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Com direito a moqueca e carne de sol, PP convida deputados para chapão da morte em 2022

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Em um almoço regado a moqueca, carne de sol e política, a senadora Mailza Gomes (Progressistas), o presidente da Assembleia Legislativa do Acre, Nicolau Junior e os deputados, Gerlen Diniz e José Bestene, conversaram nesta quarta-feira, 20, com os deputados estaduais, Whendy Lima, Marcos Cavalcante, Chico Viga e André Vale acerca das eleições de 2022.

Na ocasião, a presidente do Progressistas, Mailza Gomes, convidou os parlamentares que estão de saída de seus respectivos partidos para integrarem as fileiras da sigla nas eleições de 2022.

A expectativa segundo os deputados estaduais José Bestene e Gerlen Diniz é eleger de seis a sete parlamentares em 2022. A saída deve ocorrer apenas na janela partidária prevista para maio do ano que vem.

Acre 01

Sargento Nery, do trisal, se apresenta na delegacia após protestos em Epitaciolândia

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A apresentação do sargento Erisson Nery, que atirou no estudante de medicina Flávio Endres de Jesus Ferreira, na manhã desta segunda-feira (29) não ocorreu na Delegacia de Polícia Civil de Epitaciolândia, como havia sido informado pela sua defesa no dia anterior, mas na Delegacia de Brasiléia.

Apesar de haver uma manifestação de estudantes de medicina em frente à Delegacia de Epitaciolândia que pedia justiça para o colega que foi alvejado por quatro tiros entre o fim da noite do sábado (27) e a madrugada do último domingo (28) após uma confusão ocorrida em um bar da cidade, esse não foi o motivo da mudança de lugar.

Ocorre que a delegada Carla Ívane, de Brasiléia, é quem substitui o delegado de Epitaciolândia, Luis Tonini, que está de férias. Nery chegou à Delegacia de Brasiléia por volta do meio-dia em um SUV Creta, com vidros escuros e fechados, que passou direto para o setor das garagens, entrando pelos fundos.

O depoimento do militar começou com a presença do advogado de defesa, assim como o do estudante, além da major Ana Cássia, comandante do 5º Batalhão da Polícia Militar, sediado em Brasiléia, que é onde os sargentos Nery e Alda Radine são lotados. Eles, no entanto, estão afastados de suas atividades por questões médicas.

Existe uma grande expectativa nas duas cidades com relação aos desdobramentos do caso que está envolto em uma série de contradições no que diz respeito aos motivos da confusão que resultou nos tiros contra o estudante que veio de Porto Velho há quatro anos para curar medicina em Cobija.

Algumas testemunhas ouvidas por veículos de imprensa afirmam que o problema se originou com uma briga envolvendo o sargento Nery e suas duas esposas, personagens de um divulgado caso de poliamor que envolve a também sargento Alda Radine e outra mulher chamada Darlene Oliveira.

Segundo essa versão, o militar teria se enciumado com olhares dos ocupantes de uma mesa ao lado, onde estava Flávio Endres e chegado a trocar empurrões com um dos amigos do acadêmico. Instantes depois, Alda Radine teria ido à referida mesa e tentado agredir um dos homens sendo empurrada e levada ao chão.

A versão de Alda Radine e confirmada por Erysson Nery é a de que ela foi à mesa depois de ter sido apalpada pelo estudante de medicina e que este ao ser confrontado desferiu nela um soco na boca que a deixou apagada no chão. Ela prestou queixa na polícia contra ele por importunação sexual, segundo disse o próprio Nery.

Ainda no domingo, por meio de seu então advogado, Leandrius Muniz, o sargento Nery alegou que não estava foragido, mas aguardando o momento de se apresentar por medida de segurança. Na manhã desta segunda-feira, Muniz informou que não estaria mais à frente da defesa do militar, que já teria outro advogado designado pela Associação dos Militares.

