hora de ampliar as divergências. Neste momento delicado tem que medir as palavras, não pode se deixar levar pela emoção. Até entendo a sua ânsia de sustentar a sua inocência, e enquanto não houver uma sentença condenatória, aplica-se ao seu caso a presunção constitucional de inocência; mas tem que ter cuidado com as palavras, porque elas não voltam no tempo; e se mal proferidas, podem lhe prejudicar. O governador Gladson Cameli tem de entender é que, a guerra que trava não é só jurídica – esta se enfrenta nos tribunais – mas, tão preocupante como esta é a guerra da opinião pública. E, também é uma guerra política, de desfecho imprevisível. Alguém precisa lhe dizer isso. Não sei como vai terminar tudo, mesmo porque está em segredo de justiça, mas sei que cada palavra a ser dita pelo governador tem que ser antes pesada, medida e discutida com terceiros, ou poderá estar se enredando com a própria linha do novelo. É uma situação que não deve ser minimizada. Pode acontecer nada, mas também pode acontecer de tudo. Prudência, pois, muita prudência. Deveria ser a palavra de ordem hoje dentro do governo.

ALIANÇA POR CONVENIÊNCIA
O que o governador Gladson não assimilou ainda é que, com raras exceções, o apoio que ele tem nas bancadas estadual e federal é por conveniência, por sobrevivência deles no mandato. O ex-governador Orleir Cameli tinha uma forte base parlamentar, mas quando seu governo apresentou dificuldades todos sumiram, e o único a ficar ao seu lado até o fim foi o então deputado federal Osmir Lima. Portanto, não confie muito em lealdade de político.

MUDANÇA DRÁSTICA
TENHO informação segura de que a partir de janeiro o governador Gladson Cameli deverá fazer profundas modificações no governo, e que, os que foram afastados na Operação Ptolomeu, não deverão retornar aos cargos.

FALTOU DEFESA UNIFORME
A mesma fonte se queixa de que, o governador Gladson  esperava um apoio em bloco mais ostensivo, por parte da sua base de apoio na ALEAC, e a defesa foi esparsa.

NÃO TEM RELAÇÃO
A DEMISSÃO do João Paulo Setti da Procuradoria Geral do Estado causou surpresa. A presunção é que deve ter sido por seu suposto envolvimento no caso dos precatórios. Não teve nenhuma relação com a Operação Ptolomeu.

FEDERAÇÃO A CAMINHO
A SE CONCRETIZAR a criação de uma federação nacional integrada pelo PT-PCdoB-PV-PSOL-Rede Sustentabilidade e PSB; no estado servirá de suporte para que se formem boas chapas para deputado estadual e deputado federal neste bloco da esquerda. Separados estava difícil formar.

ESPERANDO DESFECHO
O EX-SENADOR Jorge Viana (PT) se fechou em copas sobre a Operação Ptolomeu, mas é por pura estratégia. Só deve vir para a cena do debate se o desfecho for mais grave. Até lá deve ficar como um observador arguto.

NÃO VIRARAM EM VOTOS
NENHUM candidato ao governo foi tão incisivo em andanças pelo estado, em reuniões, do que o deputado Jenilson Leite (PSB). Mas, ao contrário do que esperava, este esforço não resultou em votos nas pesquisas.

FALANDO PARA AS PAREDES
ATÉ o momento o professor Minoru Kinpara está falando para as paredes no PSDB, que não conseguiu formar uma chapa para deputado federal. É muito provável que o Minoru aguarde até março, para ver se os tucanos formarão chapa; se não formarem, a lógica é que vá para outro partido. Sozinho não formará legenda para Federal.

O 5 BI INDECENTES
EM uma postagem, o Minoru Kinpara descascou com críticas contra a aprovação de quase 5 bilhões para os deputados e senadores gastar nas suas reeleições. Viu melhor sentido no gasto com saúde e educação.

OLHANDO DE LUPA
UM tucano que está olhando de lupa a situação no PSDB é o deputado Luiz Gonzaga (PSDB). É outro que se ver que será uma chapa fraca a do PSDB, pulará fora do ninho.

DISPUTA DESIGUAL
OS CANDIDATOS a deputado federal sem mandatos vão travar uma luta desigual com os atuais parlamentares federais. Enquanto um novato terá uma mixaria no naco do Fundo Eleitoral, um deputado federal não receberá menos de 2,5 milhões para as suas campanhas. É o jogo.

PDT SE ORGANIZANDO
O PDT poderá ter uma chapa para deputado estadual com nomes de votos, como os deputados Luiz Tchê, Pedro Longo e a vereadora Michele Melo, entre outros.

