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Acre está entre os estados que menos perderam florestas em UC estaduais

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Enquanto Rondônia, Mato Grosso, Maranhão e Tocantins já perderam mais de um quarto (25%) de sua vegetação nativa, o Acre está entre os estados da Amazônia que menos perderam florestas dentro de unidades de conservação (UC) estaduais ao lado de Amazonas e Roraima.

As informações estão em uma reportagem do site ambiental O Eco, que se debruça sobre dados ambientais dos nove estados da Amazônia Legal para compreender diferenças e semelhanças nas políticas públicas regionais. Foram comparados dados de proteção, orçamento e desmatamento.

Atualmente, os nove estados da Amazônia Legal negociam diretamente com fundos internacionais, sem a participação do governo federal, investimentos para reduzir o desmatamento e as queimadas, além de ações de desenvolvimento sustentável, segundo anunciado pelos governadores envolvidos no plano.

O Banco Mundial também está apostando suas fichas nos estados: em 2019, o Mato Grosso inaugurou uma modalidade nova de contratos de empréstimos, que alia o tradicional ajuste fiscal a metas ambiciosas de preservação ambiental. Em breve, o Amazonas deve assinar um acordo nos mesmos termos.

Junto com as Terras Indígenas, as Unidades de Conservação (UCs) são as principais barreiras ao avanço das lavouras, madeireiros, garimpeiros e mineradoras para dentro da floresta. As UCs podem ser federais, estaduais ou municipais, e sua criação se dá através de decreto do Poder Executivo.

Além da floresta para cuidar, os nove estados da Amazônia Legal compartilham uma estatística desanimadora: entre 2016 e 2020, os recursos destinados ao meio ambiente nos gastos estaduais representaram, em média, menos de 1% de toda a verba administrada pelos governadores.

A conta acima inclui secretarias de meio ambiente e fundações ou institutos de proteção à fauna e flora dos estados. Ainda assim, com exceção do Amapá, todos os estados investem proporcionalmente mais em meio ambiente do que o governo federal, de acordo com a reportagem do Eco.

COP-26

No Acre, o governador Gladson Cameli irá a 26ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, a COP-26, que irá ocorrer em Glasgow, no Reino Unido, de 31 de outubro a 12 de novembro, com o objetivo de discutir com lideranças mundiais estratégias para reduzir os impactos ambientais no estado.

Cameli deve embarcar na próxima quinta-feira para a jornada que o deixará fora do estado por cerca de 10 dias junto com representantes da área ambiental do estado. O governador fará uma espécie de prestação de contas quanto ao que vem desenvolvendo no estado a nível de produção e sustentabilidade.

Cotidiano

Duarte conversa com homem que se acorrentou e cobra providências

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O deputado estadual, Roberto Duarte (MDB), durante sessão na Assembleia Legislativa (Aleac) nesta quarta-feira, 01, voltou a lamentar a situação envolvendo os aprovados do cadastro de reserva da Polícia Civil que estão na lista aguardando pelo chamamento do governo do Acre.

Antes da sessão iniciar na Aleac, o emedebista conversou com o aprovado da Polícia Civil, Jorge Souza Pequeno, 24 anos, natural de Cruzeiro do Sul, que se acorrentou em frente ao Palácio Rio Branco na manhã desta quarta (01).

“Nós temos um ato de extremo desespero, um jovem se acorrentou em frente de dois poderes, por culpa de uma promessa não cumprida do governador Gladson Cameli. Ele veio de Cruzeiro do Sul em busca de seu sonho. Queremos ver o nome desses jovens no diário oficial, sendo convocados para a academia de polícia. Caso contrário, o governador vai precisar pedir perdão para esses jovens e seus familiares no mínimo.”, afirmou Roberto Duarte.

Por fim, o emedebista reforçou o caos que está em frente a Aleac: Policiais penais cobrando a Lei Orgânica e professores aposentados reivindicando o abono salarial da Educação.