Durante a manifestação em frente à Delegacia de Epitaciolândia, a mãe do estudante, Lúcia Ferreira, disse que já conversou com o filho após ele passar por cirurgia no Pronto Socorro de Rio Branco. Segundo ela, a primeira coisa que Flávio falou para ela, por três vezes seguidas, foi: “mãe, eu não fiz nada”.

O estado de saúde do estudante é considerado estável, após ele ter passado por cirurgia, mas a família considera a recuperação da vítima como um milagre. Ele está sendo acompanhado no hospital pela esposa e não tem previsão de alta, de acordo com as informações prestadas por sua genitora.

O Comando da Polícia Militar do Acre se manifestou por meio de uma nota de esclarecimento sobre o caso informando estar apurando disciplinarmente os fatos e que adotará as medidas disciplinares cabíveis, mas esclarecendo que a responsabilidade da apuração criminal é da Polícia Civil.

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“Eu não fiz nada”, diz estudante de medicina ferido a tiros por PM envolvido em trisal no Acre

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O estudante de medicina Flavio Endres, alvejado com cerca de quatro tiros nesse domingo, 28, disparados pelo sargento da Polícia Militar do Acre, Erisson Nery, do trisal com a também sargento da PM Alda Radine, e administradora Darlene Oliveira, afirma que não fez nada na noite em que aconteceu a confusão na cidade de Epitaciolândia, região de fronteira no estado.

Em entrevista ao veículo de comunicação local O Alto Acre na manhã desta segunda-feira, 29, a mãe do estudante, Lúcia Ferreira, disse que já conversou com o filho após o mesmo passar por cirurgia no pronto-socorro da capital acreana. Segundo ela, a primeira coisa que Flavio falou para ela, por três vezes seguidas, foi: “mãe, eu não fiz nada”.

“Eu disse: acredito em você. Até então não conversei com os médicos, mais ainda não tem previsão de alta”, contou. A mãe pede justiça pelo caso envolvendo o filho. “Estou sofrendo muito Conheço meu filho, eu eduquei para respeitar a todos como cidadãos e meu filho nunca me deu trabalho”.

O estado de saúde do estudante é considerado estável, mas a família considera a recuperação da vítima como um milagre. “Ele é um menino calmo, que eu nunca tive trabalho em momento algum na vida. Peço justiça porque tenho certeza que a justiça de Deus não falha”, disse Lúcia.

Flávio está sendo acompanhado pela esposa no hospital. Ele e a família vieram de Porto Velho, em Rondônia, para a fronteira do Acre, para que ele fizesse o curso de medicina em Cobija, na Bolívia. Ele cursa o quarto ano de faculdade na

Na manhã desta segunda, dezena de pessoas foram para a frente da Delegacia Geral de Polícia Civil de Epitaciolândia manifestar a favor do estudante. As autoridades locais aguardam o policial envolvido para prestar depoimento.

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Delegacia abandonada é ocupada por vândalos e traficantes em Rio Branco

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Sem cobertura, instalações sanitárias ou elétricas (que foram danificadas e furtadas), o prédio onde funcionou a sede da Delegacia do 2º Distrito Policial por décadas é um retrato do descaso do poder público.

Localizada ao longo da rua 24 de janeiro, na área mais valorizada do Segundo Distrito da cidade, a construção em ruínas está abandonada há anos.

Desde que a 2ª Regional passou a funcionar na Cidade do Povo que o prédio foi abandonado e em poucos meses foi ocupado por moradores de rua que saquearam toda a construção furtando telhas da cobertura, pias, vasos sanitários, fios e luminárias vendendo a atravessadores.

Criminosos usam as dependências da antiga delegacia como depósito e ponto de venda de drogas. Por dezenas de vezes, a polícia já fez prisões por tráfico e apreendeu maconha, cocaínas e outros tipos de entorpecentes no local. Eles ficam na frente do prédio, localizado em área de grande movimento e guardam os ilícitos no prédio, assim, escapando da prisão em flagrante.

Durante parte do dia, moradores de rua, a maioria absoluta dependentes químicos, traficantes e até prostitutas, disputam o espaço até para dormir. Os assaltos na região se tornaram comuns, especialmente na rua Rio de Janeiro, onde fica o espaço. Para os poucos moradores da área, a destruição do prédio e uma nova edificação seria a solução do problema que perdura por vários anos.