ELES QUEREM VOLTAR
HEITOR JUNIOR, Lourival Marques, Leila Galvão, Jamil Asfury, Tarcísio Pinheiro, Eber Machado, são ex-deputados que vão tentar em 2022 voltar para a ALEAC.

OU MATA OU CURA
A INTERVENÇÃO do prefeito Tião Bocalon, no decadente  sistema do transporte coletivo, foi uma medida dura, mas necessária. Das duas uma: ou cura ou mata o paciente.

RODA QUE GIRA
Quem viu o MDB administrando todas as prefeituras do Acre; tendo cinco dos oito deputados federais e a maioria esmagadora dos deputados estaduais, e vê a sua situação de hoje bem menos confortável, chega a conclusão que a política dá e tira. O PP não se gabe de ser hoje o maior partido do Acre. Pode não ser depois da eleição de 2022.

CONFISSÃO DE FRACASSO
O COMUNICADO que o estado pode pedir que o Ministério de Saúde deixe de mandar vacinas, é uma confissão de fracasso das prefeituras em convencer a população a se vacinar com duas doses. Estamos entre os estados que menos vacinaram. A culpa maior é de quem não foi se vacinar, em que pese as campanhas e chamamentos. O negacionismo tirou milhares de vidas.

TUDO MUITO CONFUSO
ESTAMOS fechando o ano de 2021 com um quadro político muito confuso no estado. Não dá para se ter uma ideia do cenário de 2022, porque não se sabe o que poderá acontecer até a campanha, com tanta confusão jurídica. O tempo é de aguardar os acontecimentos.

DIA D
2 de abril será o Dia D para a acomodação do quadro político. É quando se saberá para onde irão os deputados que estão desgarrados e sem legenda.

QUADRO ESTÁVEL
ENTRAMOS em 2022 com o quadro presidencial estável. Lula disparado na preferência, Bolsonaro distante em segundo lugar; e o Moro mais distante, em terceiro lugar.

NEM PENSAR
QUEM tiver menos de 3 mil votos para deputado estadual nem se candidate. Com um coeficiente em torno de 17 mil votos para eleger o primeiro deputado; um candidato terá que partir dos 3.400 votos para entrar na disputa. É que o candidato terá de ter 20% do coeficiente. É muito voto!

É QUEM ASSINA OS CHEQUES
QUEM vai assinar os cheques dos recursos do Fundo Eleitoral para os candidatos do PP, é a presidente e senadora Mailza Gomes (PP). Quem é que vai ousar a lhe desafiar dentro do PP? Tem o apoio de todo o partido.

FRASE MARCANTE
“Aquele que habita no esconderijo do Altíssimo, á sombra do Onipotente descansará”. Salmo 91. Que os corações sejam abrandados nesta época natalina, um Feliz Natal, cheio de graça e muita paz para todos. Deus conosco.

Blog do Crica

Apostar no Lula ou no Bolsonaro para chegar ao Palácio, é uma aposta no vazio

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A ESQUERDA aposta numa vitória do Lula no primeiro turno; e em segunda hipótese, o Lula chegar bem na frente do Bolsonaro no segundo turno, para alavancar a candidatura ao governo do Jorge Viana (PT). Os candidatos ao governo do campo conservador, como o senador Márcio Bittar (União Brasil), Mara Rocha (MDB) e Gladson Cameli (PP) apostam na vitória de Bolsonaro, em que devem colar as suas candidaturas. Também acreditando na transferência de votos. 

O senador Sérgio Petecão (PSD) optou por liberar os seus candidatos a votar e apoiar quem bem entender para presidente. É apostar no vazio se pensar que colar no Lula ou no Bolsonaro, é certeza de eleição para o Palácio Rio Branco. 

Aqui, no estado, ainda é uma eleição paroquial. O PT já perdeu eleições para a PMRB com o Lula no auge da popularidade. E, no auge do Bolsonaro, em 2018, o seu candidato a governador foi derrotado com uma votação pífia. 

O eleitor acreano costuma votar descolado do panorama nacional. Este continua sendo o enredo do samba nas eleições para o governo do Acre.

TODOS CONTRA O GLADSON? NEM TANTO!

NÃO É MATEMÁTICO se dizer que todos os candidatos ao governo da oposição estarão unidos contra o governador Gladson Cameli, caso este chegue no segundo turno. Todos têm algo em comum, querer impedir um novo mandato do Cameli. Mas, isso será capaz de superar as diferenças ideológicas? É a pergunta que fica para ser respondida na campanha. O único ponto claro é o de que a eleição vai ao segundo turno. 

SEM UM FAVORITO

UMA das mais experientes lideranças políticas do Acre, a quem sempre escuto, fez ontem numa conversa, a observação: “Não tem favorito na disputa do Senado”.

OUTRA OBSERVAÇÃO

A OUTRA observação é que, também, não existe ainda uma luz sobre qual candidato ao governo pela oposição, vai para o segundo turno com governador Gladson.