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Cotidiano

Um resgate da memória acreana: espetáculo conta histórias do homem ribeirinho

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O Coletivo Iluminar apresenta na segunda semana de dezembro o espetáculo Fiandeiro de Tempos, um monólogo que trata dos modos de vida e causos do homem ribeirinho, famílias que encontram na floresta tudo que precisam, do alimento à fé. Fiandeiro de Tempos é um resgate da memória, fruto de histórias da infância do ator Victor Onofre. Esse trabalho foi feito a partir de um processo de pesquisa, onde percorreu seringais e comunidades do Rio Murú no Jordão, Serra do Môa, em Mâncio Lima e comunidade do Crôa, em Cruzeiro do Sul.

Victor Onofre fala sobre o que o público pode esperar. “Fiandeiro me traz a expectativa de resgatar e divulgar os saberes que vêm se perdendo ao longo dos tempos. É a magia em forma de poesia, que encanta e conta a história de um povo, de um Acre um tanto desconhecido. E é no palco que o Fiandeiro se metamorfoseia em história e relato”, conta.

O espetáculo é financiado pela Lei Aldir Blanc de apoio à cultura. Esse trabalho quer semear a valorização da memória e patrimônio imaterial do Acre. A direção geral é de Quilrio Farias, com codireção de Dino Camilo. A temporada de estreia compreende o período de 7 a 11 de dezembro, com início sempre às 19h30 na Usina de Arte João Donato, localizada no Distrito Industrial, em Rio Branco. O espetáculo tem cerca de 50 minutos de duração.

Diante do atual cenário de protocolos sanitários contra a Covid-19 e em cumprimento ao decreto do comitê de acompanhamento da doença no estado, que estabelece com a bandeira amarela a capacidade máxima de 50% de ocupação de público, a garantia de um lugar para assistir ao espetáculo será por ordem de chegada. O Uso de máscara será obrigatório.

Em cumprimento ao decreto governamental que torna obrigatório a apresentação de comprovante de vacinação contra a Covid-19 em eventos culturais com mais de 100 pessoas, será exigido o certificado de vacinação para a entrada ao teatro.

Serviço:

Dias: 7, 8, 9, 10 e 11 de dez/2021

Horário: 19h30

Local: Usina de Arte João Donato

Endereço: R. Acácias 1155 – Distrito Industrial

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Cotidiano

Prefeitura diz que colocará R$ 3,5 milhões em circulação em Xapuri, no mês de dezembro

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Um mês de dezembro melhor que o anterior, com relação às limitações impostas pela pandemia e no dinheiro que deverá circular no município por conta dos pagamentos dos salários dos funcionários e do abono do Fundeb. Essa é a expectativa da prefeitura de Xapuri, que já divulgou um cronograma de atividades para o último e mais esperado mês do ano.

No que diz respeito aos eventos, a prefeitura apoia um projeto musical de valorização das mulheres cantoras de Xapuri, que terá uma apresentação no dia 10 de dezembro. O município também pretende realizar o réveillon neste ano, mas neste ponto o prefeito Bira Vasconcelos faz uma ressalva de que a concretização do evento está sujeita às orientações do Comitê da Covid-19.

“Infelizmente, essa semana nós tivemos um caso de Covid-19, depois de três meses, o que nos deixa em alerta, mas estamos cuidando da situação e estamos com mais de 85% do público-alvo vacinado e acreditamos que vamos conseguir fazer esses eventos com tranquilidade, porém sempre atentos às medidas de prevenção necessárias”, disse o prefeito.

A prefeitura já fez a iluminação natalina da praça Barão do Rio Branco, da igreja de São Sebastião, e nos próximos dias deverá iluminar também a praça Getúlio Vargas, que foi restaurada e reinaugurada neste ano. O local é um dos espaços públicos mais frequentados da cidade, mas que esteve em péssimo estado de conservação durante muitos anos.

