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UPA do 2º Distrito volta a conviver com demora no atendimento

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A cada dia que passa, a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Via Verde, localizada no Segundo Distrito de Rio Branco, fica mais lotada. De acordo com a própria direção da unidade, um dos motivos para que isso aconteça é a diminuição dos casos de Covid-19 e o fato da unidade ter deixado de atender pacientes da pandemia. “Eu acredito que o fluxo tenha aumentado, principalmente, com os casos da Covid que reduziram muito. Quando a pandemia estava forte, as pessoas tinham medo de vir aqui por conta de termos sido referência no atendimento”, explica Dora Vitorino.

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A unidade de saúde conta com pediatra praticamente em todos os horários, o que faz com que  o grande fluxo de procura por atendimento seja de crianças. “Como a população sabe que aqui tem pediatra, acaba que todo  mundo procura a nossa unidade, mesmo quem mora em outro bairro. Apesar de não termos pediatra em todos os turnos, temos residentes em pediatria e clínicos que já têm experiência no atendimento com crianças”, diz Vitorino.

O grande número de pessoas à procura de atendimento, ocasiona o que já se conhece no atendimento nas UPAS que é a reclamação pela demora. As unidades acabam sendo obrigadas a adotar o esquema de atendimento por classificação, o que faz com que tem menos prioridade, demore mais a ser atendido.

Um outro problema, que já dura mais de um mês e que acaba gerando reclamação dos pacientes é a falta de ar condicionado em alguns setores, como é a observação pediátrica, onde dos dois aparelhos existentes, um não funciona e outro apenas ventila, sem gelar o ambiente. A diretora afirma que novos aparelhos já foram comprados. “Nós já adquirimos e estamos aguardando a chegada. Creio que até o fim de semana vamos conseguir resolver esse problema porque realmente está sem condição”, explica a diretora da unidade.

A falta de vagas atinge também os setores de atendimento mais complexo. A paciente Naira Farias, aguardava transferência para outra unidade no corredor da UPA. Diagnosticada com tuberculose, as vagas de isolamento estavam lotadas e como não pode ficar na observação com outros pacientes, teve que aguardar a transferência no corredor. “Nosso isolamento só tem dois leitos. Como estamos ocupados, já solicitamos a transferência e deixamos o paciente afastado da observação por conta do risco de contágio.

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