QUANDO SETEMBRO VIER

AS pesquisas que vão dar a primeira luz sobre que candidatos vão polarizar nas disputas do Senado e Governo, serão as da primeira quinzena de setembro. Pesquisa antes disso, não pega o clima da campanha.

VOZ NO PARLAMENTO

O ex-presidente da FIEAC, José Adriano (PP), busca aglutinar em torno da sua candidatura a deputado federal as lideranças empresariais, com a mensagem que a categoria tem de ter voz no parlamento federal.

NÃO ESPERA ACONTECER

CANDIDATO que espera pelo poder para se eleger, é um caminho para o porto da balsa. O que elege o candidato, é o trabalho pessoal a ser feito durante a campanha. Como na música de Geraldo Vandré – quem sabe\faz a hora\não espera acontecer…. A política registra uma profusão de casos que candidatos do poder perderam.

ANTES TARDE DO QUE NUNCA

A NOTÍCIA que chega é a de que, o ex-secretário Rômulo Grandidier voltará ao governo para ocupar um cargo de ponta. Se isso ocorrer, ponto para o Gladson, que não conseguiu ainda montar uma boa coordenação política.

MUITO BEM ARTICULADO

NÃO tirem o Israel Milani de tempo na disputa de um mandato de deputado federal, dentro da chapa do REPUBLICANOS, se articulou em todos os municípios. Pesa ao seu favor, ser desenvolto no contato pessoal.

O TEMPO É O ADVERSÁRIO

SUA QUALIFICAÇÃO para ser senadora, é indiscutível. O  grande desafio da candidata ao Senado, Nazaré Araújo (PT), é de se tornar conhecida do eleitor em todo estado numa campanha de tiro curto, de apenas 45 dias.

ATO MARCANTE

VAI ficar como o mais marcante dessa campanha presidencial, o ato de ontem da leitura da Carta da Democracia, na defesa do estado de direito e contra o golpismo. Não há mais clima para volta da ditadura.

COMPARÁVEL AO “DIRETAS, JÁ”!

NÃO SE VIA um ato deste significado, reunindo as cabeças pensantes do país num mesmo lado, de pensamentos políticos diferentes, desde o movimento pelas “Diretas, Já”! Foi um recado aos que atentam contra o direito fundamental do regime democrático.

ERRO DE AMADOR

SER O CANDIDATO de quem governa não quer dizer, absolutamente, nada. Quando o eleitor resolve dar o seu vota num candidato, não olha quem está lhe apoiando. Vota na empatia. É um erro amador pensar o contrário. Você vota no candidato, e não no apoiador.

CAIU DO TELHADO

NÃO encontro nem uma cabeça lúcida da política que ainda acredite que, esta eleição para o governo acaba no primeiro turno. As entradas do senador Márcio Bittar (União Brasil) e do ex-senador Jorge Viana (PT) fez cair do telhado o cenário de não se ter o segundo turno.

MÉDIA PARA ELEGER

COM o grande número de candidatos a senador, muitos com densidade eleitoral, a previsão que experts em votação fazem; é a de que, quem tiver 130 mil votos garantirá a vaga. São oito candidatos: Alan Rick (União Brasil), Nazaré Araújo (PT), Dimas Sandas (AGIR), Jenilson Leite (PSB), Márcia Bittar (PL), Vanda Milani (PROS), Ney Amorim (PODEMOS) e Sanderson Moura (PSOL). Não há como apontar agora um favorito.

CAMPANHA ORGANIZADA

O senador Petecão (PSD), candidato ao governo, está com boa parte da sua publicidade no horário eleitoral gravada, pronta para ser jogada no ar. Isso lhe deixa mais livre para fazer a campanha do corpo a corpo.

APOSTANDO NAS PESQUISAS

O DEPUTADO FEDERAL Alan Rick (União Brasil) aposta em continuar bem nas pesquisas, para sedimentar a sua candidatura ao Senado. Fora de cogitação, ele desistir.

ESCLARECENDO O QUADRO

QUEM conhece bem o reduto de Tarauacá, disse ontem à coluna que o candidato ao Senado, Jenilson Leite (PSB), não vai correr tão solto no município, como se propala. Citou que a prefeita Néia (PDT) apoia a Márcia Bittar (PL); o ex-prefeito Rodrigo Damasceno (PODEMOS) ao Ney Amorim (PODEMOS); e a deputada federal Perpétua Almeida (PCdoB), a Nazaré Araújo (PT). Todos eles, com boa base eleitoral em Tarauacá.

CAMPANHA PECULIAR

O DEPUTADO federal Flaviano Melo (MDB) sempre faz uma campanha peculiar, sem forte aparato publicitário, mas quando as urnas abrem sempre aparece reeleito. O Flaviano tem um eleitorado que é muito cativo.