Outra expectativa positiva no município neste ano é com relação à economia por conta da previsão de uma maior circulação de dinheiro. Apenas da prefeitura serão cerca de R$ 3,5 milhões com os pagamentos de salários de fim de ano e do abono das sobras do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).

“Nossa expectativa é muito boa, a prefeitura está com as suas contas equilibradas, vamos pagar todos os fornecedores. Com esses mais de R$ 3,5 milhões circulando apenas pela prefeitura, além do que circulará pelo governo estadual, Xapuri vai ter um fim de ano bem movimentado e uma recuperação da economia, se Deus quiser”, completou o gestor municipal.

Outra ação que está garantida pela prefeitura de Xapuri neste fim de ano é a campanha Natal Feliz, que distribui todos os anos brinquedos para crianças carentes em todos os bairros da cidade. A atividade é desenvolvida pela Secretaria Municipal de Trabalho e Bem-Estar Social (SEMTABES) com a utilização de recursos próprios do município.

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Cotidiano

Em visita a Miragina, Cameli reafirma apoio ao fortalecimento da indústria acreana

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Com 54 anos de tradição, a Miragina é a mais antiga indústria de alimentos em funcionamento no estado. Nesta terça-feira, 30, o governador Gladson Cameli conheceu as instalações da fábrica, em Rio Branco, e acompanhou todo o processo de produção dos famosos biscoitos, que fazem parte do dia a dia dos acreanos.

Os empresários José Luiz Felício e Abrahão Felício conduziram a visita. Na oportunidade, foi apresentado ao governador o mais novo lançamento da casa, a bolacha Mira, que se junta aos demais produtos de sucesso em vendas da Miragina.

Para Gladson Cameli, o empreendimento é um grande exemplo a ser seguido. O gestor destacou a ousadia da família Felício e falou da relevante contribuição da indústria com o desenvolvimento do Acre em mais de meio século.

“Todo acreano consome os produtos ou, pelo menos, já ouviu falar da Miragina. Isso demonstra a força dessa marca e serve de inspiração para as demais indústrias. O nosso governo tem procurado apoiar a iniciativa privada, porque acreditamos em seu potencial para gerar emprego e renda”, argumentou.

Além de empresário, José Luiz Felício é o atual presidente do Sindicato da Indústria de Produtos Alimentares do Acre (Sinpal-AC). De acordo com ele, a presença do governador é muito simbólica, pois demonstra o compromisso de Gladson com o fortalecimento da indústria acreana.

“Essa preocupação do governador em querer saber como estão as empresas acaba nos estimulando. O nosso desejo é que as indústrias locais cresçam cada vez mais e contar com o apoio do governo é sempre muito bom”, disse.

Gladson recebe demanda referente a indústria da castanha

Durante a visita, o governador recebeu o presidente do Sindicato das Indústrias de Produtos Florestais Não Madeireiros (Sinpflonm), Eder Frank, e do tesoureiro Ary Rodrigues. A falta de competitividade da castanha produzida no Acre norteou a reunião.

Segundo Frank, a carga tributária cobrada pelo governo do Estado sobre a comercialização da oleaginosa é a mais alta da região Norte. “Enquanto Amazonas cobra 0%, Pará 2,4% e Rondônia 5%, o ICMS do Acre é 12%. O principal pedido ao governador é que esse percentual seja revisto e nos dê condições para que a nossa castanha tenha mais saída no mercado”, comentou.

Atualmente, nove indústrias de beneficiamento de castanha estão instaladas no estado. Juntas, são responsáveis pela geração de 510 empregos diretos. Por ano, o Acre produz cerca de 14 mil toneladas do produto. Diante da relevância econômica desta cadeia produtiva, Cameli assegurou prioridade para discutir o tema.

“A equipe econômica do governo já foi acionada no sentido que estude e busque alternativas sobre esse assunto. Nossos empresários não podem ser penalizados por conta da burocracia e estarei acompanhando de perto essa situação para que seja resolvida de uma vez por todas”, expôs.

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