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Primeiro campeonato de Free Fire do Acre chega as finais com transmissão no ac24horas

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Esqueça aquela história de que todo jovem quer ser jogador de futebol. Isso pode até ter sido uma verdade algumas décadas atrás. Hoje, no mundo da tecnologia, pode ser que a resposta seja: “eu quero ser jogador de Free Fire”.

O Free Fire faz parte dos chamados e-sports e se tornou uma febre desde que foi criado por uma empresa do sudeste asiático em 2017. O jogo é disputado em equipes e hoje alguns times de primeira linha contam com centros de treinamento, comissão técnica e profissionais de apoio. Inclusive, há contratações de jogadores de uma equipe por outra.

Neste final de semana, sábado e domingo, 22 e 23, respectivamente, o Acre mostra que também faz parte do mundo dos games e realiza a final do primeiro campeonato de Free Fire, organizado pela Liga Acreana.

Desde o início da competição, 36 equipes participaram das disputas. Agora, somente as 12 melhores brigam pelo título.

A boa notícia para os amantes do jogo e para quem é curioso sobre o fenômeno dos games, o ac24horas vai transmitir ao vivo os dois de final pelas suas redes sociais (Youtube, Instagram e Facebook). Tanto no sábado, quanto no domingo, as disputas começam às 19 horas.

Ao contrário de outros estados do país, Alessandro Veloso, um dos organizadores do campeonato, afirma que não conhece ninguém do Acre que viva do jogo, mas que a competição pode começar a mudar essa realidade. “Ate o momento não tem nenhuma pessoa vivendo do game por falta de oportunidade. É essa realidade que queremos mudar com a criação da competição e as ações da Liga Acreana de Free Fire”, explica.

O game possui o número extraordinário de R$ 150 milhões de jogadores diários.

Uma das principais inspirações quem joga Free Fire é Bruno Góes, conhecido na web como Nobru, é um dos jogadores profissionais de Free Fire mais populares do Brasil. O jovem faz lives e coleciona mais de dois milhões de seguidores no Instagram. Em uma entrevista para uma revist especializada, Nobru afirmou que ganha cerca de R$ 1, 5 milhões de reais por mês.

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Pesquisa mostra que 56% dos acreanos aprovam gestão de Gladson no governo do Acre

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A pesquisa do Instituto Real Time Big Data/ TV Gazeta aferiu a aprovação da gestão do governador Gladson Cameli a frente do Palácio do Rio Branco.

De acordo com o estudo, 56% consideram o governo ótimo/bom. 21% consideram regular E 21% péssimo/ruim. Não souberam ou não responderam marcou 2%.

A pesquisa foi realizada entre os dias 29 e 30 de novembro e ouviu 600 pessoas nos municípios de Rio Branco, Brasiléia, Sena Madureira, Senador Guiomard, Plácido de Castro, Xapuri e Porto Acre, Cruzeiro do Sul, Feijó, Tarauacá, Mâncio Lima, Marechal Thaumaturgo e Rodrigues Alves. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%.

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Pesquisa revela que Jair Bolsonaro ganha de Lula em todos os cenários no Acre

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A pesquisa do Instituto Real Time Big Data, contrata pela TV Gazeta e divulgada nesta quinta-feira, 2, revela que o atual presidente da República, Jair Bolsonaro (PL) ganha do ex-presidente Lula (PT) no Acre em todos os cenários levantados pelo estudo de opinião.

No cenário estimulado, Bolsonaro aparece na frente com 38%, contra 29% de Lula. Ciro Gomes (PDT) aparece com 8% e Sérgio Moro com 7%. João Doria e Rodrigo Pacheco registraram 2% e 1%, respectivamente. Branco e nulo registrou 8% e não sabem ou não responderam pontuou em 7%.

Em outro cenário, onde só aparecem Bolsonaro e Lula como candidatos, o atual presidente ganha Com 41% contra 33% do petista. Branco e nulo registraram 12% e não sabem ou não responderam marcaram 14%.

Na aferição espontânea, Bolsonaro também lidera com 25% contra 15% de Lula. Ciro Gomes registrou 1 e outros candidatos aleatórios marcaram 3%. Branco e nulo com 19% e não souberam ou não responderam 37%.

A pesquisa foi realizada entre os dias 29 e 30 de novembro e ouviu 600 pessoas nos municípios de Rio Branco, Brasiléia, Sena Madureira, Senador Guiomard, Plácido de Castro, Xapuri e Porto Acre, Cruzeiro do Sul, Feijó, Tarauacá, Mâncio Lima, Marechal Thaumaturgo e Rodrigues Alves. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%.