FRASE MARCANTE

“As pessoas tendem a colocar palavras onde faltam ideias”. Goethe.

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Blog do Crica

A campanha vai começar dia 16, a partir daí, quem não tiver café no bule fica no caminho

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IMAGINE um time de futebol fazendo uma pré-temporada, se preparando para o início do campeonato. Guarda similaridade com o que acontece na política, na pré-campanha. É aquela do treino, é treino, e jogo é jogo. Joguem na lata do lixo as pesquisas divulgadas até o momento. Valem uma nota de 300 reais. 

O que vai valer mesmo é a campanha que se inicia no próximo dia 16, quando os candidatos poderão colocar as suas candidaturas nas ruas. Grande parte da população só vai conhecer de fato quem é candidato durante a campanha. A maioria da população só vai tomar uma decisão em quem votar para governador ou senador quando começar a visibilidade das carreatas, dos arrastões nos bairros, o corpo a corpo, o horário eleitoral, que podem mudar por completo qualquer favoritismo que seja. É na campanha que será formatada a preferência do eleitorado. É o momento em que, quando o candidato cai na simpatia do povão, não tem nada que segure a onda. 

Ser candidato do poder nem sempre significa que o ungido se elegerá. São dezenas e dezenas os exemplos de candidatos do poder que começaram na dianteira e perderam a eleição para os chamados azarões. Prudência, senhores candidatos! O eleitor ainda não falou. E que venha a campanha das ruas, que venha a alegria popular, que venha o bom debate. E sem violência. O resto é com a sua majestade, o eleitor. Abram-se as portas para a festa da democracia. 

QUINTA COLUNA

O CANDIDATO a deputado federal Sérgio Barros (PSDB) descobriu haver direcionamento de dirigentes tucanos, para privilegiar uma das candidaturas da chapa para deputado federal, e se encontra descontente. Foi o que soube. Se retirar sua candidatura, o PSDB, que com chapa completa esta difícil de eleger um, com a sua saída aí é que o sonho da Câmara Federal fica longe.

BEIRUTE ELEGÍVEL

A DIVULGAÇÃO da lista de condenações no Tribunal de Contas da União, não impede o médico Carlos Beirute de ser candidato ao Senado, caso assim entenda. Foi uma condenação por improbidade culposa, de um fato acontecido há 22 anos, quando foi secretário da PMRB.

PARECER JURÍDICO

LÍ ontem um parecer jurídico sobre o caso específico, que deixa bem claro que, Beirute não se encontra inelegível por conta do fato. Só não será candidato se não quiser. O resto fica por conta das famosas ilações.

NÃO MUDA NADA

DAQUI até a eleição deve sair a relação dos candidatos que foram condenados pelo Tribunal de Contas do Estado – TCE. Funciona só como didática, juridicamente, não tem força de impedir uma candidatura de um condenado só nesse colegiado. E, segue o jogo.

PRESENÇA CERTA

CANDIDATOS a governador deverão estar em peso presentes na procissão de Nossa Senhora da Glória, padroeira de Cruzeiro do Sul, a acontecer na próxima semana na cidade do Juruá. Todos pedindo benção para a eleição. Mas, como só há uma vaga em disputa, é possível que Nossa Senhora fique neutra nessa briga.

VOLTOU PARA POLÍTICA

O EX-PREFEITO de TARAUACÁ, médico Rodrigo Damasceno, saiu da aposentadoria política e será candidato a deputado federal, pelo PODEMOS. É um médico querido em Tarauacá, só que é um reduto pequeno e disputado.  Terá de buscar votos fora.

PONTO POSITIVO

A ESCOLHA da jornalista Andréia Oliveira para ser a assessora de comunicação da campanha do PT e da federação formada pelo PT-PV-PCdoB, foi um ponto positivo da aliança dos partidos de esquerda. É uma profissional extremamente competente em assessoria.

DIFÍCIL MEDIR

É AINDA difícil de medir que candidatos a senador e a governador devem polarizar na disputa. Isso só vai se configurar, na medida que a campanha avançar nas ruas. E, a campanha começa no próximo dia 16.

PP FECHADO

COM a ajuda do governador Gladson Cameli, o PP fechou questão em torno do apoio da candidatura do ex-deputado Ney Amorim (PODEMOS) para senador.

BARREIRA A SER SUPERADA

O Jorge Viana (PT), foi um bom prefeito e um bom governador. Até aí, Inês é Morta. A dúvida é saber se ainda está latente nesta eleição, a rejeição que tirou o PT do poder em 2018 e deu votação pífia para a PMRB. 

