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Grupo que matou e ocultou corpo de acreana a mando do PCC é julgado nesta segunda

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Um dos julgamentos mais esperados do ano está em pauta nesta segunda-feira, 13, na 1ª Vara do Tribunal do Júri de Rio Branco, quando o Conselho de Sentença julgará seis dos oito envolvidos no sequestro e execução da estudante Késia Nascimento da Silva, de 23 anos, cujo corpo foi esquartejado e jogado nas águas do Rio Acre.

O cadáver nunca foi resgatado. O crime ocorreu em janeiro do ano passado e revoltou toda a comunidade, especialmente do bairro Calafate, onde a vítima morava. Sentam no banco dos réus Thálisson de Jesus da Silva, o “Tenebroso”, Moisés Inácio da Silva, o “Sangue Bom”, João Victor da Cunha Pereira, o “Cirilo”, José Natanael Aquino Duarte, o “Magrinho”, Ana Lúcia Barros Fontenele, a “Legalzinha” e Camila Cristina de Souza Freitas, a “Tetéia”, que responderam dentre outros crimes por homicídio triplamente qualificado, corrupção de menores, ocultação de cadáver e associação criminosa

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A juíza Luana Cláudia de Albuquerque Campos está à frente dos trabalhos. O promotor Washington Nilton de Medeiros Moreira representa o Ministério Público. Devido ao número de réus, de testemunhas e dos itens a serem votados pelos jurados, acredita-se que o veredito final só será conhecido na terça-feira (14).

O CRIME

Na noite do dia 28 de janeiro do ano passado, homens armados invadiram a casa de Késia Nascimento, na região do bairro Novo Calafate, e retiraram à força a filha menor, que mais tarde foi entregue a familiares. A estudante foi levada para uma casa no bairro do Taquari, onde depois de julgada e condenada acabou executada a tiros e golpes de arma branca. De acordo com os autos do inquérito policial, o cadáver de Késia Nascimento foi esquartejado e jogado no Rio Acre, não sendo encontrado até hoje.

A Polícia Civil apurou que toda a execução foi assistida de São Paulo pelas presidiárias Rita Rocha do Nascimento, a “Brenda” (42) e Vera Lúcia Marques de Moura (52), do Primeiro Comando da Capital (PCC), que seriam mandantes do crime. As duas tiveram seus processos desmembrados e serão julgadas na capital paulista em data a ser marcada.

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