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Prefeitura de Rio Branco anuncia data para pagamento de abono a servidores da Educação

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O prefeito Tião Bocalom (Progressistas) anunciou nas redes sociais nesta quarta-feira, 01, as datas e os critérios de quem receberá o pagamento do abono destinado aos profissionais da rede municipal de Educação.

O abono será pago com as sobras do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).

Segundo informações do Portal da Prefeitura, 1.543 professores, coordenadores pedagógicos e gestores, receberão R$ 9.5 mil divididos em duas parcelas. A primeira parcela de R$ 4.750 mil será paga dia 20 de dezembro e a segunda, de R$ 4.750 mil, no dia 30 de dezembro.

Para os 1.193 servidores classificados como pessoal de apoio, cada um vai receber R$ 7 mil. A primeira parcela de R$ 3.5 mil, dia 25 de janeiro e a segunda, de R$ 3.5 mil, dia 10 de fevereiro.

Segundo uma nota da prefeitura, a decisão foi tomada após a gestão pedir parecer do Tribunal de Contas do Estado (TCE) que sinalizou positivo.

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Após dois anos sem partido, Bolsonaro se filia ao PL, nona legenda da carreira política

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O presidente Jair Bolsonaro se filiou na manhã desta terça-feira (30) ao Partido Liberal. A cerimônia de filiação aconteceu na sede do partido em Brasília e contou com a presença do presidente da sigla, Valdemar Costa Neto, e de integrantes do governo.

Bolsonaro foi eleito presidente pelo PSL em 2018 e deixou o partido em 2019, em meio a divergências com a cúpula da legenda. Na ocasião, chegou a articular a criação de um novo partido, a Aliança Pelo Brasil, que não passou da fase de coleta de assinaturas.

O PL será o nono partido da carreira política de Bolsonaro. Em três décadas, o atual presidente passou por PDC, PPR, PPB, PTB, PFL, PP, PSC e PSL.

No discurso, Bolsonaro fez acenos aos parlamentares do PL e de outros partidos que tinham representantes presentes no evento. Tanto o PL como as outras siglas citadas por Bolsonaro fazem parte do chamado Centrão, uma bancada informal no Congresso que abriga siglas de centro-direita e com a qual o governo se aliou desde o ano passado, em busca de uma base de sustentação na Câmara e no Senado (veja mais sobre o Centrão ao fim desta reportagem).

“Estou me sentindo aqui em casa, dentro do Congresso Nacional, aquele plenário da Câmara, tendo em vista a quantidade de parlamentares aqui presentes. Me trazem lembranças agradáveis, lembranças de luta, acima de tudo, momentos em que nós, juntos, fizemos pelo nosso país. Eu venho do meio de vocês. Venho de 28 anos na Câmara”, afirmou o presidente.

Bolsonaro disse que não foi fácil optar pelo PL, tendo em vista propostas para entrar em outros partidos com o quais também sente afinidade.

“Eu vim do PP. E confesso, prezado Valdemar, a decisão não foi fácil. Até mesmo o Marcos Pereira [presidente do Republicanos], conversei muito com ele e com outros parlamentares”, completou Bolsonaro.

“Pode ter certeza que nenhum partido será esquecido por nós”, frisou.

Oficialmente, a pré-candidatura de Bolsonaro ainda não foi lançada. Ele fez questão de ressaltar que o evento desta terça era exclusivamente um ato de filiação.

“Não estamos aqui lançando ninguém a cargo nenhum. Um evento simples, mas de muita importância, a filiação, que é a passagem para que possamos pleitear algo lá na frente”, concluiu o presidente.

Bolsonaro repetiu uma provocação que tem feito nos últimos meses ao Supremo Tribunal Federal (STF). Sem se referir diretamente à corte e sem citar nomes de ministros, disse que “alguns” extrapolam “na região” da Praça dos Três Poderes.

“Nós temos um bem que está na nossa frente e não podemos desprezar, achar que ele não vai acabar nunca, um bem que nós devemos sempre zelar por ele, que é a nossa liberdade. Alguns extrapolam aqui, na região da Praça dos Três Poderes, mas essa pessoa vai ser enquadrada, vai se enquadrando, vai vendo que a maioria somos nós. E nós aqui, que temos voto em especial, é que devemos conduzir o destino da nossa nação”, disse Bolsonaro.