MUITO FORTE

SERÁ muito difícil bater o deputado Jenilson Leite (PSB)  para o Senado, em três municípios: Tarauacá, Feijó e Jordão. Sempre foi bem votado na região a deputado.

LOUVE-SE A CORAGEM

O PSOL e o AGIR terão candidatos próprios ao governo e para senador. Louve-se a coragem dos dois partidos de enfrentar adversários financeiramente poderosos e com bom tempo de televisão. Quem vive de ser puxadinho de partido grande nas eleições, não consegue crescer.

CHUMBO TROCADO NÃO DÓI

O CANDIDATO ao Senado, Alan Rick (União Brasil), não vai pedir votos para o candidato ao governo do seu partido, o senador Márcio Bittar (União Brasil) e vice versa o Bittar para ele ao Senado. Alan pedirá votos para o Gladson, seja convidado ou não para o seu palanque. E Bittar para a Márcia Bittar (PL) ao Senado. Chumbo trocado não dói.

VIDA INTELIGENTE

NÃO divulgo nome de candidato a deputado sem qualificação para exercer um mandato. Será eleito para fazer leis, e para isso tem que ter preparo. Vejo como bom nome para deputado pelo PT, o Marcelo Macedo.

VAI DOER NO BOLSO

QUEM divulgar pesquisa sem registro na justiça eleitoral; fazer enquetes fajutas, se prepare para pegar uma multa salgada. O TRE-AC estará de olho nas fakes. 

DEVE EMPLACAR A DUPLA

O PREFEITO de Sena Madureira, Mazinho Serafim, deve emplacar a mulher Meire Serafim (União Brasil) para deputada federal; e o ex-vice-prefeito Gilberto Lira (União Brasil), a deputado estadual. Mazinho tem cacife. 

PODE SAIR DESCOLADO

O DEPUTADO Jenilson Leite (PSB) disse ontem ao BLOG que ainda não decidiu se disputará o Senado em carreira solo, ou apoiará um candidato a governador. Há tendência de fazer a campanha descolada do governo.

MELHOROU MUITO

UMA GESTÃO é medida na população pelo número de críticas. As críticas à gestão do prefeito Bocalom diminuíram muito com suas ações ostensivas na cidade.

APOIO FECHADO

PARA governador, Bocalom vai apoiar a candidatura do senador Petecão (PSD); e para senadora a professora Márcia Bittar (PL). Neste novo momento, o velho Boca pode arrumar votos para quem apoiar na eleição.

VOTO QUALITATIVO

O EMPRESÁRIO Badate é um petista dos tempos que, todos se escondiam com medo de aparecer como apoiador do PT. Nesta eleição vai de Jorge Viana (PT) para governador e Flaviano Melo (MDB) a deputado federal. Flaviano está eufórico pela qualidade do apoio.

NÃO DISCUTO RELIGIÃO

Não entro em discussão, quando o debate entra no campo religioso. Criticar a religião alheia por conta da política, mostra uma podridão de ideias e fanatismo.

CAMPO ABERTO

ALIADOS do candidato ao Senado pelo PODEMOS, Ney Amorim, revelaram ontem ao BLOG que, nunca o viram tão entusiasmado com o campo da disputa aberto, e trabalhando como se essa fosse a sua primeira eleição.

CHAMADA GERAL

A FONTE é segura. O secretariado do Gladson está sendo chamado para escutar do núcleo duro do governo que, o candidato do grupo palaciano é o Ney Amorim (PODEMOS). A comunicação tem o aval do Gladson.  

FRASE MARCANTE

“Somos do tamanho dos nossos pensamentos”. Frase do técnico do Palmeiras, Abel Ferreira.

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Blog do Crica

Um angu de caroço no prato de Cameli

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DIS UM DITADO POPULAR que, quem fizer seu angu de caroço que coma. E, este angu está na mesa do governador Gladson Cameli, como prato principal do banquete. 

Incentivou mais de uma candidatura a senador, mesmo tendo uma única vaga em disputa, e criou um antagonismo e um problemão dentro do seu grupo político. Isso ficou patente na sua convenção, quando dois candidatos do seu grupo subiram no seu palanque, o deputado Ney Amorim (PODEMOS), citado como candidato oficial e com o apoio do PP; e o deputado federal Alan Rick (União Brasil), que também postula acompanhar o Gladson na campanha. 

O governador é perito em criar problema onde antes não existia. E, para complicar, o PSDB, partido aliado, descontente por ter sido rifado na indicação do suplente na chapa do Senado, lançou a candidatura do médico Carlos Beirute (PSDB) a senador. Ou o Gladson dissolve logo este angu ou vai dar a maior confusão na campanha. E, só resolve isso se vier a público falar quem é afinal o candidato oficial da sua chapa. E convencer os dois não escolhidos a não irem ao seu palanque. 