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Lovisaro, Curti e Cosmo entram na lista tríplice para PGJ do MPE

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Com 100% das urnas apuradas, os membros do Ministério Público do Estado do Acre (MP-AC) escolheram, nesta sexta-feira, 26, a lista tríplice de candidatos a Procurador-Geral de Justiça, compostas pelos procuradores de Justiça, Danilo Lovisaro (32,65% – 48 votos), Rodrigo Curti (27,89% -.41) e Cosmo Lima (20,4% – 30), que disputam a sucessão da atual procuradora-geral de Justiça, Kátia Rejane. Em quarto, ficou Carlos Maia com 19,4% -28 votos. A eleição ocorreu das 8 às 17, na sede da instituição.

O novo procurador-geral vai conduzir a instituição no biênio 2022-2024. Ao todo, dos 80 votos previstos, foram 59 computados presencialmente, 20 de forma antecipada e apenas uma abstenção.

A atual procuradora-geral de Justiça, Kátia Rejane, revelou ao ac24horas que sai ao fim do mandato com a sensação de dever cumprido na instituição. “Tivemos dificuldade e muitos avanços. A eleição contou com quatro candidatos valorosos, qualquer um que assumir vai encontrar um MP com as contas sanadas. A expectativa é que se dê continuidade aos avanços”, argumentou.

A lista tríplice com os três mais votados será encaminhada ao governador do estado, Gladson Cameli, que, de acordo com a Lei Complementar 291/2014, têm até 15 dias, após ter recebido a lista oficialmente, para nomear o novo chefe do MPAC.

A procuradora de Justiça, Gilcely Evangelista, da Comissão Eleitoral, disse que oitenta membros, entre promotores e procuradores de Justiça, estavam aptos a participar da votação, que se deu de forma presencial, em sistema de cédulas de papel, na Sala de Sessões do Edifício-Sede do MP acreano, no horário das 8 às 17 horas.

O que dizem os procuradores da lista

O procurador de Justiça Carlos Maia, Cosmo Lima, revelou que essa é a sua 6° candidatura ao pleito, porém, segundo ele, desta vez, espera vencer e ser escolhido Procurador-Geral do órgão. “Historicamente, eu sempre entro na lista, mas nunca fui escolhido e nomeado pelo Governador, pois ele é quem escolhe. Espero ingressar e espero vencer, obviamente”.

Cosmo Lima disse ainda que caso se torne Procurador-Geral, o principal legado que pretende deixar no órgão é manter o espírito de união, de unidade, de compromisso com a gestão e maior efetividade nas áreas de atuação e com o fortalecimento da instituição que é essencial para a defesa da democracia”, afirmou.

Já o procurador Danilo Lovisaro contou que o sistema de votação é de suma importância para o Ministério Público. “Esse é um momento em que todos os candidatos podem entrar em contato com os membros da instituição, apresentar os votos”.

Lovisaro disse ainda que a expectativa é grande quanto a escolha do governador Gladson Cameli. “É de acordo com o ordenamento constitucional”. Quanto ao legado que pretende deixar ao órgão, o promotor diz que deverá primar pelo diálogo com a classe. “Pretendo dá um tratamento isonômico a todos e incentivar a forma integrada, bem como combater as facções criminosas”, pontuou.

O procurador Carlos Maia contou que os quatro candidatos têm condições de chegar a ser o escolhido do governador Gladson Cameli, porém, Maia disse que qualquer um dos procuradores que for o procurador-geral, o MP vai estar bem representado. “Eu quero deixar como legado um cuidado maior e melhor com os membros do órgão. Já cuidamos de tanta gente, precisamos dar uma atenção aos nossos servidores”.

O procurador de Justiça, Rodrigo Curti, não quis conceder entrevistas. Segundo ele, o momento mais oportuno será quando o governador Gladson Cameli escolher o novo Procurador-Geral do Ministério Público.

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