Vários ministros participaram do evento de filiação de Bolsonaro, como Paulo Guedes (Economia), Flávia Arruda (Secretaria de governo), Marcos Pontes (Ciência e tecnologia), Tarcísio de Freitas (infraestrutura), Tereza Cristina (Agricultura), Milton Ribeiro (Educação), Rogério Marinho (Desenvolvimento regional) e Ciro Nogueira (Casa Civil).

Entre os presentes, também estavam o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL) e o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro.

Filiação de senador e de ministro

Além de Bolsonaro, também se filiou ao partido o senador Flávio Bolsonaro, filho mais velho do presidente. Será a quarta legenda do senador, eleito pelo PSL em 2018. O senador migrou para o Republicanos em março de 2020 e se transferiu de novo para o Patriota em maio deste ano.

Quem também se filiou ao PL na cerimônia desta terça o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho.

Idas e vindas

O novo partido chegou a anunciar a cerimônia de recepção de Bolsonaro para o último dia 22, mas teve de adiar o compromisso em razão de exigências do presidente sobre alianças nos estados nas eleições de 2022.

Após o adiamento, questionado sobre a adesão ao PL, respondeu que “foi tudo conversado” com o presidente da sigla, Valdemar Costa Neto, e que os dois estão “sem problema”.

“Uma pessoa que é conhecida por honrar palavra. Da minha parte também, e temos tudo para realmente ajudar na política brasileira”, declarou Bolsonaro.

Veja no vídeo abaixo, de 2019, a linha do tempo com os partidos políticos que já abrigaram Jair Bolsonaro:

Bolsonaro no Centrão

Eleito com um discurso contrário à “política fisiológica”, o presidente Jair Bolsonaro afirmou em julho deste ano que é do grupo de partidos do Centrão.

O partido foi da base aliada de todos os governos das últimas duas décadas: apoiou Luiz Inácio Lula da Silva, Dilma Rousseff, Michel Temer e, agora, Bolsonaro.

A declaração de Bolsonaro foi dada em entrevista a uma rádio, após ter sido questionado sobre a indicação do senador Ciro Nogueira (PP-PI) para comandar a Casa Civil. Nogueira presidente o Progressistas, outra sigla do Centrão.

“Eu sou do Centrão. Eu fui do PP metade do meu tempo. Fui do PTB, fui do então PFL. No passado, integrei siglas que foram extintas, como PRB, PTB. O PP, lá atrás, foi extinto, depois renasceu novamente”, declarou Bolsonaro.

“Nós temos 513 parlamentares. O tal Centrão, que chamam pejorativamente disso, são alguns partidos que lá atrás se uniram na campanha do [Geraldo] Alckmin [PSDB]. E ficou, então, rotulado Centrão como algo pejorativo, algo danoso à nação. Não tem nada a ver, eu nasci de lá”, acrescentou Bolsonaro.

Em 2018, o general Augusto Heleno, atual ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) de Bolsonaro, fez uma paródia do samba “Reunião de bacana” e insinuou que os integrantes do bloco são ladrões.

O samba original diz: “Se gritar pega ladrão, não fica um, meu irmão.” Heleno, na paródia, afirmou: “Se gritar pega Centrão, não fica um, meu irmão.”

Em maio deste ano, no entanto, Augusto Heleno afirmou que o bloco “não existe”.

“Sobre o Centrão, aquela brincadeira que eu fiz, foi numa convenção do PSL na época da campanha eleitoral. Naquela época, existia à disposição na mídia várias críticas ao Centrão. Não quer dizer que hoje exista Centrão, isso foi muito modificado ao longo do tempo”, afirmou Heleno na ocasião.

Costa Neto, condenado no mensalão

Em 2012, Valdemar foi condenado no julgamento do mensalão pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 7 anos e 10 meses de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Valdemar foi preso em 2013 e em 2014 passou a cumprir prisão domiciliar. Dois anos depois, em 2016, o ministro do STF Luís Roberto Barroso concedeu perdão da pena e determinou a soltura do ex-deputado. Na ocasião, a decisão seguiu parecer da Procuradoria Geral da República (PGR).

‘Carta branca’

Na semana passada, Valdemar Costa Neto reuniu em Brasília os presidentes estaduais do PL.

Segundo informou a legenda, os dirigentes regionais deram “carta branca” a Costa Neto para negociar com Bolsonaro.

O colunista do g1 Gerson Camarotti informou que aliados próximos de Bolsonaro disseram que o presidente não precisava de uma “carta branca” do PL, mas, sim, ganhar tempo para acalmar a militância e, com isso, reverter as críticas de bolsonaristas nas redes sociais.

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