Não pode empurrar o problema com a barriga. Mesmo porque, a briga interna no governo é grande entre os defensores dessas candidaturas.

EUFORIA DO CESÁRIO

QUEM mais comemora a ida do Marcus Alexandre para ser vice na chapa ao governo do Jorge Viana, é o candidato do PT a deputado, Cesário Braga. Acha que, boa parte dos votos do Marcus migrarão para ele.

NENHUM PALPITE

SOBRE as disputas do Senado e Governo, é bom esperar as pesquisas da primeira quinzena de setembro para se ter um norte, sobre quem pode polarizar a disputa.

SEM MEDO DE ERRAR

ELEIÇÃO sempre causa surpresa, mas não tenho nenhum temor de arriscar que a deputada federal Jéssica Sales (MDB) deve ser a mais votada para Federal, no Juruá.

PÉ NO JURUÁ

AO colocar o ex-deputado federal César Messias (PSB) de vice na sua chapa, o deputado Jenilson Leite (PSB), quis colocar um pé em Cruzeiro do Sul, onde Messias foi prefeito e saiu bem avaliado.

É BOM BAIXAR O PAPAGAIO

OS diretórios nacionais não mandam recursos para candidatos a deputado estadual. A verba que vem é para quem disputa mandato de deputado federal e candidaturas majoritárias. Esperem, pois, essa turma, uma grana curta, e que vai depender da boa vontade do candidato a governador.

DISPUTA EMBOLADA

KELIANE Cordeiro, Roberto Duarte e Antônia Lúcia devem travar uma disputa dura por duas vagas para deputado federal, no REPUBLICANOS. Todos eles bem situados.

DISCURSO UNIFICADO

A EQUIPE do núcleo duro que vai cuidar da campanha do  Gladson se reuniu e decidiu unificar o discurso nas publicações nos meios de comunicação de ser o Ney Amorim (PODEMOS), o único candidato a senador do grupo palaciano. Querem deixar isso bem claro, dizem.

TIRAR A DÚVIDA

NA AVALIAÇÃO feita e que vazou ao BLOG, acham que se isso não for feito ficará uma dúvida na cabeça do eleitor sobre quem de fato é o candidato ao Senado do Gladson.

LAMENTO TARDIO

IMPRESSIONANTE a lamentação na equipe de assessores próximos do governador Gladson Cameli, com a escolha da senadora Mailza Gomes (PP), para ser a sua vice na chapa. “Ninguém entendeu”, disse um deles ao BLOG.

SEMPRE CITADA

QUANDO se discute quem vai polarizar na campanha na disputa do Senado, o nome da deputada federal Vanda Milani (PROS) sempre é citado como estando no bolo.

APOIO ECLÉTICO

O PREFEITO de Sena Madureira (União Brasil), Mazinho Serafim, divulgou vídeos em que declara apoio ao Gladson para o governo á Márcia Bittar (PL) ao Senado.

FORA DO DEBATE DA DESISTÊNCIA

PELA sua entrevista ontem no “Bar do Vaz”, o deputado federal Alan Rick (União Brasil) deixou fora do debate a retirada da candidatura para o Senado. Disse que vai manter firme, em cenários com apoio ou não do Gladson.

CAMPANHA INDEPENDENTE

DIEXOU claro ainda na entrevista de que, ele vai pedir votos para a candidatura do Gladson, seja convidado ou não a subir no seu palanque. Vai tocar a campanha de forma independente, mesmo sem a chancela oficial.

COGITAÇÃO E JOGO SUJO

OS NOMES da Socorro Neri (PP) e do Minoru Kinpara (PSDB) estiveram nas pautas de discussões para ser o vice do Gladson. Quem sofreu com um jogo sujo nesta disputa toda foi o Rômulo Grandidier, apontado como favorito.

NEM MEL E NEM CABAÇA

MAS, os que fizeram o jogo sujo com o Rômulo Grandidier armaram a se deram mal, porque não emplacaram o nome que defendiam para vice. Nem mel e nem cabaça. Jogaram isca para filhote, e não pegaram nem piranambu. Armaram e se deram mal na história.

NEM UMA PALAVRA

ATÉ ontem não havia nenhuma palavra sobre se o Grandidier voltaria ou não para a equipe do governo. Era um dos melhores quadros do governador Gladson.

COISAS DE MÃE

LINDA CAMELI, mãe do governador Gladson, não deixa de alfinetar os adversários do rebento. A sua postagem chamando o prefeito Bocalom de “revoltado”, por certo não será a última alfinetada no decorrer da campanha.

“VÃO TER UMA SURPRESA”

A FRASE acima é do ex-prefeito Vagner Sales, de um dos grupos políticos mais poderosos de Cruzeiro do Sul, se referindo à candidatura ao Senado da Márcia Bittar (PL).

A GRANDE PERGUNTA E O DILEMA

RIFADO PELO PT, a pergunta da vez nos meios políticos é quem o candidato a senador Jenilson Leite (PSB) vai apoiar para governador, já que a sua chapa ficou aberta para o governo. Um dilema: todos os candidatos ao governo têm candidatos a senador em suas chapas.

UMA GRANDE JOGADA

A ESCOLHA do ex-prefeito de Rio Branco, Marcus Alexandre (PT), para ser o vice na chapa do Jorge Viana (PT), foi uma jogada de mestre. Marcus tem seu nome sempre lembrado de forma carinhosa pela população, e deve somar muitos votos, no seu reduto, na capital.

THOR DANTAS

O MÉDICO Thor Dantas (PSB) é um dos nomes para deputado federal da melhor qualidade. Foi um baluarte no combate ao negacionismo da ciência e ficou na linha de frente, no enfrentamento do Covid-19. O Assis Dantas deve estar torcendo pelo filho no andar de cima.

NÃO MENTIU UMA VÍRGULA

O deputado Roberto Duarte (REPUBLICANOS) não mentiu sobre o estado precário que se encontra o Hospital de Xapuri. Aliás, uma situação vergonhosa, para um município que tem dois deputados estaduais governistas.

COMENTÁRIO IRÔNICO

“Se o Lula despontar no segundo turno dando todos os indicativos que vai ganhar a eleição; e o Jorge Viana for ao segundo turno aqui, você vai ver a correria de prefeito pulando no colo do Jorge”. Previsão de um cardeal do PT. 

APOSTANDO NA CHAPA

“Com essa chapa queremos resgatar o sentimento de alegria, da esperança no coração dos acreanos. É também a chapa do compromisso”. Do deputado Daniel Zen (PT), sobre a chapa Jorge Viana ao governo, Marcus Alexandre de vice; e Nazaré Araújo para o Senado.

FRASE MARCANTE

“Se a barba garantisse sabedoria, bode seria profeta”. Ditado armênio.

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Mulheres na campanha, continuam minoria

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AS MULHERES, segundo dados eleitorais, são maioria no eleitorado acreano. Mas parece que não sentem muito atrativo para a disputa por cargos majoritários, como de senador e governador. Talvez, por serem mais duras as concorrências, e pela predominância de homens neste espaço. Na sua maior parte tentam mandatos de deputada estadual ou de deputada federal. Na campanha deste ano teremos apenas a deputada federal Mara Rocha (MDB) como candidata a governadora; e, a deputada federal Vanda Milani (PROS) e a professora Márcia Bittar (MDB), buscando conquistar a única vaga para o Senado. Muito pouco para um eleitorado majoritário. A conferir nas urnas, se mulher vota em mulher.

OTIMISMO PETISTA
OTIMISMO, é o que não falta no candidato ao governo do PT, Jorge Viana. Disse ontem ao BLOG que, a aceitação do seu nome está, além das expectativas.

TRABALHO PARA O SEGUNDO
EM FASE de montagem das suas diretrizes de campanha, seu foco é trabalhar para chegar ao segundo turno.

BOCALOM É MÁRCIA
O PREFEITO de Rio Branco, Tião Bocalom, anunciou ontem ao BLOG que vai apoiar a Márcia Bittar (PL) para o Senado. Justifica a identificação ideológica de ambos, e o fato dela ser a candidata do presidente Bolsonaro.

MILIT NCIA É UMA OVA
FALA-SE muito que este ou aquele partido tem militância política. Isso é coisa de décadas passadas, quem vai para a rua hoje defender candidatos quer ver antes a grana no bolso. O que tem hoje é militante pago.

A VERBA VALE MAIS QUE O VERBO
O QUE se viu nas campanhas políticas das duas últimas décadas foi que a verba vale muito mais do que o verbo. Acostumaram o eleitor a vender o voto, que a primeira pergunta que faz ao candidato, é quanto vai pagar no dia da votação. Sem falar nas famigeradas “listas”.

APOSTANDO TUDO
HÁ UM trabalho intenso dentro da coligação formada pelo PSD-AVANTE-PTB-PROS, partidos que integram a coligação que apoia a candidatura ao governo do senador Sérgio Petecão (PSD) de fazer uma campanha unida em torno da candidatura da Vanda Milani (PROS) ao Senado. Dirigentes do PSD acham que ela emplaca.

CAMPANHA DE TIRO CURTO
A CANDIDATURA ao Senado é uma campanha de tiro curto, de 45 dias. As pesquisas da primeira semana de setembro já começam a dar um norte sobre a corrida.

ESTRUTURA É ESSENCIAL
CAMPANHA do Senado é diferente de campanha para deputado, que pode se localizar num nicho. Para o Senado o candidato tem de ter estrutura para montar bases em todos os municípios, e é aí que começa a diferença: quem não tiver bala, morre no caminho.

EMPATIA É ESSENCIAL
MAS, há um componente além da estrutura das candidaturas ao Senado e ao Governo: a empatia com o eleitor é essencial. O candidato pode ter estrutura, mas se não cair na simpatia do eleitorado, a campanha vai para o brejo, como água de morro abaixo.

NEM ABRE CONVERSA
UM EMISSÁRIO do governo tentou entabular uma conversa com o senador Márcio Bittar (União Brasil), sobre uma pacificação com o governador Gladson, mas foi cortado no início do papo. Bittar não admite nem receber propostas para voltar atrás no seu rompimento.

BAQUE COMPENSADO
O BAQUE na chapa para a Câmara Federal do PODEMOS, com a saída do Ney Amorim (PODEMOS) para disputar uma cadeira de senador; foi compensada com novas adesões. Continua equilibrada, e pode beliscar uma vaga.

A BRIGA SERÁ ESSA
NÃO consigo ver nenhum estrago na imagem do governador Gladson Cameli, que o tire do quase certo segundo turno. A briga será na oposição para saber qual dos candidatos irá lhe enfrentar no turno decisivo.

FALTA UMA PEDRA NESSE JOGO
TENHO acompanhado posicionamentos de candidatos da oposição sobre o desfecho da eleição. E, todos deixando o senador Sérgio Petecão (PSD) como carta fora do baralho. É bom não subestimar o Petecão.

A CAMPANHA VAI MEDIR
Márcio Bittar, Sérgio Petecão, Vagner Sales, Mara Rocha, Major Rocha, Vanda Milani, Flaviano Melo, são lideranças que estavam no palanque do Gladson em 2018. Este ano todos estarão em palanques diferentes. A campanha é que vai medir o prejuízo ou não do Gladson.

UMA COISA É CERTA
DE TUDO isso, há uma coisa certa, o da predisposição de todos os candidatos da oposição de se unirem contra o governador Gladson, se este chegar no segundo turno.

NOME LEMBRADO
NÃO é pesquisa, não tem valor científico para dizer que uma candidatura está na ponta da preferência, mas em todas as rodas políticas que passo o nome da Socorro Neri é muito lembrado dentro da chapa do PP.

ÚNICO SEM PALANQUE
DOS candidatos a senador o único que não terá o palanque de um candidato a governador, é o deputado Jenilson Leite (PSB). Fará campanha solo ao Senado.

SEIS NOMES FORTES
A chapa do PSD a deputado estadual é uma das mais fortes desta eleição. Pode emplacar três cadeiras na ALEAC. A disputa é dura. Há pelo menos seis candidatos de boa densidade eleitoral na disputa das vagas

ADESÕES DE PESO
TENHO encontrado muitas lideranças políticas, algumas com mandatos; outras disputando a eleição com chance de vitória, que fecharam apoio ao candidato a deputado federal Fábio Rueda (União Brasil). Nem o conheço. Mas nas conversas com terceiros, se sente quando um candidato está bem articulado, numa disputa eleitoral.

NOMES DO JURUÁ
NUM PRIMEIRO ESCALÃO estão Nicolau Junior (PP), Antonia Sales (MDB) e Luiz Gonzaga (PSDB). Numa andar mais abaixo estão Isaac Piyãko, Sargento Adonis e Clodoaldo Rodrigues. São nomes que devem ter expressivas votações para deputado estadual, no Juruá.

MAZINHO COM GLADSON
O PREFEITO de Sena Madureira, Mazinho Serafim, com a sua postagem de ontem não deixou mais dúvida de que, ele vai apoiar a reeleição do governador Gladson. O articulador do fato, foi o secretário Sirleudo Alencar.

CANDIDATURA MANTIDA
O deputado federal Alan Rick (União Brasil) não pensa em se retirar da disputa do Senado. É o que dá para se deduzir com o fato dele ter registrado sua candidatura.

CANDIDATURA BEM ARTICULADA
O EX-VEREADOR Juracy Nogueira (PATRIOTAS) está com uma candidatura a deputado estadual bem articulada, não só no meio evangélico, mas, também, em setores organizados. Tem família grande e disputa com chance.

CARLOS BEIRUTE
O PSDB respondeu ao não cumprimento do acordo pelo governo de que o partido indicaria o primeiro suplente na chapa do nome que disputasse o Senado, com o apoio do Gladson, chancelando a candidatura do médico Carlos Beirute (PSDB) ao Senado, embolando o jogo.

FRASE MARCANTE
“Os homens fazem as leis, mas as mulheres fazem os costumes”. Ditado francês.

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